Espíritos da Natureza e Seres Elementais

O Conhecimento Essencial de uma Realidade Maior para uma Nova e Mais Profunda forma de Ecologia

por Robert Rajabally

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Vivemos numa época em que esse assunto ao mesmo tempo pode parecer obscuro e fora do contexto científico atual, como também pode ser visto como um dos assuntos mais prementes e necessários de se incorporar ao conhecimento científico-ambiental justamente hoje e certamente no futuro próximo. É só uma questão de como se olha, qual o nosso pano de fundo pessoal e profissional e a qualidade das informações que temos ao olhar.

História & Arte / Natureza é um conceito que está estreitamente ligado à busca, inspiração e realização de um conhecimento mais profundo da realidade através do estudo contínuo e da aplicação da Arte Naturalista para desbravar essa que é a maior e derradeira fronteira que ainda nos resta descortinar para termos uma compreensão maior do desabrochar e propósito da Vida e onde nos inserimos nela. Como se diz, o Paradigma mundial (ou seja, o consenso coletivo sobre um determinado assunto que estabelece modelos para serem seguidos) precisa mudar em relação ao meio ambiente, o Planeta e a vida humana se queremos entender e implementar de fato os mecanismos da tão propalada sustentabilidade do desenvolvimento e isso precisará incluir, em algum momento, a realidade dos Espíritos da Natureza.

undinePode-se pensar que é cedo (ou tarde!) para tais noções pois ainda estamos muito enraizados na forma costumeira de pensar e agir e que todo o nosso modo de vida, economia, governos, sistema financeiro, negócios etc se baseia nela e não vai mudar. Mas a Vida não parece concordar com isso e já vivenciamos todos os dias as consequências desastrosas desse modelo em todos os níveis, do pessoal ao mundial, portanto não há sentido em adiar mais esse despertamento e valerá para quem o fizer, pois o tempo urge e veremos aqui um pouco do que isso realmente significa. O fato é que a vida é multidimensional e muito mais vasta do que temos visto até agora pois ao longo do nosso lento desenvolvimento pelos séculos afora fomos escolhendo perceber somente uma parte da Realidade, restringindo-a à porção que podemos racionalizar através de uma lógica causal, sendo constantemente influenciados para isso também. Ou seja, não vivemos na realidade em si mas numa parte dela que extraimos e construimos para nossas vidas. Estamos agora vivendo o auge de uma fase que ao mesmo tempo exacerba e esgota essa forma de percepção para abrir caminho para uma outra mais ampla e verdadeira que irá abranger uma porção maior dessa Ecosfera.

Essa visão, quando bem empregada, revela que empresas e novas iniciativas em todo o mundo estão surgindo, mudando e criando novas soluções de escala devido à essa necessidade fomentada com vigor em reuniões, documentos, análises, pesquisas e fóruns mundiais, ou seja: muitos empresários e diversas áreas científicas já entenderam que algo grande está acontecendo que vai mudar tudo como nunca antes (e näo me refiro a mudanças meramente tecnológicas, mercadológicas, de globalizações políticas, de consumo ou de comunicaçäo); essa impulsão estava prevista há décadas e já começou, na verdade estamos testemunhando isso todos os dias e também somos seus agentes quer saibamos ou não. O ritmo dessas mudanças está mais rápido a cada dia, numa convergência global de fatores que se dirigem a um objetivo transformador como nunca antes na Terra, objetivos esses que nunca foram somente físicos, econômicos, políticos e sociais, mas são antes do Despertamento da Consciência para atingirmos uma nova relação cooperativa e conectada com a Vida com a correspondente transformação íntima de toda matéria de que se constitui o planeta, pois esta também evolui. Há uma urgência no ar e esta não é só de adaptar empresas aos novos tempos para não perder os lucros ou ficar de fora, mas de descobrir a conexão que há entre as várias partes da Vida e suas consequências. Nisso, nem tudo são acertos, pois diversos dogmas e véus científicos e religiosos, crenças pessoais e interesses inconfessáveis ainda precisam cair para realmente entrarmos na fase que descrevo aqui.

É também importante sabermos que todos nós estamos sempre contribuindo para com o mundo em que vivemos, quer seja mantendo ou recriando a ilusão diária, com nossa omissões, idéias e ações que reforçam tudo como está, quer seja com ações mais positivas para despertarmos individual e coletivamente para vivermos uma vida mais gratificante e legítima em todos os níveis, desenvolvendo uma nova responsabilidade pessoal e profissional, aprendendo enfim a conjugar a liberdade conquistada com a maturidade de aceitarmos suas consequências. Nós do H&A/N, desejamos dar nossa  pequena contribuição a esse momento histórico, mostrando aqui que, sem uma boa dose de Integridade, Profundidade e Sentir nessa busca, não teremos o conhecimento ou as condições necessárias, pessoais ou coletivas como sociedade, para darmos esse Salto Quântico10, cientes de que isso nunca pode ser apenas um exercício técnico frio, meramente intelectual-racional, científico-acadêmico ou empresarial, como também não é uma questão de progresso tecnológico. É algo que requer Coração, que requer Sentir e o melhor de cada um de nós e mais um tanto.

A cada dia que se passar veremos mais disso aparecendo em toda parte, mas é essencial saber peneirar o que se vê e ouve para termos uma visão menos turva e não cairmos em falsas conclusões do que significam, pois o banal, a inversão de valores e o sensacionalista competem lado-a-lado, como nunca antes, com o genial, o legítimo e o sublime pela nossa atenção e energia, cabendo a nós nestes tempos de atividade e pressões febris, o indispensável discernimento, para saber identificar as verdadeiras intenções e significado de uns e outros. Estamos escrevendo sobre tudo isso há muito tempo e, tanto aqui como no site do iDStudio que criou o H&A/N, você poderá encontrar muitas das informações que podem ajudá-lo a colocar todas essas mudanças na perspectiva do que realmente significam, num esforço de disponibilizar as melhores informações em Português e em redação nova, própria e aprofundada procurando reunir e unir todos os pontos científicos e espirituais relevantes, ou seja, oferecer os fatos mais essenciais de percebermos, sem modismos. Para alguns será fácil, como algo muito esperado, embora não seja algo que se alcance sem muito empenho, enquanto para outros pode ser quase impossível se desvencilhar dos dogmas que definiram até hoje o que é "real" e o que não é e sair da prisão dos 5 sentidos, mas a recompensa será enorme e ninguém poderá ficar de fora ou em cima do muro para sempre.

O Básico

O assunto aqui não é místico, fantasioso, mágico ou sobrenatural, não é New Age e tampouco representa o pensamento de alguma religião, prática esotérica, magia ou filosofia isoladamente e pouco tem a ver com jogos de RPG ou os seres fantásticos das imagens populares. Entender isso é o ponto de partida para mudarmos nosso paradigma, nossa visão pessoal e de nossas profissões, se quisermos avançar de fato, de uma forma Universalista, como exige o bom senso e o sentimento fraterno que deve permear todo estudo levado a sério. Também não há aqui a preocupação de retratar o assunto de forma histórica, apenas listando folclores e crenças de cada povo e época ou mesmo de repetir apenas informações científicas comuns, pois o propósito aqui é de procurar mostrar sua Realidade Viva em contraste com o cenário social e científico atuais, com informações mais avançadas e incomuns de serem encontradas no Brasil reunidas dessa forma, sem perdermos mais tempo com o excesso de formalidades acadêmicas ou ortográficas, preferindo sempre a fluência dinâmica que é, ao mesmo tempo, descomplicada e livre de formalidades estéreis, mas sempre profunda, ampla e verdadeira. Também não há interesse aqui por curiosidades que apenas repisam e repetem as mesmas coisas da mesma forma para fins de entretenimento e informação superficiais. É tempo de aproveitarmos melhor o tempo, fazendo avançar nossa visão coletiva e este texto é uma contribuição que reflete essa forma de pensar e agir.

Se há uma crença a ser apontada, esta seria melhor representada pela crença científica de que a Vida é apenas material e fruto de combinações ao acaso. Essa supersimplificação quase infantil em suas noções deixa de lado vastas informações em contrário, hoje cada vez mais comprovadas com os avanços da Física Quântica e com os projetos e conquistas pessoais em todo o mundo que não são noticiados com seriedade e competência, não são informados ao estudante para sua formação acadêmica mais ampla ou sequer bem traduzidos para o português, com raras exceções.

Para podermos de fato ter informações sobre a realidade dos Espíritos da Natureza, é preciso também lançar um olhar sereno mas atento à base científica que sustenta nosso modo de vida e a condição da nossa sociedade atual, pois sem isso, estaríamos apenas semeando a superfície, por assim dizer, sem olhar a qualidade mental e espiritual desse 'solo humano', o que é absolutamente essencial para sermos coerentes com a profundidade do assunto tratado e se queremos colher um proveito real e duradouro de um estudo dessa envergadura que nunca deve ser abordado por simples curiosidade. Com esse ideal em mente, procurarei mostrar aqui a relação entre as coisas que nos rodeiam diáriamente para tentar estabelecer um sólido e seguro fio condutor que nos ajude a entender e a descortinar mais disso que chamamos de Realidade. Então vamos lá:

butterflyPara que a Vida, como a conhecemos, possa sequer existir e se desenvolver como vemos, é preciso que haja um suporte, uma intermediação e uma interação dinâmica entre seus diversos agentes, como em todos os fenômenos naturais que nunca são isolados. Fala-se sempre que deve haver equilíbrio nas coisas, nos ecossistemas, nisso e naquilo, mas esquecemos que igualmente deve haver equilíibrio na pesquisa e aplicação da ciência. Depois de passarmos por longas épocas de obscurantismo, de uma maior predominância de crenças e superstições, entramos na chamada era positiva da ciência para explicar as coisas à luz da razão. Este fato importante no entanto, deixou o equílbrio de lado para se afirmar essa nova forma de conduzir a ciência como única fonte reveladora - e controladora - da Verdade do mundo, propositalmente e progressivamente misturando, criminosamente confundindo e abafando o Conhecimento do invisível conquistado há milênios, com as superstições e ignorância de épocas recentes, como se tudo devesse agora ser exposto como tolice pelo novo pensamento racional. Se esse era um conhecimento conquistado e mantido por milênios e em todo o planeta, é bastante óbvio que se sabia que ele já existia muito antes dessa fase de obscurantismo que se quis superar com o novo positivismo científico e portanto também muito antes das religiões organizadas modernas surgirem e quererem suprimir a qualquer custo esse conhecimento para seus próprios propósitos, por exemplo rotulando tudo como paganismo para dali fazer de tudo para demonizar certos aspectos e seres da natureza para confundir, assustar e desorientar as pessoas sobre a realidade sublime do Mundo Natural; porém, esse é um Conhecimento que era e continua sendo, uma parte essencial do Conhecimento do Mundo, nossa herança por direito, que nunca poderia ter sido abafada, ironizada ou relegada à vala comum das superstições e crendices dos ignorantes, em nome do 'progresso'. Só isso já constitui uma atitude anti-científica e eminentemente desonesta porque usa o caminho fácil da ironia diante do intangível.

O conhecimento ancestral sobre o mundo invisível que nos cerca sempre fez parte de todas as civilizações que por aqui passaram - naturalmente em diferentes graus de noção - e nunca foi somente o domínio de xamãs e curandeiros, como alguns gostariam, pois a alta ciência de outrora comungava entre si e o povo os mesmos conhecimentos, como vem sendo mostrado cada vez mais pelas descobertas arqueológicas recentes e pelo estudo de clarividentes e psicômetras competentes e cultos do passado e, por isso também, não poderia ter sido ignorado ou encarado de forma condescendente por tantos acadêmicos de hoje que supõe estarem de posse de um conhecimento "sólido" em suas áreas de especialização, que ainda e por definição, são incapazes na sua maioria, de ver o conjunto, o Todo, para dali extrairem um Sentido, um Conhecimento e uma Sabedoria verdadeiras, duradouras e muito mais legítimas e amplas em relação ao fenômeno VIDA. Apesar de toda destruição, distorção e acobertamento proposital desse conhecimento ao longo dos séculos recentes, ele ainda existe em grande volume, qualidade e detalhe em toda parte, hoje, graças aos que o preservam e resgatam, com integridade e competência, do esquecimento da sociedade moderna que parece diluir-se a cada geração, embriagada em substituir a Era do Conhecimento pela Era da Informação. Esperemos que esta última, pelo menos, seja bem usada e possibilite a redescoberta e o retorno da outra para muitas pessoas, pois só um despertamento coletivo pode mudar as coisas enquanto é tempo. Esse Conhecimento Maior é um conhecimento que permanece íntegro e legítimo, mesmo quando despido de algumas alegorias ou linguagem mais arcaica que não são mais necessárias hoje; por isso mesmo, a moderna ciência humana nunca poderia ter ignorado tantas informações convergentes advindas de toda parte e através dos tempos, violando portanto um dos principais preceitos dessa mesma ciência que é a curiosidade honesta de ao menos procurar ver de perto do que se trata antes de descartar algo como não-científico, ainda enfraquecendo e diluindo com essa postura pouco ética ou responsável, o interesse de futuras gerações por esse assunto vital, como se já estivesse resolvido a contento ou sequer merecesse a atenção de pessoas 'sérias', quando na verdade a realidade é bem outra. Muitas vezes também a superficialidade do olhar faz descartar algo especial prematuramente, quando não se sabe escolher as fontes certas de estudos e informações mesmo havendo ainda hoje, tanta coisa de enorme valor no mundo para quem não desperdiçou tempo e se deu uma educação mais ampla, para saber discernir entre o precioso e o banal, entre o verdadeiro e o oportunista, entre o verdadeiro e o manipulado e entre o valor permanente e o modismo passageiro e, uma vez sabendo discernir, ter a coragem e a integridade de agir de acordo, mesmo não estando entre as maiorias.

Em rápidas pinceladas, podemos dizer que o desenvolvimento humano da antiguidade remota (digamos, há mais de 5 mil anos atrás) florescia no seu auge, com um conhecimento direto da existência dessa multidimensionalidade da Vida, onde até as pessoas comuns sabiam da existência das várias dimensões em que o ser humano coexiste com outras formas de vida e isso fazia parte de sua espiritualidade e ciência diárias, sem dúvidas e sem polêmicas, pois era fato. No entanto, essa fase teria de ceder lugar um dia a uma outra em que nosso desenvolvimento como humanidade precisaria ser cada vez mais independente para formar um ser mais completo, mais livre para escolher seu caminho por vontade própria e cada vez menos por saber da existência, influência e tutela dos Planos Superiores. Dons naturais como a Clarividência, a Percepção Direta da Vida e uma Memória de Quem Fomos, foram sendo retiradas de nossa constituição Psico-Física em sucessivas gerações de esquecimento crescente, em cumprimento aos imperativos dessa Diretriz Evolutiva Divina que define os caminhos da Evolução de uma humanidade. As subsequentes fases, privadas desse conhecimento direto, foi deixando o ser humano por sua própria conta, levando inevitavelmente a sucessivas eras de manipulação, decadência, obscurantismo e enaltecimento do uso da magia para tentar substituir aquele contato e poder perdidos, abrindo caminho para todo tipo de torpezas, temores e superstições, sem uma noção de um Bem Maior e esquecendo-se da suprema questão do Merecimento Individual para o desenvolvimento do desejado homem mais completo, que deverá ser cada vez mais próximo da realidade do Anjo. Apesar dessa fase ter "oficialmente" terminado por volta do início do século passado, não realizamos a transição gradual de forma consciente e com sabedoria pois a persistência e contínua manipulação nesse caminho gerou um condicionamento coletivo que estreitou nossa visão para o que está hoje: uma visão quase unicamente materialista da vida e sua finalidade, mas sem nunca explicar esta última, concentrando-se somente na infinita análise da mecânica do seu funcionamento, ou seja, a ciência humana conseguiu se estabelecer na sociedade como intérprete da realidade para os leigos, fixando-se em dissecar até o último átomo o funcionamento obviamente inteligente do mundo, mas afirmando uma mecânica sem causa e finalidade idem, quando esquecem que até uma máquina nunca é criada sem propósito definido e nunca ao acaso! Resumidamente, pode-se dizer que rapidamente essa atitude e fervor religioso de que se revestiu a ciência e o racionalismo recém (re)descobertos, foi se transformando numa verdadeira 'caça às bruxas' e se espalhando para as escolas formadoras de novos cientistas e profissionais e para os meios acadêmicos, reformulando currículos escolares para produzir geração após geração de acadêmicos 'especialistas' que já não viam o Todo como antes, até perdendo o interesse por ele e cuidando para não exibir interesse por receio do ridículo dos seus pares e superiores, com a consequente perda de status perante os outros e suas famílias e oportunidades de emprego, chegando onde estamos hoje, onde precisamos fazer o longo caminho de retorno para 'provar' isso ou aquilo, mas tendo somente a realidade material para isso, enquanto a Realidade Maior a ultrapassa em muito. Vivemos hoje então, o auge da exploração e patrulhamento desse condicionamento coletivo travestido de liberdade, na sua maior parte, juntamente com oportunidades ímpares e empolgantes de aquisição e fusão de conhecimentos mais verdadeiros para realmente nos completarmos e sermos mais livres, corrigindo por vontade própria nossos rumos, na realização da felicidade terrena possível nessa fase.

É um fato bem conhecido também que a ciência comum costuma relegar ao acaso, tudo aquilo que não consegue explicar, da existência de um vírus a fenômenos climáticos, terremotos etc., pois as respostas a tudo isso não podem ser encontradas num laboratório baseado em observar apenas as leis físicas de uma realidade parcial. A despeito dessa atitude, a ciência humana foi forçada pelos mecanismos da Vida a descobrir inúmeras coisas que não se encontravam ao alcance da visão e nem eram tangíveis mas que nem por isso não eram reais: ondas de luz, frequências e ondas eletromagnéticas que existem num âmbito onde não podemos ver sem o auxílio de aparelhos cada vez mais sofisticados e sensíveis. Num corriqueiro exame de raios-x empregamos ondas que não podemos ver mas que já conseguimos registrar em filme com o auxílio de equipamentos criados para isso. Unindo esses dois aspectos: o da Vida não acontecer sozinha, sem um Plano Diretor Maior que lhe dê finalidade e sentido eminentemente inteligentes, com o fato de que até hoje já descobrimos tanto do que não veríamos sem o auxílio de aparelhos cada vez mais sensíveis, é bastante natural continuarmos nessa direção e admitirmos sem afetação, que há mais para se saber que existe no invisível (lembrando que invisível não deve ser confundido com irreal...) e que é apenas uma questão de tempo e de sensibilidade de nossas máquinas, para não dizer de nós mesmos!

Embora o método científico legítimo e normal seja uma progressão de correções e aperfeiçoamentos de suas premissas até se chegar ao conhecimento sólido sobre algo, nunca devemos nos esquecer de que a mesma ciência que sentencia o que é e o que não é "real", é também a ciência que teve que voltar atrás inúmeras vezes na História, para admitir como fato o que ontem era tido como superstição e fantasia, enquanto dá (vende) o seu suporte a centenas de produtos falsos e altamente nocivos hoje, que circulam livremente nos supermercados, farmácias, na agropecuária e nas festivas e impactantes propagandas e noticiários nas mídias, graças a essa aprovação "científica". São centenas de coisas em todas as áreas do saber que um dia foram alvo de riso e descrença e que hoje são nosso dia-a-dia. Da mesma forma a ciência teve de voltar atrás em seus dogmas inúmeras vezes ao longo da história humana para corrigir o que ontem era 'lei'. As contradições da nossa ciência oficial não param aí, pois mesmo hoje, modernas teorias como a do Big Bang são propaladas como fato e já adotadas pelas escolas para formar os jovens, quando não há o requisito principal: a prova, há somente fortes indícios de que assim seja e mesmo assim, isso não poderia ser já divulgado amplamente como a descoberta de como se deu o início da Criação (!), algo infinitamente mais profundo e vasto de se estudar antes de concluir que assim foi; deveríamos nos perguntar: de onde parte a decisão e ordem para que algo assim seja já amplamente difundido na mídia como um conhecimento de fato, por exemplo para documentários e na confecção de novos materiais didáticos para escolas e com que propósito? Ora, há "indícios" bem mais fortes em favor da Realidade Maior e da existência dos Espíritos da Natureza, sem falar de assuntos correlatos como a vida após a morte, a existência e sobrevivência da alma, a telepatia etc. e sua comprovação seria bem mais fácil e infinitamente mais útil do que uma teoria de escala cósmica que não muda a realidade do dia-a-dia das pessoas ou nosso modo de vida onde ainda se acha que não há consequências após a morte para o que fazemos em 'vida', uma das principais noções falsas que mantém o estado de desatinos e desmandos na nossa sociedade que não faria o que faz se soubesse das consequências. Mas o que vemos é que isso é oficialmente e sistematicamente ignorado como sendo irrelevante ou fantasioso e como algo que pertence a religiões e crenças pessoais (ou seja, um vale-tudo imaginário considerado inócuo desde que não haja fanatismos, um dos poucos momentos em que os meios de comunicação dão atenção ao que as religiões pensam sobre algo...), porém assim se decidiu sem uma investigação séria das vastas informações em contrário e sem o uso do bom senso, liberdade de pensamento e da intuição, nossos principais recursos como seres humanos, já que hoje passamos da fase de sermos guiados apenas por um instinto puramente animal. Outro fato significativo está na forma como se estabelecem os tais fatos científicos, quando sabe-se que não é incomum que relatórios e laudos sejam forjados para se´provar´isso ou aquilo em diversos centros de pesquisa pelo mundo, como no caso do uso do pernicioso Flúor insistentemente apregoado nas mídias como algo essencial (e obrigatório!) de estar presente em pastas de dente, todas as águas minerais engarrafadas e na fluoretação compulsória das águas (algo muito mais grave quando entendido à luz da Homeopatia, pois sua diluição e bombeamento potencializam seu efeito nocivo!), quando esse agente químico, usado pelo nazismo na segunda guerra, não para proteger contra cáries mas para interferir na psiquê e saúde humanas... mas isso está fora da formação acadêmica da maioria dos dentistas que são arregimentados para dar seu aval, aprovando esta ou aquela marca, sem saberem de fato o que estão aprovando e as consequências disso para milhares de pessoas que influenciam dessa forma, mesmo assim, ainda deixamos coisas assim serem veiculadas 365 dias por ano, em bombardeio ininterrupto do berço ao túmulo, sem trégua, em propagandas festivas que exploram o visual cada vez mais impactante e o humor para nossas crianças acreditarem! Felizmente, por outro lado hoje em dia, a Física Quântica que mencionei está cada vez mais comprovando os fenômenos da consciência conhecidos há milênios pela ciência oculta, derrubando os mais sólidos dogmas, por exemplo, de como a mente age sim sobre a matéria, que esta ainda é ilusória ou ainda descortinando uma nova e empolgante visão holográfica do universo e da chamada 'Realidade', enfim, definindo um novo e revolucionário sentido para as palavras Evolução1 e Conexão. Falta termos a humildade de admitirmos que essa tem sido a base do chamado 'método científico', que perdura até nossos dias, para seguirmos em frente com a mente mais aberta e menos constrangida por dogmas e corporativismos que são apenas excrescências humanas que não existem na Vida Real que investigamos, isto é, se queremos realmente ter honestidade na investigação científica. Se isso não é possível, então temos que admitir o estado enfêrmo da nossa ciência que não possui a apregoada liberdade, isenção, independência e integridade necessárias para pesquisar, sendo portanto ilegítima para guiar a humanidade dessa forma totalitária como vem fazendo. De uma forma ou de outra, não se pode escapar da verdade para sempre. Eis aí então a nossa preciosa lógica e racionalidade postas para um bom uso! Vamos pôr essa honestidade em prática então e ver um pouco mais sobre tudo isso:

É um fato já bem conhecido e batido (embora ainda não assimilado na forma como conduzimos nossas percepções no dia-a-dia), mostrado em intermináveis documentários disso e daquilo, que nossa visão funciona apenas numa faixa muito estreita do espectro chamado de luz branca e que há muitas frequências tanto acima como abaixo onde não enxergamos sem o auxílio de aparelhos, enquanto diversos animais e insetos podem fazê-lo, mas não concluimos o principal: o que isso significa para nosso entendimento do que vem a ser a Realidade à nossa volta se nem a enxergamos em sua totalidade física! E isso sem falar da parte auditiva, onde não percebemos frequências mais altas como o ultrassom, e daí podemos deduzir sem esforço que, por exemplo, quando damos uma passeio numa mata ou jardim, miríades de sons estão sendo produzidos a nossa volta todo o tempo também pelos Espíritos da Natureza, que ainda não ouvimos. Nossa visão física normal já é bastante limitada mesmo sob a luz branca do Sol para a qual foi feita para funcionar, desde seu campo de foco ser limitado ao que estiver diretamente à sua frente até suas limitações quanto a distâncias, movimentos, coisas muito pequenas e assim por diante, sendo ainda fácilmente enganada por certas ilusões de ótica bem conhecidas. Nossa noção de cores também é limitada e podemos notar isso nos espaços de cor utilizados em nossos computadores, onde mesmo em modo true color (cores "verdadeiras") que hoje já o padrão básico para qualquer computador caseiro que permite mostrar 16.7 milhões de cores na tela, não estamos vendo tudo, apenas nos satisfazemos com esse simulacro, pois sabe-se que a visão humana alcança bem mais no chamado mundo "real", porém mesmo assim, vemos bem menos cores e nuances delas do que de fato existem na Natureza e estas só se tornaram visíveis como hoje vemos, ao longo de milênios de evolução gradual, pois é fato histórico conhecido que alguns povos antigos não eram capazes de ver o céu azul e sim como amarelo... ou seja, a pergunta é: estamos de fato vendo toda a realidade hoje finalmente, ou só a parte que nosso estágio evolutivo atual permite? Além disso, há efeitos desconcertantes como o do chamado ponto cego que existe bem no meio da nossa retina onde não há fotoreceptores, fazendo com que nosso cérebro "complete", por assim dizer, a informação faltante nesse ponto com o que "ele espera" que esteja ali (!) ou seja, o que vemos não é necessáriamente o que está ali, mas o que nosso cérebro se condicionou a esperar ver, pois é o cérebro/ego que vê e não os olhos... isso é muito significativo porque estudos ainda mostram que menos de 50% do que vemos se refere ao que estaria de fato na realidade objetiva "fora" do nosso cérebro e que mesmo essa quantidade passa por filtros em diferentes partes do cérebro que interpretam essa "realidade" à seu modo (conforme seu condicionamento pessoal e pano de fundo), e essa percepção é muito mais baseada no que nos acostumamos a ver num determinado lugar do que o realmente pode estar ali! Essa condição pode ser notada, num exemplo rápido, quando nos ausentamos por algum tempo de nossas casas e quando voltamos a vê-la. Nesse momento, ela pode nos parecer um tanto estranha... isso acontece porque a estamos (re)vendo agora enquanto antes nos satisfazíamos com a aparência geral com a qual nos habituamos, pois não a "reconstruimos" visualmente totalmente no dia-a-dia de forma fresca e contínua como se pensa, simplesmente preenchemos as lacunas com informação habitual. Agora, pensemos nas implicações de tudo isso sobre o velho aforismo de "ver para crer" como exemplo de objetividade e racionalidade, a tal "prova" exigida e abraçada por tantos de nós e amplamente usada em entrevistas e discussões, como a piada fácil.

Mas a coisa vai ainda muito mais além: por exemplo, na moderna psicologia transpessoal, já foi muitas vezes demonstrado sem sombra de dúvida que a idéia de sermos pessoas que "percebem" um mundo externo que está ali para ser visto de forma racional e objetiva, é falsa. Provou-se que o que realmente acontece não é o observador acreditar no que vê, e sim que ele vê aquilo no qual acredita! Por exemplo, se uma pessoa vê o mundo de determinada forma tendenciosa, digamos achando que todo homem é mau, então verá cada vez mais instâncias que "comprovem" essa premissa íntima. Esse fio condutor nos mostra que a realidade que temos a nossa volta foi moldada por diversos fatores que provém de nós mesmos, nossos desejos, crenças pessoais e imaginação, a poderosa força que nos define e constrói a experiência física que vivenciaremos no 'futuro'. Ideação, visualização, concentração, pensamento positivo e as tais leis da atração, reveladas ao mundo em tempos recentes, são na verdade parte de algo maior que são as Leis da Manifestação que, por esse motivo, não devem ser usadas isoladamente sem esse entendimento maior, pois o Ser Humano manifesta sua condição atual e futura através de sua forma de pensar e sentir no eterno agora, que é sua experiência de estar encarnado na matéria para vivenciar plenamente o que esta tem para lhe oferecer, sem fugas. Já as últimas descobertas da física quântica também vêm mostrando que essa tendência se aprofunda até moldar boa parte da nossa realidade. Filmes como o Matrix exploraram esse conceito que possui base científica, assim como o moderno e genial Modelo Holográfico desta realidade, já bem definido por físicos e pesquisadores de ponta de ciência e metafísica como o brilhante Michael Talbot, formam juntos nossa mais avançada noção do que vem a ser a Realidade que achamos conhecer mas ainda banalizamos com nossas atitudes diárias, por inconsciência e imaturidade psíquica, é claro, mas também por receio de enfrentar as mudanças que tudo isso traria ao complexo padrão de comodismo e escapismos que construímos ao nosso redor para irmos 'tocando' nossa vida diária, sem perceber o enorme desperdício de tempo, oportunidades, dever e chances de avançarmos de fato e termos a vida que gostaríamos, verdadeiramente justa e plena. Como disse o grande Mahatma Gandhi, "Seja a mudança que deseja ver no mundo".

Porém, primeiro temos que recuperar, começar a construir, educar, descobrir e enfim, ter essa honestidade diante de nós mesmos e da Vida para superarmos esses bloqueios auto-impostos e mantidos pela sociedade, pelo consenso coletivo (que se protege mas é indiferente à sorte individual de seus membros) e pelos meios de comunicação, etc., pois todas estas coisas convergem para uma só conclusão: que a Realidade é de fato multidimensional e não poderemos continuar a viver como se não fosse. Não há futuro sem esse Despertamento coletivo (gradual, mas definitivo e determinado), pelo menos não um que nos proporcione a felicidade, a saúde psico-física, a paz, a harmonia e a justiça desejadas. O resto é, de fato, ilusão. É também muito importante frisar que não se trata também de uma fuga da vida material como se esta não importasse, buscando no místico ou espiritual o alívio por qualquer desajuste aqui neste mundo como gostariam de rotular alguns: quando os antigos diziam que o mundo é Maya (ilusão), não queriam dizer que a matéria não tem importância e sim que nossa percepção dela como única realidade 'sólida' é que é ilusória, pois a matéria não se mantém sozinha nem é a causa de si mesma! Nas diversas 'camadas' de realidade que existem, ou seja dimensões, como define agora nossa ciência, estão as forças que norteiam, modelam e definem esta realidade física em toda sua pujança, perfeição e assombrosa diversidade. Assim quando nos propomos a estudar, perceber e sentir tais dimensões, estamos na verdade procurando completar nossa noção de realidade, abraçando porções cada vez maiores dela, constituindo essa Realidade Maior onde todas as partes, físicas e não físicas, possuem igual valor sagrado, cada qual com sua função. O grande perigo é estarmos em meio a uma globalização de tudo usando este modelo materialista incompleto para forçar um controle total que não tem como dar certo e já vemos a crescente crise e desmoronamento de tudo que parecia sólido até agora: valores morais, instituições, governos, finanças etc. Uma retomada para começar a entender tudo de outra forma, sem engessamentos da criatividade bem norteada no que é legítimo e honesto, sem fórmulas calcadas em nossas profissões, sem a ironia barata e sem o egocentrismo frio que só visa o benefício superficial para si, é indispensável para juntos manifestarmos outra realidade, uma em que os Espíritos da Natureza sejam reestabelecidos na Ordem Natural das Coisas, em parceria co-criativa e harmoniosa com o Ser Humano, desta vez de forma inteligente, íntegra e avançada como os tempos demandam. Quando fizermos isso, veremos nossos problemas e crises seculares se dissolverem e vislumbraremos um mundo muito mais maravilhoso do que julgamos conhecer até agora, um mundo de novas e empolgantes possibilidades para todos que souberam sintonizar e se manter nessa nova Realidade Maior.

mantisTudo começa, no entanto, com ir aprendendo a estarmos vigilantes e conscientes (Jesus teria dito: "Orai e Vigiai"...) de nossas crenças e daquilo que deixamos permear ao nosso subconsciente, por combinar com nosso modo de pensar, antes de objetivarmos o mundo, que muda conforme o pano de fundo do observador! Aqui, devemos nos lembrar que isso se aplica ainda ao que a pessoa verá após a 'morte', pois na dimensão seguinte e adjacente ao nosso mundo físico, o chamado mundo Astral, essa premissa é ainda mais válida e contundente, onde a pessoa incialmente verá aquilo que espera ver, aquilo que preponderantemente vibra no íntimo do seu psiquismo e que nutriu em 'vida', portanto não é necessáriamente real só porque vê...mas isso é outro assunto e apenas um parêntesis que achei útil incluir para termos a perspectiva mais ampla possível do que tudo isso significa neste contexto, naturalmente sem a intenção de ferir a crença que cada um possui a respeito. Mas há mais: na moderna Física Quântica, que menciono diversas vezes aqui, já se demonstrou, também sem sombra de dúvida, que até em laboratórios de pesquisa e com o uso de aparelhos não se pode individualizar, objetivar e enfim, ver a realidade como algo sólido de fato e ocupando um espaço definido e fixo como nos foi ensinado até hoje. Tudo está conectado, tudo ressoa com tudo e a partícula última de matéria que seria o "tijolo" do qual o Universo é construido, nunca existiu, pois tudo é energia em movimento e mais: tudo é uma só Consciência em diversas individuações, interpretadas ilusóriamente como sólidas e separadas e como realidade física pela mente semi-adormecida do homem, especialmente nestes tempos modernos de excessos de racionalismo materialista e menos de sentir e perceber com as faculdades superiores do Ser, que sempre existiram mas que hoje tem de ser (re)despertadas. As próprias Leis da Física já não mais existem como regras fixas, 'gravadas em pedra', pois sua propalada solidez e confiabilidade são outras ilusões às quais nos acostumamos por condicionamento coletivo de viver somente numa parte da realidade e criarmos regras para ela. Essas leis deverão ser entendidas no futuro como leis parciais, fruto da observação de uma parcela da realidade habitual que vai se fixando como um consenso coletivo mas que na verdade é flúida e passivel de inúmeros feitos que aparentemente "violam" as leis que achávamos serem definitivas, produzindo então resultados espantosos que chamamos de 'milagres', acreditando ser sensato imaginar que Deus poderia violar as próprias leis quando desejasse (como nós faríamos em seu lugar...). Então, a pergunta deveria ser: quando se pode aceitar tais acontecimentos? Somente quando rotulados como 'milagres' mas não como uma clara indicação da existência de uma Realidade Maior a ser estudada com seriedade, como proposto aqui?

Essa tem sido a base da nossa limitada e igualmente ilusória ciência ensinada nas escolas (que professores esforçados e bem-intencionados, mas igualmente condicionados, ignoram, na maior parte) que visa, em grande parte, capturar desde cedo a energia do jovem para condicioná-la a essa realidade de consenso, pois esses jovens trazem, a cada geração, o potencial de querer investigar as coisas de forma fresca, arejar as idéias estagnadas e fazer avançar a sociedade estagnada, mas o condicionamento, a base desse modelo de ensino, procura direcionar os saudáveis ímpetos da juventude para principalmente defender e manter o modelo atual somente encorajando´inovações´e idéias que combinem com e reforcem esse modelo central, tratando de logicamente premiar e glamourizar tais contribuições, iludindo mais e mais jovens que desperdiçam seu brilhantismo sem perceber nada além, na maioria dos casos. Esse sistema logo deixa bastante claro para este jovem, nas entrelinhas do seu ensino, que acima do seu entusiasmo juvenil pairam pelo menos duas sombras a seguir seus passos e escolhas: a eterna ameaça das consequências financeiras se não fizer as escolhas 'certas' para sua profissão e os 'perigos' de um ostracismo e riso social, algo que ninguém deseja para si ou para seus filhos. Nesse momento, raros são os que enxergam tal sutil ameaça pelo que realmente é e têm coragem de enfrentá-lo com seu brilhantismo e inteligência frescas, preferindo encontrar um nicho lucrativo onde pode fazer o que gosta e só (caindo no lema atual de que basta gostar do que se faz para ser feliz...sem ver o que se está fazendo e com o que se está contribuindo, comodamente limitado às noções do que for politicamente correto em sua geração). A crescente insegurança social e a alimentação artificial e contaminada cuidam do resto e ai temos mais um cidadão de grande potencial aprisionado num sistema que promete o que não tem intenção ou capacidade de cumprir. Como sabemos, isso pode durar toda uma vida sem que se dê conta, sempre festejando conquistas e fazendo o tempo passar com entretenimentos, consumo e busca de satisfações imediatas que dizem que 'merecemos', todos os dias na publicidade de qualquer bem ou produto, de chicletes a carros, depois de tantos sacrifícios, pois a vida é assim, não é isso? Mas o verdadeiro sacrifício pode ter sido a perda da integridade da Alma imortal, pois os outros sacrifícios, na maior parte, são ilegítimos ou seriam na maior parte desnecessários, pois só acontecem pela imposição da luta diária do esforço de todos nós para nos adaptarmos a um sistema que é sabidamente impiedoso e indiferente para com nosso sucesso ou destino. Todos vemos mas nem sempre percebemos o significado dos exemplos diários que nos são apresentados nas mídias, onde por exemplo, um morador de rua pode ficar eternamente ao Deus-dará até morrer doente e esquecido de forma anônima, mas se for atropelado numa via pública, enviar-se-ão até helicóptero de resgate e paramédicos...e agora virará "notícia" para as mídias obcecadas em informar e em competirem entre si para terem matérias "exclusivas", mas sem se importarem muito com o que é nocivo transmitir (fora daquele politicamente correto da fase atual), pois frequentemente são informações espúrias de que não precisamos, apresentados no frequentemente detestável vocabulário, jargão, métrica, deturpações e ênfases do método jornalístico, que só servem para abalar o corpo emocional (corpo Astral ou Psicossoma) já combaildo do telespectador ou leitor, ainda esquivando-se do mérito de concluir ou ensinar, pois isso seria "problema do indivíduo" que deve concluir por si...mas como esperar isso de um indivíduo condicionado de berço, intoxicado pela alimentação artificial, morta e contaminada que perturba sua clareza mental e ainda fustigado pelo estresse financeiro para não ligar para mais nada!? Não seria hipocrisia alegar que se deve deixar de "interferir" na opinião alheia, quando isso acontece o tempo todo nas publicidades insidiosas, na maquiagem de alimentos nocivos e na manipulação da realidade? Outro exemplo está nos recorrentes casos em que se tem "dó" de bois que foram pegos numa enchente e aí fazem de tudo para socorrê-los, quando seu destino em seguida é o horrendo abatedouro cruel e indigno de uma sociedade escalarecida... a lista de exemplos é longa. Tudo isso pode parecer obscuro ou um pouco difícil de entender ou aceitar à primeira vista para muitos de nós, especialmente se este é seu primeiro contato com este assunto, mas na verdade não é, pois o verdadeiro e mais difícil obstáculo a reconhecer e vencer é o condicionamento mental em que nos metemos, antes de podermos assimilar o significado e vermos uma parcela maior dessa realidade. Este texto tem justamente a finalidade de tentar ajudar nesse sentido, com as melhores explicações e informações disponíveis.

Assim, o microscópio eletrônico já nos mostrou a vida microscópica que nem sabíamos existir e isso mudou toda a medicina, telescópios cada vez mais poderosos nos mostram o infinitamente longe, que também não poderíamos ver, revolucionando a astronomia, sem contar as ondas de rádio e tv, o ultrassom, as microondas e o infravermelho que possiblitou a criação do controle remoto do nosso dia-a-dia, todos invisíveis e indetectáveis a olhos e ouvidos nús. Numa outra faixa de frequências, o dispositivo Kirlian nos mostrou energias biológicas idem. A própria fotografia, atuando puramente no mundo material do dia-a-dia, nos mostrou aspectos fascinantes da vida que não poderíamos ver só com nossos olhos, como os movimentos de crescimento acelerado na natureza em stop-motion ou reduzidos em camera lenta. Outros aparelhos de análise ainda nos mostram os gases do nosso oxigênio que não vemos ou a composição de nebulosoas e planetas distantes pela análise espectral. Com o surgimento dos computadores, pudemos finalmente ter a prova de que a realidade pode ser simulada, criada de forma virtual em 3D até, como no mundo que conhecemos (completo com terrenos, atmosfera, profundidade e interação com seus 'habitantes' cada vez mais dotados de uma Inteligência Artificial mais aperfeiçoada), assim criado mesmo por nós com nossa limitada visão da Criação e em tão pouco tempo, a ponto de ser cada vez mais difícil distinguirmos o 'real' do 'manipulado' por software, seja em fotografias, jogos ou filmes e isso deveria nos mostrar que a realidade em que vivemos e achamos tão real, também pode ser (e é) virtual, portanto incompleta, pelos motivos e fatos delineados aqui neste texto, como um convite fraterno e inspirador para um estudo maior da Realidade. Ao invés disso tudo significar somente uma empolgação para se adquirir os mais novos e sofisticados aparelhos para entretenimento e diversão escapista, deveríamos reservar a melhor parte do nosso entendimento para refletir sobre o que tudo isso significa na nossa Evolução, por que estas coisas estão surgindo agora e com tamanha velocidade, como isso tudo está sendo usado e que valores estão sendo transmitidos através delas: valores para iluminar nosso entendimento e proporcionar avanço real ou mais para estender e aprofundar o condicionamento já obtido? Essa apreciação serena do progresso tecnológico das últimas gerações, ainda nos mostra que inúmeras outras invenções já foram criadas até hoje que nos revelam aquilo que, de outra forma, nos seria invisível, sem provas e outras mais virão, o que significa que tudo sempre esteve aí na Criação, apenas aguardando nosso desenvolvimento e amadurecimento como sociedade, para desfrutarmos de uma nova gama de conhecimentos, pois só se pode des-cobrir o que lá já estava, en-coberto. Nada há de crença nisso e sim de uma observação positiva dos fatos, então por que nos é tão difícil seguir esse caminho bastante natural e pressupormos que há mais para se conhecer nos reinos, dimensões e frequências que ainda não sabemos ver com nossos olhos?

"A Biologia, tida como a "ciência" da Vida, é apenas descritiva. Ela não explica as energias vitais, por que as coisas estão vivas ou por que se movem". - Arthur Middleton Young, matemático, inventor do helicóptero e autor do renomado estudo a Filosofia do Processo, na magistral obra The Reflexive Universe, um marco que estabelece toda uma nova ordem natural para todas as formas de vida e matéria de forma científica, avançada e profunda, reformulando a classificação clássica das espécies, de forma brilhante. Um trabalho iniciado na década de 60, continuado nas décadas de 70 e 80 e revisado e aperfeiçoado pelo autor até seu falecimento em 1995. Essa contribuição de grande envergadura, reconhecida como uma obra-prima de uma vida inteira e o mais avançado do nosso tempo, continua fora do currículo dos que estudam e se formam nessas áreas.

A ciência oficial se apresenta ao público como um empolgante campo livre para exploração e pesquisa (que na prática vem sendo usada mais para impressionar e subjugar o adulto leigo e atrair e condicionar o jovem a um conhecimento pasteurizado e fixo no modelo materialista de onde não se permite sair sem um preço), mas na verdade mesmo nessa proposta 'oficial', está intimamente cerceada e limitada por seus próprios membros e financiadores ao que é 'aceitável' e lucrativo pesquisar. Assim, a ciência, quando mantida à custa de interesses, dogmas e preconceitos (como uma nova religião dos tempos modernos), custa mais a avançar (custo temporal, social e financeiro) e muitas vezes o faz na direção errada, quando não possui raizes firmes na legitimidade, vangloriando-se de violar, "consertar", superar e forçar a Natureza - enquanto admite não conhecê-la de fato e ainda a encara como algo externo ao Ser Humano, algo que simplesmente 'está aí' ou 'acontece' de forma autônoma e que só visa sua própria sobrevivência, mas ao acaso, e do qual nós temos que nos defender ou aproveitar, conforme o caso! - ao invés de imitá-la e segui-la com a humildade e a sabedoria indispensáveis, preocupada que está em atender a seus patrocinadores sem uma visão ou responsabilidade maiores, mesmo quando bem intencionados e sinceros pois estão circunscritos ao modelo de formação, visão e ação descrito brevemente aqui. Há portanto, na grande maioria dos casos, "avanços" que não representam progresso real porque estão nos distanciando de quem realmente somos e do que a vida realmente é em todos os níveis, por exemplo, ao alardear descobertas e curas que não as são de fato ou que promovem o modelo anti-vida de desconexão. Diáriamente vemos na mídia que a ciência médica e outras só tratam de sintomas e se esquivam de apresentar as causas -quando as conhecem!- à sociedade (que também não as cobra, condicionada que está de aceitar esse modelo piamente), escondendo-se atrás de inúmeros fatores que também são efeitos e não causas. Todos sabemos que apesar dessa fachada de legitimidade, floresce paralelamente uma imensa prática de medicina alternativa, centros espiritualistas e de tratamentos e terapias -verdadeiras ou de aproveitadores- pois a humanidade quer as respostas que lhes estão sendo (so)negadas oficialmente e poucos acreditam de fato nas intermináveis propagandas maquiadas de uma sociedade estável e feliz desde que siga a orientação oficial de consenso do que vem a ser 'conquista de um lugar ao sol', 'saúde', 'bem-estar', 'segurança', 'sucesso', 'realização' e, enfim, Felicidade. Deveria ser fácil para uma humanidade tão repleta de inteligências, ver que de um lado temos um modelo falso e terrívelmente incompleto a controlar a humanidade adormecida e, do outro, as filas intermináveis nos hospitais e clínicas psiquiátricas, o crescente número de desajustados de diversos naipes, os múltiplos distúrbios psíquicos e quadros "inexplicáveis" que assolam as maiorias, paralelamente ao crescimento estonteante e lucrativo das drogas químicas que não curam, onde, na maioria dos casos, o que diferencia a pessoa aparentemente saudável da declaradamente enfêrma, é apenas a sua posição na fila, pois diversos processos podem e costumam estar em andamento na esfera espiritual do ser sem que se tenha qualquer sinal "visível", ainda, tudo sendo só uma questão de tempo na maioria dos casos. Um outro exemplo: é um engano alardear nosso DNA ou herança genética como causa disso ou daquilo, quando este é apenas o suporte físico daquilo que já foi definido antes da pessoa nascer nesta vida para seu ajuste e progresso, ou ainda, que possui o potencial de se desenvolver de acordo com as escolhas de vida que a pessoa for fazendo, mas nunca é uma maldição ou o resultado de combinações ao acaso que deve então ser 'consertada' pela ciência materialista que só descobriu parte do processo, para evitar esta ou aquela consequência; deve-se estudar mais a fundo e se abster de intervir de forma radical e definitiva quando não se conhece as causas que, invariavelmente, antecedem o físico e são benéficos para a Alma mesmo não aparentando ser para o corpo. Isso não significa que não devemos procurar os meios de aliviar o sofrimento, mas sim entender primeiro o que acontece, qual a origem no caso específico de cada um, qual o motivo e qual o resultado pretendido pela tal enfermidade reequilibradora ou dificiência limitadora, antes de intervir, quando há os meios para isso fornecidos pela Ciência Oculta milenar, bem interpretada por conhecedores, sempre procurando avaliar o Ser como um Todo, indivisível de Corpo e Alma, e nunca somente uma parte, dessa forma iríamos progredindo de forma mais legítima e muito menos danosa ao conjunto. Já foi dito claramente por essa Ciência mais ampla que Não Existem Doenças, só Existem Doentes... Essa pequena digressão serve para mostrar a dimensão das ramificações do que estamos juntos estudando neste texto, pois tudo está conectado e não se pode revelar um aspecto mais profundo, como nesse tema sobre os Espíritos da Natureza, sem que isso tenha impacto em todas as nossas outras concepções da realidade. Fazer menos, seria um desserviço ao conhecimento da Realidade Maior e ao nosso progresso.

A Percepção de realidades sutis ou ocultas à visão comum possui implicações que devem nos levar a procurar a causa de todas as coisas, onde tudo começa, e quando fazemos isso descobrimos que tudo começa com nossa Ética fundamental diante da vida, pois dela deriva todo o nosso destino subsequente, nossa saúde ou doença e nossa capacidade de perceber o mais sutil ao invés de apenas o mais grosseiro. Doenças, por exemplo, sempre possuem origem nas faltas éticas da pessoa em algum ponto do seu passado (recente ou remoto) onde se usou da sagrada liberdade de forma imprópria, dando início ao mecanismo compensatório natural do organismo que desenvolverá essa ou aquela enfermidade ou condição enfêrma para reequilibrar o organismo no Caminho. Esse caminho é e sempre foi o do Amor Incondicional por toda a Criação, por todas as pessoas, animais, plantas e coisas. A pessoa que segue esse Caminho de forma consciente e escrupulosa, abstém-se não somente de fazer o mal a outrem da forma convencional (física) como também abstém-se de causar qualquer mal ou dano aos outros e ao mundo até em pensamento (que é algo muito real com efeitos igualmente reais e não só algo que acontece em sua cabeça como um vale-tudo sem consequências!...) cuidando também de suas palavras e comportamento geral, delicadamente agindo sem alarde, como gostaria que outros agissem para consigo, nos menores atos do seu cotidiano, convívio familiar e profissão. O desconhecimento, o não desenvolvimento ao longo da vida e a não observância dessa premissa essencial, desencadeia como um efeito dominó, uma série de consequências que a pessoa, sem orientação, terá muita dificuldade em associar às causas corretas devida a sua formação muito deficiente com relação ao conhecimento de si e a Realidade Maior. Nossa medicina dos sintomas se aproveita dessa ignorância fundamental para impor suas soluções que não alcançam causas e só procuram aliviar os efeitos, como se isso fosse cura, impedindo que o indivíduo tome posse de si e conheça sua própria responsabilidade ética nas coisas do seu dia-a-dia, que vai muito mais fundo do que apenas observar dietas, abster-se dos vícios mais óbvios etc., pois trata-se de uma retomada de 180o na sua Higiene Energética e Psíquica básica. Quando isso for um dia finalmente entendido e admitido com humildade, entender-se-á que medicina preventiva de verdade é detectar as causas na sua oirigem, que não é física, para transformar a energia enfermiça na fonte do perfil mental-espiritual da pessoa, que se tornará agente responsável pela própria cura, e não apenas remover seu aspecto físico, pois o estágio físico do aparecimento de uma enfermidade já é o derradeiro e não seu início! Remover algo nessa fase ou bloquear com drogas químicas, na maioria das vezes não é a tão apregoada prevenção e muito menos cura de fato, pois é apenas a remoção do ponto de entrada da energia enfermiça que já se desenvolvia no campo energético-psíquico da pessoa há muito tempo sem ser notada nem registrada por nossos aparelhos que não possuem sensibilidade ou alcance suficientes. Se bloqueada -sem ter sido de fato saneada-, essa energia enfermiça procurará então outra saida de forma inteligente noutra oportunidade que pode ser imediatamente ou dali a muitos anos, como um raio incontido que busca incansávelmente o fio terra para se dissolver no solo, retornando ao seio da terra para sua dissipação ("Na Natureza, nada se perde, tudo se transforma" -Antoine Lavoisier). O novo ponto escolhido será determinado, agora sim, pela herança genética do indivíduo que proporciona as condições adequadas nesse ou naquele ponto do corpo, para o progresso daquela pessoa nesta oportunidade, por diversos motivos que não cabem expandir aqui. Há diversas técnicas ancestrais e ultramodernas que tratam dessa condição nas dimensões sutis onde se formam antes de atingir o corpo, como a Cromoterapia, quando aplicada por pessoa realmente versada nessa forma avançada de tratamento e que saiba mais que o básico. Nisso será também essencial a mudança de mentalidade do doente ("A mesma mentalidade que criou um problema não está apta a resolve-la"-Albert Einstein) e não apenas festejar sua aparente cura, alías essa mudança de comportamento e mentalidade é um dos objetivos da enfermidade que busca reequilibrar o Ser na sua caminhada terrena e que a medicina e sistema de saúde dos sintomas mascara e impede o enfêrmo de tomar real consciência das causas que não sejam só observar uma dieta (o que em si já mostra que a alimentação 'normal' não é saudável...), ou se abster desse ou daquele vício favorito que não esteja mais na moda... pois visa mais o alívio imediatista do seu cliente a qualquer custo sem maiores proveitos. Este modelo já está falido há muito tempo mas seu pesado movimento de inércia continua, até se esgotar nas últimas consequências para cada indivíduo e sociedade a ele ligado por afinidade, interesses diversos ou puro descaso, que é o mecanismo natural da Vida para tais casos, onde semear é livre mas a colheita é obrigatória, uma noção básica mas avançada que já deveria fazer parte da ciência aplicada, da medicina e do nosso bom-senso diário, ensinado nas escolas desde criança, mas o que se vê é que até isso não é aceito ainda por todos como algo Universal, essencial de assimilar de uma vez por todas e nem está na superfície da nossa consciência diária, de onde tomamos nossa decisões e fazemos nossas escolhas. Noções como essa precisam ser entendidas, antes de mais nada, como científicas, de como a vida funciona em todos os níveis, e não como algo que apenas pertence ao âmbito de religiões ou filosofias de vida para simples crença de quem quiser. Saber apartar as duas coisas faz parte de uma fase mais esclarecida da nossa sociedade que deveríamos almejar, já. No dia que questionarmos sériamente isso como indivíduos e como sociedade, estaremos iniciando nosso despertar coletivo desse profundo sono diário que chamamos de "estado de vigília" que é tudo menos isso.

Então, onde estão a integridade e a apregoada imparcialidade objetiva da ciência nesses casos? Onde está sua liberdade de pesquisa? Onde, enfim, está sua legitimidade em nos guiar, se está cerceada por todos estes fatores que a fundamentam e limitam? Se sua aplicação depende totalmente da parte financeira e dos interesses dos que detém esse poder? Se a busca do profissional moderno está limitada ao que está na moda atualmente, ao que os outros 'permitem' que se faça e pelo que o 'mercado' está disposto a pagar, pois cada 'descoberta' ou 'avanço' precisa gerar lucros vultosos, 'atendendo' a esta ou aquela 'necessidade' humana, quando boa parte delas é fruto da vida artificial sancionada pela mesma ciência? Vemos todos os dias que quando se trata de reforçar algo, é sempre "os cientistas dizem que..." ou "a ciência diz que...", como a voz de uma coletividade subjetiva, mas quando algo dá errado e acontecem contaminações ou doenças, aí será esta ou aquela pessoa ou empresa que "utilizou tal produto inadequadamente", e nunca "a ciência criou isso", ou "os cientistas afirmaram que isso ou aquilo era bom para nós e olha no que deu", sem ligar os fatos de que não haveria necessidade de "utilizar adequadamente" se o tal produto não fosse tóxico e nocivo para começar, mostrando que nossa ciência não sabe (ou quer) resolver problemas sem criar produtos nocivos! Ou será que soluções para o que quer que seja, devem sempre ser tóxicas e artificiais e só podem ser usadas de forma muito restrita, específicamente para o que se deseja "combater" e só? Mesmo insistindo em passar uma imagem de neutralidade e imparcialidade, posicionando-se acima de religiões e crenças como algo independente, sensato e confiável, universal até, para guiar a Humanidade, sua legitimidade é nula se está presa a interesses políticos e financeiros e ainda se limita a uma investigação materialista que desconhece a causa das coisas e dá suporte à ilusão e falsidade dos conceitos passados pela publicidade nas TVs. Como essa ciência pode propor soluções para nossos dilemas, inquietações, desafios e enfermidades dessa forma? Fomos gradualmente condicionados a acreditar que se deve sempre esperar por (esperança) e estarmos abertos para a 'nova descoberta' de amanhã que porá fim aos nossos sofrimentos e injustiças (enquanto devemos estar fechados para outras realidades de uma Vida Maior). Alardeia-se diariamente pelos meios de comunicação, qualquer triunfo da ciência como 'uma nova porta que se abre' para a felicidade humana. No entanto, isso é uma fuga do hoje, de encararmos nosso dever de implementar hoje o caminho que já nos foi mostrado nestes muitos exemplos mundo afora, pois nada disso pode ter valor real estando sob o manto da ilegitimidade inicial. A mensagem embutida é que "a vida é assim mesmo e é dentro desse esquema que vamos encontrar a Felicidade e as soluções que precisamos pois o caminho é normalmente tortuoso e não podemos ser simplistas" mas basta olharmos em volta para ver que depois de décadas de aplicação desse modelo, vivemos em meio à decadência humana em todos os sentidos e os problemas superam as soluções de forma vertiginosa e hoje já sem controle algum, pelo motivo bastante simples de que aquelas nunca foram soluções de fato e o modelo que se esconde atrás de uma suposta complexidade da vida, é falso, pois o que temos de fazer sempre foi simples e bastante claro em suas bases morais, de onde tudo deriva depois. A resposta então para a pergunta inicial deste parágrafo, é esta: A integridade científica está nas mãos daqueles que souberam se manter acima do cientificismo predominante, dos dogmas e do modismo confortável de cada época, desbravando com genialidade científica e coragem, para produzir os resultados que temos hoje, mas que ainda falta admitirmos para as massas, nos meios de comunicação e nos meios acadêmicos comuns. Sem isso, continuaremos a debater questões contraditórias em fóruns online, revistas e congressos sem dar muito fruto, pois na maioria dos casos o debate já começa viciado nas tendências expostas aqui, anulando na maior parte, qualquer proveito mais profundo. Além disso, é claro, nessa agenda há pouca intenção de mudar algo de fato, pois isso requeriria mudanças maciças e radicais em diversos setores e isso não interessa, assim sendo, tais debates e congressos servem mais para atender aos muitos que clamam para que algo seja feito, mas na maior parte só nas aparências, sem dar espaço ou ouvidos àquela ciência mais séria e profunda que descrevi aqui, na maior parte só se discute acordos, propostas e compensações políticas ou ambientais limitadas quando não contrárias à Vida, analisam-se 'tendências' para ver onde estão as novas oportunidades comerciais e ai criam-se leis para permitir tais novas explorações e assim por diante. A situação é tão extrema que até os proponentes dessas soluções ambientais limitadas e superficiais precisam sempre revestir suas idéias com prognósticos e estatísticas de lucros para que suas idéias sejam sequer consideradas e isso, é considerado normal e é prática comum entre os que montam argumentos em favor de alguma causa ambiental! As exceções são em número insuficiente, além de raramente realmente esclarecidas nessa ciência mais legítima e só servem para confirmar o modelo predominante que enaltece os logotipos, os patrocinadores, a imponência do evento e o caráter 'oficial' do encontro etc para adiar tudo mais uma vez. Por isso mesmo, a população raramente sente qualquer mudança para melhor em suas vidas depois, pois a inversão de valores costuma ser travestida e veiculada como progresso enquanto o modelo central é sempre mantido e reforçado. A boa notícia é que além da Vida ter seus próprios meios de nos forçar a 'dar o braço a torcer' mesmo que leve tempo, já há despertamentos acontecendo em números cada vez maiores pelo mundo afora, seja do cidadão comum ou de pessoas com formação científica, que estão tendo suas faculdades perceptivas superiores ativadas. Mas, no geral, ainda teremos que atingir um nível maior de honestidade, despertamento, merecimento e coragem, antes que tais encontros tenham o sucesso que se espera deles. Sem isso, há só a ilusão, a frustração e o desapontamento de mais um encontro estéril.

"Poucos são os que vêem com os próprios olhos e sentem com seu próprio coração". -Albert Einstein

Todos esses fatos são verificáveis para quem busca honestamente por respostas e não possui motivos próprios para encobrir as coisas. Assim sendo, não seria impreciso dizer que por causa de todos estes fatos no desenvolvimento da ciência que testemunhamos ao longo de sua história, que o que vemos no dia-a-dia na forma de dogmas científicos é a voz da chamada ciência oficial, enquanto corre outra paralela feita de indivíduos igualmente senão mais competentes e preparados, porém dotados de uma maior visão, sensibilidade e integridade para com o método científico, além de terem buscado uma formação mais ampla para exercer suas profissões e que sempre descortinaram a Realidade Maior com reverência, através do seu trabalho genial e diligente, enfrentando todos os obstáculos e apesar do olhar de reprovação dos colegas que foram 'aprovados' por esse sistema oficial para ditarem ao leigo o que é real e o que não é, de mãos dadas com os outros sistemas que controlam a "realidade" do mundo. Estes são os verdadeiros representantes da ciência pois conhecem os obstáculos psicológicos e as armadilhas que todos trazemos em nós mesmos e que influenciam totalmente nossa forma de ver o mundo. O verdadeiro método científico se aparta do cientificismo, pois se baseia em dados como premissa e na vigilância dos processos mentais e psicológicos do profissional que procura sériamente evitar as conclusões fáceis, as racionalizações que procuram adequar o fato às crenças e preferências do observador e o pseudo-ceticismo obstinado e sem causa que só busca expor fraudes e ganhar alguma notoriedade dessa forma, tão ao gosto de tantos que não possuem uma formação melhor, o que é muito diferente do ceticismo sadio de uma mente clara que estuda os fatos. A verdadeira ciência ainda, não é uma ciência de consenso, onde todos tem a mesma opinião, como se fosse um Santo Graal inquestionável e dali se patrulha os que desviem desse modelo para combatê-los e ridicularizá-los com os meios prontos que dispöe para isso. É isso que vemos todos os dias: uma ciência de consenso, como acontece neste momento sobre as falsas idéias sobre o aquecimento global que são disseminadas de forma pronta, encapsulada, que contamina a todos por ressonância pelo condicionamento coletivo de suas formações, fruto de uma ciência que não tem ouvidos para quem discorda e mostra outra coisa, pois isso envolveria eventualmente ter de voltar atrás, atingindo seus empregos e imagem pública! Quantos ambientalistas sinceros não estão engajados dessa forma, sem perceber que são apenas repetidores de uma ciência de consenso, cumprindo o jogo de desinformação que seus empregadores esperam deles, sem terem uma experiência própria fora disso? Se há algo a se combater são as ilusões que entretemos, o condicionamento e as falsas idéias que nos distanciam da Realidade que estudamos, estas devem ser repudiadas de onde vierem. A verdadeira ciência permite e aceita outras formas de pensar e estudar algo, observa e respeita tais estudos, pois deve-se ter sempre a humildade de saber que estamos ainda entendendo essa Realidade e que não há uma só forma de conhecê-la! Pode-se chamar esta outra de ciência alternativa, mas pelo sentido pejorativo e de segundo plano que o termo propositalmente insinua, seria mais honesto chamarmos de Verdadeira Ciência, ou Ciência Essencial, pois se baseia no ideal de unir Espiritualidade2 e Ciência avançados, em igual medida, uma Ciência que busca e sabe unir a sabedoria e o profundo conhecimento do passado com o desenvolvimento racional de hoje, com Coração e Mente mais estreitamente ligados (Closer to the Heart - Rush), no trabalho diário e na sua busca pela Verdade onde ela estiver para resultados muito mais profundos e completos, portanto legítimos de serem assimilados por todos. Porém, depois de admitirmos isso também, é essencial seguirmos em frente de olhos mais abertos procurando evitar o separatismo num mundo já cheio disso e buscarmos sempre a Síntese do Conhecimento Real pelas mãos de quem vier, sendo a honestidade, a abrangência e a integridade de propósitos e formação, nossa melhor régua de medição das verdades que forem reveladas. Para os que preferem aguardar as provas que possam aceitar, recomendo acompanhar de perto o que a moderna Física Quântica e a Psicologia Transpessoal vem revelando. Devemos apressar a chegada do dia em que características e condições como o merecimento, intenção, honestidade, integridade, retidão, malediscência, inveja, cobiça, amor, Fé, descrença, desconfiança, ódio, sintonia, apatia, pensamento, desejo e ação, por exemplo, sejam consideradas realidades científicas, como fatos na esfera psíquica da alma, do Eu, que moldam os destinos individuais e coletivos, nunca mais apenas como virtudes opcionais, só pertencentes a religiões e filosofias de vida ou mesmo como somente fenômenos/transtornos psicológico-psiquiátricos da mente e sim como causas livremente escolhidas que geram efeitos reais e físicos mensuráveis, seja no corpo físico, no corpo da sociedade ou no Planeta e em todas as formas de vida que nele habitam.

Poucos sabem, mas há um considerável número de médicos, arqueólogos e cientistas de diversas áreas que possuem faculdades de Clarividência e Psicometria8 bastante desenvolvidos e as usam em seu trabalho com resutados espetaculares embora a maioria ainda o faça sem alarde e evite revelar isso públicamente por receio do establishment científico e de abalar suas 'reputações' no meio, mas tudo vem sendo documentado e mostrado em obras de grande importância de autoria de homens e mulheres da ciência, de físicos e antropólogos a neurofisiólogos, confirmando a convergência das revelações que estão vindo à tona que menciono aqui e que vai mudar muita coisa em breve. Também a sociedade moderna mostra sinais de que está cada vez mais dando valor à honestidade e a transparência - pois já avalia e está finalmente cansada dos danos causados na ausência desses valores e que portanto não é inteligente ser "esperto e aproveitador" no longo prazo - e as está exigindo de forma cada vez mais aguda da classe política, por exemplo. Entre as pessoas comuns, entre a população educada do mundo, também muitos já entenderam a farsa da realidade atual que nos é apresentada e na privacidade dos seus pensamentos já aceitam muita coisa do que foi exposto aqui e o tempo virá em que haverá uma queda ou um afrouxamento desse patrulhamento do condicionamento imposto, e nesse dia, milhares virão à frente dizendo "eu já sabia" ou "sempre acreditei nisso ou naquilo", mas no momento, temerosos das consequências, se calam e esperam um cenário mais favorável, sem querer encarar os fatos de que nós fazemos nosso cenário futuro, diáriamente, na medida em que jogamos o jogo das ilusões e a reforçamos ou damos nossa contribuição decidida, para mudá-la, pois há pouco mérito em só se juntar aos outros quando forem maioria, como já fazem agora! Porém esse despertamento tem de ser muito mais amplo e verdadeiro para sairmos do estado condicionado em que nos encontramos, para podermos ter a verdades científicas aplicadas em todas as suas áreas, da medicina à alimentação até chegar ao estudo do meio ambiente, de quem somos e, finalmente, do Planeta (Gaia) em si e o que esta quer e espera de nós! Sim, o planeta em que vivemos é um organismo vivo e hiperconsciente e que também existe de forma multidimensional com um propósito grandioso: entender e admitir isso é urgente se quisermos realmente entender as tais mudanças climáticas de forma muito mais verdadeira do que tem sido divulgado.

Este panorama vasto e mais profundo da Realidade suscita a pergunta muito natural de como podemos enfim ver essa realidade, se a atrofia dos sentidos chegou até este ponto que procurei demonstrar aqui? A boa notícia é que todos temos essas capacidades inatas que ainda podem ser despertadas e educadas e que não há necessidade de recorrermos a formas forçadas ou artificias de desenvolvimento de algum órgão especial de visão. Mesmo com a grande quantidade de práticas e vertentes disciplinadoras a nossa volta, tentemos simplificar a questão seguindo o seguinte caminho que a razão e a intuição nos mostram: Excetuando-se as muitas pessoas que possuem dons natos de clarividência e outras formas de contato com as dimensões extra-físicas por razões diversas, que não são o caso de tratarmos aqui nesta introdução ao tema, os demais precisam primeiramente entender como vêem o dia-a-dia para depois começar a educar uma outra forma de encarar a realidade. O primeiro e mais importante fato aqui é que aquela tendência que mencionei inicialmente de irmos escolhendo ver e entender o mundo pelo uso quase exclusivo da razão, criou uma cisão de como a Consciência, o Eu, passou a encarar a realidade. Essa cisão significa que passamos a ver o mundo como algo externo à nossa mente, que assim apenas observa e interpreta fenomenos fora de si mesmo sem perceber mais que o Eu faz parte de toda realidade e nunca foi algo separado! Isto resulta em um estreitamento da nossa visão e da nossa capacidade interpretativa do que vemos. O caminho inverso proposto aqui é de justamente começarmos a ver as coisas como Um Todo onde estamos inseridos e não mais vendo apenas "objetos" externos para análise. A Física Quântica agora nos mostra que não há tais coisas sólidas como objetos permanentes que vemos e que o observador interage constantemente com o fenômeno visto e que isso altera o resultado da observação, seja de um pôr do sol, uma rosa e assim por diante. A visão que sofreu essa cisão só é capaz de ver a realidade mais densa, a física, enquanto rejeita todas as outras impressões que nos chegam aos sentidos, como intuições, reações corpóreas e imagens mentais, como fantasias, negando tudo que não pode apalpar, isolando-se do fenômeno Vida. O treino para se recuperar e depois desenvolver essa capacidade de percepção começa com aquietar a mente e procurar sentir primeiro seu meio ambiente imediato: sua casa, móveis e aposentos, aguçando a sensibilidade para perceber as diferenças sutis de cada ambiente. Perceber os delicados movimentos e sensações em seu próprio corpo também é essencial, pois seu corpo, como antena viva, passará a reagir a um contato com os diferentes campos energéticos, até começar a discernir entre objetos de consciência simples como móveis, até seres vivos das dimensões sutis à nossa volta. Trata-se de começar a perceber os mundos sutis e isso não está só lá fora como em nós, em nossos órgãos e suas interações, nos objetos e nos locais impregnados com nossas vibrações diárias. Poucos sabem, mas muitos cientistas, psicólogos, médicos, horticulturistas, botânicos, PhDs e biólogos de renome, para mencionar alguns, estão neste momento utilizando essa percepção ampliada em suas investigações e profissões com resultados revolucionários que estão sendo documentados em livros sérios, poucos disponíveis ou divulgados em Português. Aliás, dito isso, é importante frisar também que é preciso não recair novamente no mesmo modelo do cientificismo que mencionei, quando tiver acesso a tais livros e autores especiais, pois esse modelo procura sempre 'encaixar' os outros no seu sistema autoritário para 'colocá-los no seu devido lugar', o que é tudo menos isso: seu verdadeiro lugar é o estudo e reconhecimento de sua veracidade, sua genialidade, sua aceitação e prática o quanto antes por pessoas honestas e competentes que desejam ardentemente se dar uma formação mais profunda e verdadeira para achar as soluções legítimas que precisamos para nossos problemas como sociedade, como espécie no planeta, como Ser encarnado, como humanidade e como profissionais em nossas áreas, sem mais separar essas coisas que fazem parte de uma só visão da nossa presença na Terra.

Percepção do Mundo Natural

Um outro aspecto importante para termos sempre em mente sobre o modelo usado pela ciência em geral, mesmo quando esta não recorre ao mencionado cientificismo, é este: o método da Análise, aplicado de forma unicamente materialista está, por definição, limitado à classificação de tudo que encontra, pois necessita dar nomes e definir rótulos para tudo, para que o objeto do seu estudo não fuja ao seu controle.  Isso tem seu lado inevitável, é claro, quando se estuda algo e é muito útil para se estruturar um estudo de forma organizada. Mas é preciso sempre ter uma visão mais ampla e saber que a vida é dinâmica e não limitada às classificações humanas, por isso tal tipo de estudo ao invés de apenas empregar apenas o lado útil mencionado, acaba usando esse peso verbal gerado pela extensa nomencaltura classificatória (ainda mais porque se baseia na forma antiga de nomes em Latim, por exemplo, que cada vez menos sentido real tem para uma civilização que se dilui a cada geração...), como se por si representassem verdades resolvidas e inalcançáveis pelos leigos, quando são apenas os nomes que damos às coisas (a Letra que Mata)! A Natureza, por sua vez, não reconhece tais nomes e nem é guiada só pelo raciocínio pois, como procuro demonstrar aqui, a Realidade Maior transcende, escapa aos esforços humanos de controle, apresentando sempre resultados "inexplicáveis" que não foram previstos pelos nomes quilométricos e classificações hierárquicas complexas. Além disso, por serem dinâmicos, os fenômenos naturais estão vivos e em constante movimento e a nomenclatura é exatamente o oposto, quando procura engessar algo com um nome descritivo, taxativo, definitivo. Somos muito hábeis nessas classificações e gostamos de confundir os milhares de compêndios contendo nomes e longas descrições para cada planta, animal, pedra ou doença, por exemplo, com o conhecimento delas, como se só isso nos tornasse conhecedores deles, quando na maioria das vezes nem suas causas e motivo de existir realmente sabemos! Referimo-nos diariamente ao mundo natural através das nossas profissões usando tais nomes como se isso já dissesse tudo que precisamos saber! Fazemos longos relatórios acadêmicos sobre as espécies sendo estudadas, repletas de mínimas diferenças morfológicas, climatológicas, comportamentais e geográficas, com textos secos e tediosos que mais visam atender ao rigor formal aprendido na escola e exigido depois na vida acadêmica para assegurar nossos empregos, mas que raramente refletem, nem dão espaço, a VIDA sendo estudada! O cientista do futuro será como um Sacerdote da Alma e da Ciência Universalista ao mesmo tempo, no entanto a imagem que se criou para um cientista "sério" é o da pessoa neutra e fria que atende ao rigor formal, e nisso termina o seu auge, porém nada podia ser mais distante da realidade onde antes de termos esta ou aquela profissão, somos todos Seres, Consciências que investigam e partilham da Vida e como tal, todo nosso progresso científico deveria refletir essa fascinação, reverência e Amor pelo mundo natural seja na Terra ou no Cosmo, sem que isso fosse taxado de informalidade anti-científica! Em outras palavras, nesse cenário, raríssimo é o pesquisador que seja capaz de simplesmente sentar-se ao lado da planta ou animal sendo estudado e sentir suas necessidades e realmente saber que vida é aquela, o que está fazendo naquele instante, além do visível, o que sente e comunicar-se com ela, como fazia de forma sublime, o ex-escravo Norte-americano tornado Bioquímico no início do século passado, George Washington Carver, que deixou o exemplo e um legado de substâncias descobertas através de sua interação com as plantas, usadas até hoje na indústria! Algo simples e natural a todas as espécies, mas tão distante de ser alcançado por nós que nos contentamos com os nomes e a classificação correta das coisas! O mesmo acontece na medicina moderna, onde raro é o médico que seja ele próprio um exemplo de saúde, para nos aconselhar como viver, como pode ser que achamos tudo isso normal?

Ainda não nos demos conta de que a obtenção dessa informação mais profunda não advém primeiro da análise formal e sim da Percepção de um ser para com outro, uma educação que nos falta completamente. Entenda-se aqui a percepção não como algo obscuro e fantasioso, mas como algo muito real, da mesma forma como percebemos quando gostamos ou não de um lugar ou de alguém, de forma clara e inequívoca. Ou será que por não podermos medir o Amor que temos por pais, filhos, parentes, cônjuges e animais domésticos, ele não existe? Como já foi dito: se não formos capazes de saber das necessidades de uma planta ao passarmos por ela, se tem sede, se está feliz ali, se algo a aflige, é porque nunca realmente a conhecemos, pois nossos compêndios científicos não tratam da Vida em si, só em descrevê-la com tecnicismos e formalidades sem fim, para só depois de muito ponderar e debater, chegar a alguma conclusão, que ainda será sempre incompleta e sujeita a aprovação dos que controlam as verbas. A verdadeira ciência é feita de dados e precisamos de dados mais profundos para podermos ter a legitimidade de tomar as providências urgentes e duradouras que os descalabros ambientais exigem. Tais métodos possuem sua utilidade, como já disse, mas são um pobre substituto para o Conhecimento Direto da Realidade Maior que nos cerca nesta vida e o apego a elas engessa nosso progresso e nisso é preciso ouvir e dar poder àqueles que desenvolveram tais aptidões sensoriais de forma séria e ilibada para juntos, perquerirmos a Natureza e saber o que ela quer que façamos em cada caso. Da mesma forma, os títulos das nossas profissões, os longos nomes de nossas instituições e os extensos nomes descritivos de nossos cargos nelas, ocupam muito do que deveria ser apenas nosso conhecimento direto do mundo. Em outras palavras, a era que temos de despertar, estimular e educar de hoje em diante, é o da Percepção Direta, que deverá retornar ao seu lugar de direito, precedendo a Análise, pois a percepção das coisas, como faz qualquer ser vivo e também os Espíritos da Natureza, traz a Síntese, a noção real do Todo e seu significado de forma direta, instantânea e verdadeira. Isso é possível, está sendo feito e é essencial para nosso futuro. O método racional pode dizer o mesmo? Ou será que na verdade levamos anos debatendo, desprovando, acusando, testando, publicando, rivalizando, etc. para muitas vezes dizer que mesmo depois disso tudo, ainda não sabemos algo direito, só encontramos indícios, pistas ou mais uma pecinha no gigantesco quebra-cabeças, isso quando não sentenciamos que isso ou aquilo é causa de tal fenômeno, quando ainda não o é de fato?! Quando se chega enfim a uma conclusão, é típico encurralarmos tal noção como sendo apenas o ponto de vista de tal pessoa ou pesquisador, adiando a aquisição de algum Conhecimento Real ainda mais. Como não sentimos o suficiente e não percebemos muito do mundo ao nosso redor, recorremos a análise racional para não ficarmos para trás, numa compreensível, mas pouco sábia escolha, como atestam as múltilpas e profundas consequências que contemplamos neste texto que já não podem mais ser descartadas de forma honesta, como irrelevantes ou não conectadas diretamente a estes fatos, hábitos e mentalidade. Além disso, o ser humano ainda supõe estar sendo exclusivamente racional naquele modelo, quando na verdade está imerso num mar de intuições, sugestões, influências, preconceitos e viéses que advém do simples fato de que somos todos antenas vivas captando tudo isso do meio ambiente, do Cosmos, uns dos outros e das dimensões ao nosso redor e dos seus habitantes, o tempo todo, quer admitamos ou não, além de trazermos nossa bagagem pessoal de outras vidas que ignoramos, mas que colorem assim mesmo nosso raciocínio lógico de diversas maneiras hoje, com resultados diversos, principalmente quando nem estamos cientes disso ainda (apesar de todas as provas e indícios claros acumulados nesse sentido até hoje)! Conheça-te a Ti Mesmo, continuará a ser o aforismo oculto mais importante até que seja realizado! Uma máxima que temos de aprnder a cultivar com respeito e atenção e pormos em prática em nosso dia-a-dia e à luz do dia, pois não estamos mais numa época em que seria legítimo cultivar tais valores em clausura. É preciso, por fim, fazer isso com o maior zêlo de que formos capazes, antes de almejarmos ascender no real progresso da Percepção do Mundo Natural e se estamos muito atrasados nisso, ou nem começamos ainda, temos o significado do que foi dito no inicio deste texto, que o tempo urge.

"Não é sua tarefa procurar o Amor, porém meramente procurar identificar e remover as barreiras que existem dentro de você mesmo, que você construiu para bloqueá-lo"-Rumi

É preciso então integrar as faculdades intuitivas e do sentir ANTES de recorrermos a análise. Aqui há um outro aspecto muito importante de salientar e ligar a essa compreensão: Não podemos almejar sentir e ver aspectos dessa Realidade Maior sem termos uma ÉTICA verdadeira e uma boa dose de Amor Verdadeiro em um interior bem resolvido, pois uma personalidade confusa, dissimulada, pouco honesta consigo mesma e com os outros, e atrelada a problemas emocionais mal resolvidos ou ainda ocultos, etc, somado a uma apreciação fria do mundo não podem propiciar mais do que fragmentos distorcidos dessa Realidade Maior! Tal pessoa nem estaria apta a usar seus recursos lógicos e de análise racional para apreciar, argumentar contra ou mesmo trocar idéias significativas sobre assuntos como estes. Então vemos que o caminho começa com uma nova apreciação da Vida, do Mundo, do Planeta e de nossa presença aqui, para depois estendermos essa visão amorosa para a Natureza como uma extensão de nós e não mais como um espécime a ser visto numa lâmina de microscópio para análise. Um contato ou visão também depende de se saber estar firmemente presente no aqui e agora, evitando as intermináveis distrações mentais que nos distanciam do momento presente que estamos vivenciando, saber estar de posse de si, de sua soberania individual, firmemente 'ancorado' de forma consciente no local que estiver. É preciso saber combinar a utilidade indiscutível da racionalidade, uma conquista nossa, com o despertamento de uma visão mais holística que começa consigo mesmo e vai se estendendo ao ambiente do seu lar e seu entorno e depois ao meio ambiente e ao mundo. Antes que se diga, é bom não concluirmos com isso que se trata de usarmos nossos "óculos cor-de-rosa" e não vermos mais as torpezas e o estado em que o mundo se encontra! Trata-se de educar uma nova forma de ver, mais completa, que busca sinergia, eco, ressonância e conexão com o Planeta, para podermos começar a conhecer melhor as verdadeiras causas de tudo, pois só assim, podermos nos candidatar a sermos seus executores capazes no plano físico, em parceria saudável com os Elementais e Espíritos da Natureza, bem como com os habitantes extra-físicos de planos superiores ao nosso, nossos irmãos, que aguardam por esse grande dia de cooperação de respeito mútuo onde não encaremos mais tais contatos como mensagens ou instruções de seres sábios que devem ser obedecidas cegamente, sem soberania própria, nem como fraudes e muito menos como experiências religiosas sobrenaturais e sim com nosso bom senso, responsabilidade individual e igualdade, pois estando no plano físico somos os que mais conhecemos e podemos interagir com esta realidade enquanto que nossos iguais do outro lado possuem a vivência e o acesso a essas outras dimensões. Uma parceria saudável, inteligente e amorosa entre os dois lados formarão o ecosistema completo da experiência humana um dia. O dia chegará em que a ciência não poderá ser mais praticada sem isso, pois não se poderá mais chamar de ciência, uma disciplina que tateia às cegas sem ver realmente o que há em volta, restrita à diminuta parcela da realidade que é o reino físico, cujas transformações nunca são entendidas porque suas causas não residem somente nela. Aliás, já existe um termo oficial exato, mas naturalmente pouco divulgado, que identifica essa forma incompleta e ilógica de conduzir o pensamento científico: chama-se cientificismo e muito dos argumentos que vemos contra a existência de uma Realidade Maior não passa disso, cientificismo, uma postura travestida de ciência para usar o emblema deste último para tentar se posicionar em um patamar tido como inalcançável pelo leigo! Mas tudo isso não tem real poder de argumentação ou valor de permanência, e passará com o amadurecimento, um dia.

A visão coletiva advém da individual, da mesma forma, a visão pessoal de cada um de nós também pode ficar engessada por dogmas, apatias e atitudes que sempre exigem as provas fáceis, sem esforço ou merecimento próprios, adiando nosso crescimento pela perda de valiosas oportunidades de aprendizado por uma falta de abertura, falta de equilíbrio entre o racional e o intuitivo -nossa Conexão Maior com a Criação- e medo de mudar a própria vida, uma consequência saudável que vem com o crescimento consciencial, sem perceber ainda que não há nada para se temer a não ser o próprio medo... que é um fator de muito atraso para o desenvolvimento pleno do Eu que alimentamos diariamente de muitas formas. Nessa visão, podemos dizer que a ciência atual, quando vista de dentro, em meio a suas inúmeras partes, é maravilhosa e impressionante, mas quando vista na soma dessas partes e o que isso significa na prática, é frustrante por ser muito auto-limitada, assustadora e verdadeiramente chocante, pois diáriamente impõe a seus membros e divulga livremente, festivamente e amplamente para a sociedade pelos meios de comunicação que estão à sua disposição em toda parte, idéias anti-vida e contrárias a Realidade Maior do desabrochar da Vida, travestidos de triunfos do conhecimento atual que, na maioria das vezes, só reforçam a ilusão e a crescente desconexão do Ser com seu meio ambiente, seus alimentos, sua saúde e seu Tornar-se, constituindo-se mais como uma proporcionadora de confortos e prazeres, por um preço e, portanto, não para todos, na medida em que apóia e permite por exemplo, a proliferação de uma alimentação artificial, nociva e contaminada - mas festiva e tornada atraente e divertida - que só faz engrossar as filas de enfermos nos hospitais e consultórios psiquiátricos, (enquanto combate, dificulta e sentencia os alimentos e remédios naturais como farsas ou não provados "cientificamente" como se os alimentos e aditivos artificiais e químicos fossem de fato constatados como ok para nossa saúde e nutrição!) ou quando dá suporte a uma medicina que não cura de fato pois o alvo é apenas a remoção dos sintomas e da dor para tranquilizar um cliente e raramente de uma real compreensão das causas, quando não físicas, numa contínua fuga de identificar a condição humana e explicar sua Razão de Existir a um mundo sedento de informações honestas e com assustadoras dívidas sociais e ambientais aguardando o justo resgate. O mesmo se repete na permissão 'científica' dada a produção em larga escala de cosméticos e produtos de beleza feitos com ingredientes tóxicos e frequentemente cancerígenos até para crianças e bebês... e a não menos tóxica indústria de fertilizantes químicos e pesticidas que contaminam todos os nossos alimentos e nem são necessários, a obsolescência planejada e permitida de produtos de consumo, de sapatos a eletrônicos, destinados ao aterro sanitário....a lista abrange a quase totalidade das atividades humanas onde em cada canto nossa ciência sanciona práticas danosas que enfraquecem a vida, onde quase não há também seres humanos sem grandes quantidades de metais pesados e toxinas em seus corpos, sempre festejando e compactuando com isso, com poucas e espaçadas exceções que só confirmam a regra. Essa ciência das aparências e à serviço das corporações, que enaltece o bem-estar superficial falhou no seu papel de informar o que existe de fato por trás das formas físicas e justificar nossa liberdade com a maturidade da responsabilidade pelas consequências desse estilo e filosofia de vida. Felizmente, por outro lado, há diversas empresas, grupos e indivíduos trabalhando noutro sentido e isso cresce a cada dia, mas será preciso ainda mais para pender esta balança para um lado realmente saudável e legítimo.

O sistema que combate o espiritual-natural e empurra o material-artificial de forma autoritária e ameaçadora no cenário do nosso dia-a-dia delineado aqui, possui mecanismos próprios e bem definidos que podemos notar se quisermos. É um mecanismo que, ao mesmo tempo (!), sutilmente e afrontosamente envolve cada noção de progresso real que surge aqui e ali para distorce-la em seguida, como no caso do surgimento da palavra "ecológico" lá pelos anos setenta que foi sendo transformada numa palavrinha que, na maior parte, apenas reflete noções superficiais e ocas para serem repetidas ad nauseam. O mesmo aconteceu com a palavra "natural" que chegou ao absurdo ético-científico de ser permitido usar para qualquer produto como estratégia de vendas, pois não há obrigatoriedade legal de tal produto ser de fato natural (e qual seria a definição disso, se o tal alimento é energéticamente morto para começar?) só porque isso está escrito em seu rótulo de forma chamativa (lembremos que esse sistema "obriga" (leia-se 'permite') que a palavra "artificial" seja colocada com letras magras e alongadas de difícil leitura, como acontece com os 'xaropes de groselha' da nossa infância, refrigerantes, transgênicos etc...). Ou ainda de pães "integrais", que não o são de fato (coloridos artificialmente para parecerem integrais, mas declaradamente são só 10% integrais, quando não menos...), sem contar o uso matreiro da semântica para mascarar realidades como o uso da palavra 'sabor' para se esquivar de que não contém o produto (!) -sabor chocolate- que poucos lêem ou não se importam mais, ou o uso de artes e fotos chamativas nas embalagens que nunca são iguais ao produto... e o mesmo se aplica a diversos cosméticos, modos de vida "naturais, com a natureza" etc. Vê-se que cada vez que a consciência coletiva atinge certa maturidade e cataliza um novo despertamento do que deveríamos fazer, o fato é rápidamente notado e amplamente transformado, com instruções enviadas, hoje com a eficácia e velocidade da eletrônica, como uma estação repetidora para que todos os meios de comunicação caiam nesse engodo amparado por relatórios 'científicos' que rapidamente dão suporte a essas tendências, para respaldo superficial das publicidades e lucro para os envolvidos. Hoje temos a "sustentabilidade" que, embora seja uma noção progressista em seu sentido óbvio, vai pelo mesmo caminho, sendo usado também ad nauseam como emblema de tudo e todos, com exceções insuficientes. É preciso ver que cargos e empresas que ostentam tais palavras de ordem, na maioria das vezes o fazem apenas para manter a produção de seus produtos finais que já são eminentemente nocivos (e para isso não se olha), independentemente de tais empresas divulgarem para todo lado que "protegem a natureza" ou fazem doações enquanto isso, pois o objetivo maior não é de reconectar e despertar o ser humano mas apenas assegurarem a imagem pública da sua preciosa marca e vantagem estratégica de mercado de forma agressiva frente aos concorrentes, na atual nova fase de novos despertamentos coletivos, empenhando-se em distorce-las novamente, repetindo mais uma vez o modelo mencionado acima, sem que ninguém se importe, afinal, o importante para as maiorias é festejar seus esforços em galgar posições no "happy hour" ou no churrasco do fim de semana com a família e amigos, torrando nosso irmão menor para celebrar alguma conquista "sustentável", não é assim na maioria das vezes? Vê-se então que a noção progressista inicial dessas novas palavras da moda tem seu objetivo elevado e legítimo e que há proveito apesar de tudo, pois passamos a fazer muita coisa de forma melhor e aprendemos muita coisa nova, (pois é a Vida Maior em ação e não apenas o movimento dos interesses humanos), porém ao mesmo tempo, se deixarmos, essa noção vai sendo diluida na repetição oca e distorcida desse sistema, limitando muito o nosso progresso que levará então muitos anos disso para chegarmos a algum lugar legítimo e realmente alinhado com o Planeta e nossa Alma. Mas voltemos ao fio condutor do nosso tema principal, onde toda essa manipulação posterior e externa à vida, se encaixa:

Esse desenvolvimento científico, se encarado honestamente, deveria ter nos deixado claro que tudo é uma questão de frequência, sintonia e densidade, semelhante a quando sintonizamos em uma determinada emissora de rádio, conforme sua frequência, para só então ouvir música onde antes só havia estática ou quando certas substâncias só se tornam visíveis quando ficam mais densas, pois hoje ainda só vemos e ouvimos nessas frequências mais baixas na maior parte dos casos. Ver e ouvir em frequências mais altas sem o uso de aparelhos amplificadores requer treino, empenho e apuro3, mas é possível, é claro, pois muitas pessoas em diversas épocas e de diversos panos de fundo já o fizeram com resultados que meras palavras seriam insuficientes para descrever e esse aumento real de frequências de percepção continua acontecendo para cada vez mais pessoas no mundo hoje, neste mesmo momento em que você está lendo este texto. Na luz branca do nosso Sol só podemos ver um pequeno espectro da realidade onde os raios infravermelhos, ultravioleta, raios-x, gama etc. se situam fora desse espectro e necessitamos de aparelhos para comprovar suas existências e poder usá-las -e isso é bem conhecido- mas falta entender que isso se aplica a muito mais: conforme se avança na exploração das frequências e das subdivisões do átomo, encontramos outras DIMENSÕES para a Realidade, dimensões também feitas de matéria porém de um tipo cada vez mais sutil conforme se sobe na escala das frequências. Por analogia com o mundo que já vemos, deveríamos deduzir disso que haveria muita vida nessas outras dimensões também, pelo simples fato de que na natureza nada existe sem razão e propósito rico e já sabemos que há uma variedade enorme de vida em toda parte neste mundo.

Neste ponto, gostaria de fazer um outro parêntese para incluir outra informação essencial sobre essa questão de frequências que mencionei, e é isto: nosso estado mental-espiritual de cada momento determina o que é atraído para nosso campo, nossa vida, ou que é repelido, pois cada estado mental possui sua própria frequência que combinará com outras que existem à nossa volta seja nesta dimensão física ou além. Frequência significa velocidade, a velocidade da vibração de uma onda. Eis o exemplo fundamental: um estado mental-emocional-espiritual onde predomina o medo e a insegurança, qualquer negatividade e pessimismo, apatia ou desconfiança crônica em relação a tudo como base do perfil, o pano de fundo da pessoa, aquele estado em que a pessoa fica a maior parte do tempo pois acostumou-se a se posicionar assim diante da vida, em outras palavras, sua assinatura vibratória, mantém a frequência vibratória dessa pessoa predominantemente numa faixa e velocidade muito abaixo do que deveria ser o seu normal, contraindo e adensando seu campo numa frequência comparativamente mais lenta do que uma pessoa que não possui afinidade com esse estado mental-psíquico. Em oposição, uma atitude alegre, confiante e positiva, com Fé nos mecanismos da Vida que sabe conspirar sempre a nosso favor e crescimento, onde predomina uma atitude de Amor Incondicional para com o próximo e o meio ambiente, proporciona uma vibração mais acelerada, expansiva e menos densa. Longe de ser um efeito meramente psicológico, essa atitude firmada numa convicção e conhecimento da Ciência Oculta de como a Vida realmente funciona, eleva, areja e, em última análise, protege o indivíduo de todo tipo de influência e ataque psíquico que provém tanto deste mundo, por exemplo, da maledicência intencional ou habitual de nossos conhecidos, colegas de trabalho ou familiares, como das dimensões adjacentes (Etérica, Astral e Mental) por motivos diversos que não é o caso de expandirmos aqui. Em outras palavras, o temor pelo que pode acontecer à pessoa, ao invés de ser uma demonstração de prudência, é na verdade um atestado de insegurança e falta de firmar sua posição de forma mais sólida diante da Vida, no aqui e agora, por ignorância dos mecanismos sábios da Vida, abrindo caminhos para que aconteça o pior, pois os semelhantes se atraem.

Ainda nessa linha de investigação e compreensão de como a Vida realmente funciona em suas bases, podemos ver que essa noção fundamental da Ciência Universal se amplia para mais além: quando mencionei proteção, me refiro também à proteção da saúde! Em linhas gerais (e estudos radiestésicos já demonstraram sem sombra de dúvida) de um lado, pode-se determinar que o Ser Humano possui uma determinada frequência que podemos dizer que é seu normal/ideal, enquanto do outro estão germes, bactérias e vírus associados pela medicina a diferentes enfermidades, que se situam mais abaixo, numa velocidade mais lenta. Assim, não é difícil associarmos essas premissas e vermos que atitudes depressivas de temor como mencionei acima, nos situam também na faixa de ação desses agentes patológicos, que não são uma ameaça em si, mas sim o mecanismo regulador da própria Natureza para restabelecer o indivíduo-Alma enfermo! O mesmo acontece na vida animal (com as devidas diferenças) e vegetal onde uma planta pouco saudável será alvo das chamadas "pragas". A verdadeira e honesta compreensão desses fatos poria fim ao uso completamente desnecessário e altamente danoso de agentes químicos sabidamente tóxicos na agricultura, seja como "fertilizante" do solo ou como pesticidas, pois nada disso pode trazer resultados legítimos e saudáveis, o caminho para o sucesso na agricultura é outro! Combater tais agentes como inimigos é, antes de tudo, ignorância sobre os mecanismos mais ocultos da Vida, pois subestima sua existência como um mero acaso, ou como seres que se aproveitam da debilidade humana apenas para se reproduzirem e perpetuarem sua espécie de forma fria e indiferente, ou pior: como algum erro da natureza que o homem precisa corrigir, fugir a qualquer custo, quando o único erro estava no estado mental-emocional-espiritual desconectado e anti-vida da pessoa que propiciou tais intervenções com sua mente invigilante! Isso tudo ainda se estende mais além: como tudo neste mundo e além são frequências rápidas ou lentas em relação à base normal da saúde humana, os alimentos são um ponto crucial, pois alimentos artificiais e desviltalizados por qualquer motivo, possuem uma vibração lenta, enfermiça, na mesma faixa dos agentes patológicos, propociando sua proliferação natural! Enquanto os naturais, não contaminados por pesticidas, não produzidos com fertilizantes químicos e frescos, possuem uma alta irradiação vital e duradoura, acima do nosso "normal", assim o consumo dos primeiros nos aproximam da enfermidade e anulam nossas defesas, enquanto os outros elevam e mantém nossa frequência, traduzindo-se em saúde, pois tornam nosso campo vibracional inadequado para a proliferação dos agentes patológicos (à semelhança de um canteiro ser ou não fértil para determinado plantio...). Tais altas fequências em nosso campo, desintegram ainda miasmas e bacilos das dimensões adjacentes ao mundo físico, ainda invisíveis aos nossos aparelhos comuns, onde a pessoa estiver ou passar (esse é um dos motivos ocultos de Santos e pessoas iluminadas, bem conhecidas na História, não terem sido afetados por contágios, etc)! Todo esse processo de Vida e energia vital dos alimentos precede e está acima de sua utilidade física, na forma das apregoadas vitaminas, proteinas etc., que, sozinhas não alimentam o Ser, pois todo alimento é uma embalagem, um portador de Luz, digamos assim, e estando desvitalizado, carrega mais a substância material do que Vida, que será excretada na sua maior parte, como inútil ao corpo. Ainda relativo aos nossos alimentos e ligando a isso a intervenção dos Elementais, nossa alimentação não deveria ser de alimentos cozidos, pois o elemento fogo é, entre outras coisas, transformador, destruidor para renovação e, portanto, destrói o que o alimento possui de bom e vital! Assim, devemos evitar ou reduzir os alimentos cozidos, enquanto outros 'alimentos' devem ser simplesmente descartados, pois são apenas hábitos enraizados, como o consumo desenfreado da carne vermelha que demanda uma excessiva função da tireóide e contamina até nosso DNA (!), entre diversos outros efeitos tóxicos, resultando em progressiva neurose e problemas psíquicos-mentais. Temos que já saber que somos todos muito mais que nossos EUs terrenos em corpos de carne, somos realmente consciencias maiores do que aparentamos aqui e com todos os recursos que já temos para preparar alimentos, não necessitamos mais nos alimentarmos de nossos irmãos menores (como era natural em nossa infancia evolutiva), os animais e aves e até mesmo peixes, numa fase seguinte de renúncia a esse tipo de alimentação, que é um grande fator de atraso e entorpecimento da nossa clareza mental superior e, portanto, percepção dos mundos sutis superiores ao nosso, que pretendemos aprender a ver neste estudo sobre os Espíritos da Natureza. Mas este é um assunto também maior que não irei alongar aqui, basta a simples indicação do seu significado, especialmente nestes tempos de uma transição histórica em franco e urgente andamento, para os bons entendedores. Para mais sobre os alimentos cozidos, recomendo consultar o trabalho da pesquisadora brasileira Ana Branco da PUC do Rio e seu trabalho com Alimentos Vivos saturados de Luz, como um biochip armazenador de informações nutritivas, que pode ser conhecido na seção Pelo Mundo no site do iDStudio e na seção Acontece da homepege deste site, além da Internet em geral. Em outras palavras: o furor atual sobre gorduras, dietas, proteínas, vitaminas, exercícios físicos e todo o resto devem ter seu estudo aliado ao mecanismo oculto de sua razão de existir e funcionamento de forma holística, pois seu estudo isolado na matéria não tem como atender às necessidades humanas de cura e manutenção da saúde pois o Homem, e todo o seu meio ambiente são muito mais que a matéria que vemos.

Eis o motivo também dos Florais de Bach e a Homeopatia, por exemplo, serem muito mais afinados com a Natureza, pois se baseiam no princípio sagrado e científico de que os semelhantes se atraem e se curam (Similia, Similia, Curantum), contrária à visão materialista da alopatia que, em linhas gerais, visa combater apenas efeitos (os opostos se combatem) com drogas químicas que produzem efeitos opostos ao sintoma, prometendo com isso a cura, contrariando os Mecanismos da Vida e da Natureza...quando o resultado buscado costuma ser apenas o desaparecimento temporário desses sintomas, o que tem seu lado útil, mas as energias que a motivaram invariavelmente ficam represadas para ação futura, enquanto convivemos com seus muitos efeitos colaterais. Naturalmente, temos o direito e o dever de pesquisar as substâncias físicas e suas combinações químicas para buscar alívio e auxílio na cura disso ou daquilo, mas o ponto não é esse e sim que essa forma de pesquisar e produzir uma enxurrada de drogas químicas e procedimentos médicos SEM um conhecimento da Ciência Oculta do que estamos realmente fazendo e suas consequências, termina por favorecer a crescente desconexão do Homem de si mesmo, pois visa, na maior parte, os lucros da gigantesca indústria farmacêutica e dos profissionais da saúde que assim se limitam em seus dons e alcance, quer seja de forma proposital ou fruto de suas formações incompletas, acadêmicas e pessoais. Tais métodos, como o uso de Florais, Radiestesia e Homeopatia, agem com delicadeza e precisão nessas outras dimensões do nosso Eu, onde está nosso corpo Astral (ou Psicossoma, como definiu científicamente o renomado médico e pioneiro pesquisador brasileiro, Waldo Vieira) para agirem onde está a causa da enfermidade ou desequilíbrio, antes destes se manifestarem no corpo físico e ainda conforme o perfil de cada pessoa! Mens sana in corpore Sano, já diziam os antigos e isso é também fundamental para entendermos por que não vemos os Espíritos da Natureza: eles estão todos em frequência bem mais alta que nosso normal e nosso estilo de vida atual foi concebido para ser e é direcionado para se manter numa frequência cada vez mais baixa, com o auxílio dos campos magnéticos de baixa frequência dos nossos muitos aparelhos e torres de transmissão, dos conteúdos de nossas revistas, jornais e programas de tv e rádio, na maior parte nocivos, fúteis, alarmantes e estimulantes de nossas paixões menores, além de viciados e impróprios para o desenvolvimento saudável do Ser e por estarmos repletos ainda de mal disfarçadas inseguranças e temores, aliviados por escapismos diversos e medicamentos altamente nocivos que nos são 'sugeridos' a todo instante e sustentados por esperanças e promessas vazias, conforme os modismos de cada época, o que convém para os que controlam e influenciam esta realidade e dela tiram seu sustento e lucros ilegítimos, na verdade vampirizando nossas melhores energias enquanto nos mantemos sob seu fascínio de livre e espontânea vontade.

A pergunta então deveria ser: Onde está nossa ciência oficial que não sabe de tudo isso ou, sabendo, cala e suprime de forma desleal e anti-centífica e não nos protege nem informa de tudo isso de forma honesta para que tiremos nossas próprias conclusões? Se o motivo fosse, como insistem, apenas porque tais assuntos são obscuros ou fantasiosos à luz da "razão" e que cientistas "sérios" não perdem tempo com tais coisas, então por que a coisa não pára por ai, por que se vai muito mais longe, permitindo com seu aval científico, à luz da sua preciosa razão, que se veicule e entupam os supermercados e propagandas de tv com produtos 'alimentícios' artificiais, contaminados com pesticidas (inclusive nas feiras livres) e sumamente anti-éticos (na medida em que se aprova o horror do abate eletrônico, mecanizado e traiçoeiro de nossos irmãos menores, para depois utilizar personagens de animais que procuram divertir (!) vendendo sua própria carne com humor e prazer gastronômico...), produtos que seriam de fácil análise pelos vastos meios materiais de que dispõe e que são essencialmente mortos, desvitalizados, contaminados, "refinados", "beneficiados", homogeneizados, similares-invertidos-reconstituidos, pasteurizados e altamente artificiais como os fundamentais açúcar e sal refinados, onde se tira o que havia de bom, em altas doses e que tanto dano causam e estão em tudo, ou contendo produtos químicos altamente venenosos de todo tipo e já muito denunciados, como o aspartame e também o flúor que interfere com a mente humana e nada tem a ver com cáries, as gorduras hidrogenadas, os aditivos conservantes, antioxidantes, antiumectantes, corantes, aromatizantes e acidulantes que causam câncer em ratos de laboratório, quando não frontalmente transgênicos e embutidos sem controle nem alternativa, que alteram propositalmente nosso sistema imunológico natural e genética futura, empregando uma roupagem cada vez mais atraente e alienada, hoje maciçamente conjugada ao humor (!), que é o caminho mais garantido que combina com o perfil do brasileiro, criada por artistas e videomakers igualmente inconscientes ou indiferentes de um lado e, de outro, enaltecendo e condicionando a população a fugir de germes e bactérias como sendo vilões, com programas 'educativos' oficiais, enquanto empurra produtos que alardeiam matar 99,9% deles e nos manter 'protegidos'? É verdade que cada coisa possui sua utilidade na profilaxia essencial ou emergencial de um país cheio de descalabros na área da saúde, mas é urgente mudarmos a base desse modelo que é profundamente equivocada e traz suas graves consequências, pois não está resolvendo e nunca resolverá os problemas que alardeia sanear ainda acostumando a população a considerar drogas e medicamentos alopáticos como seu direito e parte da sua 'cesta básica' da saúde... quando é sabido no mundo que os medicamentos obtidos por receita médica (prescription drugs) causam mais danos, intoxicações e mortes do que as chamadas drogas ilegais, como atestam também as mortes no meio artístico mundial onde não faltam recursos financeiros para evitar isso, porém para a propaganda interna e externa da ciência oficial, basta se usar "corretamente" tais medicamentos que não haverá problemas, isto é, exceto quando elas acontecem (!), pois a Vida Real é muito mais do que esse ambiente "controlado e asséptico". Todos vemos os malefícios desses hábitos e alimentos nocivos sendo mostrados aqui e ali (de forma também muito incompleta e colegial...) nos "programas de domingo" feitos somente para entreter as maiorias com informações superficiais antes da chegada da estressante segunda-feira, mas mesmo com tal volume de queixas e denúncias das consequência deste ou daquele hábito alimentar, ainda não questionamos, como sociedade inteligente, essa ciência que aprova tudo isso... estando prontos para aceitar o próximo aval científico que virá no intervalo comercial, empurrando pastas de dente e o que for, ou nas nossas profissões no dia seguinte. Uma ciência que aprova tudo isso ou é desonesta, ignorante ou impotente frente aos controladores, escolha-se uma alternativa (ou mais!) e isso precisa ser admitido e questionado pela sociedade que se julga informada e livre, ou esta terá de admitir o mesmo de si....pois somente depois disso será possível buscar as verdadeiras respostas que não estão ai para serem mescladas com um modelo viciado. Somente quando tais temas e fatos se tornarem o assunto do dia de nossas conversas (em substituição às costumeiras futilidades, maledicências e risadas escapistas a que nos entregamos), é que estaremos no caminho de resolvê-las, buscando um Conhecimento Maior que devolva nossa autonomia no comando de nossas Almas e Destinos, e colocarmos esse conhecimento em prática de forma decidida, sem volta.

O modelo da livre concorrência para 'benefício do consumidor final' onde tudo se encaixa, também não é uma conquista ou virtude como se pensa e divulga aos quatro ventos, pois também é falso e impiedoso, assim como a simples existência do "democrático" controle remoto não justifica o lixo televisivo nem protege seu dono da exposição diária, pois admite-se que quase todo o conteúdo transmitido na forma de filmes "contém cenas inadequadas, etc", ou são em grande parte, informações tolas, degradantes, alarmantes ou falsas travestidas de informação e entretenimento "para a família", não é assim? O caminho na verdade, é o da cooperação que combina tudo de certo que já sabemos e formos descobrindo e não da competição que tudo exclui e esmaga no seu caminho. TODOS nós temos qualidades únicas e especiais para contribuirmos e já deve ter ficado claro para você que lê, que não se trata de atacar pessoas, profissões e empresas e sim de trazermos à tona da nossa consciência diária, (aqueles 10% que usamos para viver o dia-a-dia) as coisas que já sabemos em grande parte, combinando isso com o conhecimento que não se sabe e não se percebeu ainda, para inspirar uma elevação de todos quantos possam entender, sabendo que mesmo os que ainda medram nas frequências mais baixas da malandragem e da insinceridade, também hão de despertar do seu sono um dia e fazem parte da equação, enquanto Coletividade Humana nesse Planeta que já testemunhou muita coisa inenarrável e que requer agora nossa Sintonia definitiva, ou exclusão. Mas continuemos a examinar tais questões que fazem parte sim, do estudo sobre a realidade dos Espíritos da Natureza e a existência inequívoca de uma Realidade Maior que paira sobre e interage com nossas vidas diárias: naquele modelo, enquanto "consumidores" somos hipócritamente endeusados e ouvidos, mas como "concorrentes" somos odiados e esmagados, quando ambos são apenas pessoas vivendo a experiência terrestre. Os que trabalham nas indústrias sabem das diversas estratégias que são analisadas ano após ano para fisgar o consumidor e maquiar produtos com vantagens espúrias, na desesperada competição de não perderem sua "fatia de mercado", um desespero impiedoso também que é levado muito a sério, onde cargos são perdidos ou ganhos, morre-se por isso, suntuosas reuniões são patrocinadas e prêmios são distribuidos aos que souberam demonstrar que obedecem a esse comando e "vestiram a camisa" de tal empresa, porém todos voltam depois para suas casas orgulhosos de suas conquistas para depois, com suas famílias, assistir plácidamente aos comerciais de tv, em seu interminável jogo de sedução e ilusão para qualquer produto ou bem de consumo, esquecidos de como deram sua contribuição para isso e que também, por sua vez, são "consumidores e clientes" de outros seus iguais, quando vão aos supermercados, shopping centers e clínicas para se abastecerem ou tratarem dos males que "atacam" o inocente ser humano. Muitos, percebendo essa posição em que se encontram, raciocinaram típicamente que a solução está em proteger a si e sua família imediata, buscando alimentos e condições o mais fora desse sistema quanto possível, (buscando o "exclusivo" que exclui...) enquanto contribuem diariamente para desencaminhar o restante da humanidade e procuram atrair mais e mais pessoas para entrar no mesmo barco, na tola proteção dos números. Considerando-se que o dinheiro é também uma energia, em sua essência imaterial real e que somos todos na verdade apenas mordomos, mantenedores e gerentes temporários de todos os bens que nos são confiados pela Vida Maior por empréstimo nessa jornada humana no mundo físico, que benefício real pode haver para tais empresas e profissionais que assim se conectam a uma energia baixa e enfermiça, devido ao valor ilegítimo do que foi conquistado? Festeja-se hoje o sucesso ilusório e passageiro para chorar amanhã a desgraça real, mas raramente reconhecendo e admitindo a ligação óbvia das causas e seus efeitos e, mais uma vez a história se repete, "infelizmente". Já não temos a inteligência necessária para sairmos desse loop repetitivo? A resposta é SIM, mas é preciso querer despertar. Nossa humanidade e sociedade precisa urgentemente superar essas fases menores e ingressar, como adulta, no conhceimento dessa Realidade Maior.

Uma Nova Educação Ambiental de Uma Ecologia Oculta

ncn1Além de uma Integridade incondicional e uma Honestidade para com nós mesmos em todos os aspectos e fases da vida, precisamos de Dinamismo, em nossas palavras, criações e atos, em oposição aos comportamentos sonolentos e apáticos que frequentemente vemos em pessoas de todas as idades, para inspirar e nortear essa nova fase de despertamento aqui descrito. Precisamos também sempre nos lembrarmos que a Realidade é multidimensional e que existimos em meio a diversas frequências conscienciais a cada instante, além de estarmos em um Planeta que também existe dessa forma multidimensional. O condicionamento dessa negação dos sentidos que temos, força tais impressões que recebemos a cada instante no trabalho, em casa e na Natureza, a se fixarem somente no subconsciente, pois o consciente patrulha a 'superfície' com seus preconceitos e condicionamentos impostos desde a infância e vigiados em nossa vida adulta. É hora de trazermos essas impressões para a superfície do consciente, traze-las à luz do dia, em campo aberto, para só depois utilizarmos o racional para entendermos seu significado e estabelecer a base científica que então se fixa em livros para outros estudarem. Uma nova educação se faz necessária onde se dê ênfase para despertar e educar esses sentidos que todos temos, ensinando o ser humano a respeitar e utilizar essa rede de extensões dos sentidos para finalidades úteis, nobres e legítimas, sabedor de que seu Futuro, Saúde Psico-física e Felicidade dependem disso, aprendendo a discernir e interpretar tudo que se passa dentro de si e em volta. A dedicação trará resultados e as distorções e confusões irão dimiinuindo conforme compartilharmos tudo isso e procurarmos apoio educativo em fontes seguras de ontem e de hoje, na criação de uma Nova Educação Ambiental mais ampla, fascinante e legítima, que traga resultados cada vez mais depurados e sublimes. Precisamos desenvolver uma nova e mais profunda educação ambiental para nossas crianças, uma que valorize suas percepções inatas, treine sua visão e solidifique sua ética essencial antes de desenvolver o lado racional e tecnológico, inclusive dando outro sentido para suas carreiras para que estas sejam de fato uma contribuição para o progresso geral e não apenas uma corrida para garantir salários e só "fazer o que se gosta e ser feliz", uma noção superficial e ilusória que está tão em voga hoje, mas sem noção ou compromisso com o que se está contribuindo, seja na criação de produtos ou idéias. Em outras palavras, esta Nova Educação para a Vida precisa ser muito mais completa do que tem sido até agora e conduzida por pessoas que já possuem tais noções de forma inequívoca, profunda e sólida. A Ilustração Naturalista e a criação de textos novos, como proposto e mostrado aqui, para uma nova didática sem as limitações dos modismos ecológicos atuais, tem o poder de criar diversos tipos de materiais carismáticos, ricos e verdadeiros com amplas aplicações práticas apoiadas nos projetos que vem sendo feitos pelo mundo afora, o que só pode ser fascinante e saudável para elas hoje e para nosso futuro amanhã.

Continuemos então nossa exploração desse Universo: a vida vegetal, mineral e animal são um constante DESABROCHAR e TRANSFORMAR INTELIGENTES e nisso, diversas forças igualmente INTELIGENTES devem agir para sustentar, orquestrar e conduzir esse movimento de forma extremamente ordeira para uma finalidade grandiosa e nunca pela combinação ao acaso, indiferente e sem sentido outro que não seja apenas pela eterna sobrevivência ou perpetuação do mais forte e adaptado, uma noção inicial aliás, que nem de longe explica ou dá sentido a tudo que vemos. A Sinfonia da Criação é muito mais bela e vasta do que pudemos ver até agora e certamente muito mais do que supõe nossa noção de ecologia atual, apesar dos progressos obtidos e do empenho de tantos ambientalistas sinceros. A Vida se serve de uma quantidade inimaginável de Intermediários da Criação, onde nós mesmos deveríamos nos situar, CO-CRIANDO e não ficando à margem só usando e ainda destruindo e desvirtuando, sem querer dar nada em troca como ainda fazemos em larga escala, numa evidente mostra de DESCONEXÃO para com o Planeta que nos dá a oportunidade de vivenciarmos tudo isso. Essa desconexão pode ser também vista na temática de livros, desenhos e filmes de ficção-científica que na maioria das vezes só repetem o mesmo tema de um futuro sombrio de oportunismos e individualismos 'inteligentes' do mais esperto, ou mesmo de uma visão coletiva de humanidade que 'desbrava' e 'conquista' o Universo (!), que também é ilusória e infantil, num óbvia projeção de como pensamos hoje, onde a tecnologia muda mas não há evolução moral e de compreensão espiritual de espécie alguma sobre nós mesmos ou sobre a Vida! O mesmo pode ser entrevisto nas persistentes fórmulas jornalísticas usadas nos textos de certos vídeos veiculados como 'divertidos' sobre animais e a natureza em que se empregam musiquinhas e palavras capciosas, exploradas ao máximo na locução, para fazer graça, banalizar e ridicularizar o mundo natural, dando ênfase a trapalhadas e comportamentos interesseiros, comparando suas motivações e comportamentos com os nossos, numa detestável demonstração de falta de senso com o que é sumamente degradante, falta de respeito e eminentemente falso se comparado à Realidade Maior. A pergunta deveria ser: que tipo de humanidade encontraria diversão nisso? Por que todos copiam as mesmas fórmulas televisivas e as repetem ano após ano, variando apenas na frenética edição das imagens que vai se 'modernizando' a cada geração, enquanto ainda insiste em chamar os animais de "bichos", formando uma nação inteira que não sabe mais se referir a eles sem ser assim? Essa forma de mostrar a Natureza é passado como se fosse uma forma 'carinhosa' e inócua de a ela se referir e as pessoas aprendem a tratar assim por imitação do que lhes é mostrado com insistência ao longo de todas as suas vidas, mas devemos amadurecer essa visão que é apenas uma forma pobre, pouco inspirada, ilusória e degradante de nos referirmos à Natureza. Há outras formas fascinantes e prazerosas de se mostrar o Mundo Natural sem precisarmos recorrer a essas fórmulas detestáveis mostradas a todo momento em programas de tv, noticiários, documentários e canais pagos, que deveriam nos constranger ao invés de divertir. Mostrar as coisas assim para nossas crianças torna a coisa ainda mais grave pois contamina suas noções desde pequenos e essa é a intenção. Precisamos na verdade de materiais muito melhores, que mostrem, revelem de forma inteligente e ética, o que as pressoas precisam saber e que fortaleçam sua conexão com a Natureza Maior, sempre expandindo, aprofundando e enaltecendo a beleza da Sinfonia da Criação sem pieguices e sentimentalismos baratos, indo muito além da ciência convencional materialista e dogmas acadêmicos, como já foi feito no mundo em livros e filmes de espetacular conteúdo. Numa situação como essa, até as providências ambientais feitas com boas intenções podem estar causando mais dano do que bem, serem insuficientes mesmo quando melhoram algo, ou mesmo serem inúteis por serem superficiais, pelo desconhecimento de tudo isso que não entra na equação. Eis o valor de estudarmos esse assunto vital se queremos e precisamos sempre tomar decisões ambientais de vulto, sejam elas técnicas, sociais ou políticas, locais ou globais para com cursos d'água, lagos e represas, terrenos de qualquer tipo, florestas, montanhas e nossa agricultura de onde vem nossos alimentos, quando tudo isso depende dessas inteligências diáfanas, os Elementais e Espiritos da Natureza, para existirem e poderem desenvolver suas qualidades próprias para nosso uso e aprendizado.

Se tivermos os proverbiais "olhos de ver", um olhar verdadeiramente interessado na Vida e que não possua segundas intenções e que não esteja atrelado a fórmulas escolares, ao jargão de nossas profissões, ao sistema vigente ou a velhos hábitos e vícios de pensamento, veríamos que existe uma outra ecologia a ser reconhecida, sentida e estudada para completar nosso relativamente avançado conhecimento atual. Uma ecologia que podemos chamar de oculta pois viceja noutra faixa de frequências que não alcançamos com nossa visão limitada à luz branca. Nem por isso ela é menos real e nem por isso influi menos nos resultados que vemos na superfície material da Vida. É como se disséssemos que o oxigênio a nossa volta, os campos magnéticos em torno de aparelhos ou os raios solares não são importantes ou dignos de nossa atenção só porque não podemos vê-los. Naturalmente, sabemos de sua existência e importância porque podemos registrar sua presença, medi-los e constatar como nos afetam, porém o ponto aqui é chamar nossa atenção para o fato de que essas coisas só são percebidas porque são mais físicas como no caso dos gases como o oxigênio, ou são frequências mais grosseiras (em comparação com as mais sutis de que tratamos neste texto) como no caso dos campos eletromagnéticos em torno dos aparelhos domésticos e as radiações nocivas que projetam como no caso das tvs crts e monitores, e por isso detectáveis pelos nossos aparelhos de medição que alcançam essas frequências. Esse é um exemplo de como devemos nos manter abertos para entender e sentir que outros fenômenos, igualmente invisíveis, podem estar em frequências mais altas, mais rápidas, mais sutis e só por isso não os percebemos, como no caso das formas de vida Elemental e os Espíritos da Natureza. Essa Ecologia Oculta é vasta, rica e multiforme como é a própria vida que vemos na realidade física e com esta se soma para ser o que chamo de Realidade Maior, que temos de reconhecer e começar a estudar o quanto antes. Nela presidem outras formas de vida que são os intermediários da Vida que agem nesse reino mais "interno", aqueles que existem para que nós outros possamos existir, no lado mais "externo" da Vida.

grasshopperAs inteligências que agem nos "bastidores da Vida" são os Espíritos da Natureza e os Elementais, estes últimos assim chamados ancestralmente e conhecidos por todos os povos primitivos e avançados do passado, pelos indígenas de hoje (de forma muito limitada) e pelas tradições de todos os povos, por serem organizações relativamente mais simples do que a complexa consciência humana e por estarem ligados aos 4 elementos conhecidos -Terra, Fogo, Água e Ar- mais um quinto elemento, o Etérico, situado em um plano de existência mais sutil e paralelo a nossa dimensão física, onde vivem, interpenetrando nossa realidade física de forma contínua, sem obstáculos. Os quatro tipos básicos associados aos elementos são os Gnomos, Duendes e Elfos (Terra), as Salamandras (Fogo), as Ondinas (Água) e os Silfos (Ar). Aqui abro mais um rápido parêntesis de advertência aos mais literais e afoitos por algo que possam rapidamente relegar ao mundo da fantasia infantil: não se deve apegar a nomes e aparências externas pois, como venho mostrando nesse texto, tudo isso é transitório ou ilusório. Assim sendo, gnomos e duendes não são necessáriamente os da nossa imaginação, popularizados pelas mídias. Esses são apenas nomes que foram se fixando junto a sua aparência popular, mas que na verdade só refletem a época medieval e, na maior parte, do continente europeu. É só parar para refletir um pouco que sua aparência para povos de outras partes do mundo onde a natureza é diferente e para outros muito mais antigos do que os tratados na História Oficial do mundo, seria muito diferente! O que importa aqui é entender que a Inteligência mencionada nesse exemplo, está associada ao elemento Terra, pois ali está sua razão de existir e sua função. Sua forma e aparência dependem tanto do país, como da época como da mentalidade do observador. Quaisquer formas fixas ou aparentemente sólidas, são temporárias e externas, pois os Elementais não possuem forma fixa como a entendemos e por interagirem com a matéria a partir de uma dimensão extra-física, são invisíveis aos nossos olhos mais adequados a visão na luz branca (mas principalmente porque nos condicionamos a ver só numa faixa estreita, a chamada matéria que a mente racional aceita como real), sendo nesse caso, mas comumente percebidos e sentidos do que vistos, embora possam se-lo quando desejam ser vistos, adensando a matéria de que são compostos até se tornarem visíveis em nosso espectro, ou ainda quando o observador possui dons de clarividência desenvolvidos para ver na luz etérica/astral que permeia nosso mundo, nessa hora são vistos claramente em seus contornos frequentemente de aspecto humanóide e feições ora mais masculinas, ora mais femininas embora, naturalmente, sejam assexuados. O apego a formas e nomes é outro hábito da nossa civilização que, em parte, necessita de formas definidas que possa medir e uma nomenclatura para poder estudar algo, porém deve-se sempre ter em mente a verdadeira natureza desses seres.

Educar Para Conhecer

Sabe-se que na antiguidade, na chamada pré-história que antecede a oficial, em períodos que remontam a Atlântida e antes, na Lemúria (que devem ser entendidas como fases mundiais reais e não apenas como civilizações míticas localizadas em um só continente ou ilha), as civilizações do mundo viam normalmente os fenômenos em sua intimidade, podiam ver e sentir a movimentação dos Elementais e Espíritos da Natureza no céu, no solo, nas chamas e nas águas enquanto viam de forma menos distinta os contornos físicos das coisas que, diferentemente do que se ensina, não foram sempre nítidos e palpáveis, pois vão ficando nebulosos e indistintos conforme recuamos no tempo do desenvolvimento humano, ou seja, o desenvolvimento que nos permite ver hoje digamos, uma flor, em todos os seus contornos e nitidez levou muito tempo para ser conquistado pela visão humana, mas hoje vemos isso, tendo perdido a visão do resto. Dito isso, voltemos ao principal: A associação a um elemento e não a outros, significa que essas inteligências tem o poder e a tarefa de agir, intervir, moldar, desabrochar, movimentar e fazer acontecer os fenômenos associados ao seu elemento. Por exemplo, os da terra são responsáveis tanto pelo devenvolvimento de toda vida vegetal e plantios como participam das movimentações geológicas do planeta, tanto na superfície como no mais recôndito subsolo. Nisso, não agem sozinhos, pois tais fenomenos interagem com outros elementos ao mesmo tempo (a planta ao crescer, sai do solo e busca o ar; abaixo da superfície, lençóis freáticos percorrem o subsolo, etc) outros elementais assumem a sua parte: Silfos elevam as plantas ao seu elemento, 'puxam' para fora flores e frutos, além de estarem associados aos fenômenos climáticos e cíclicos, enquanto Ondinas presidem sobre os cursos d'água e todos os fenômenos a ela associadas, como nas combinações quimicas. As Salamandras, do elemento Fogo, desempenham as tarefas mais importantes de fertilização (algo que não ocorre por acaso através da polinização pelos ventos e insetos ou de forma independente pela planta, o que nos mostra que não conheceremos realmente planta alguma sem levar em conta o que realmente acontece nos bastidores da Vida com a interação dos Elementais e das forças Etéricas e Cósmicas que movimentam, um estudo sério que precisará ser incorporado à Botânica algum dia...) e transformação onde tudo é renovado e limpo, para um novo ciclo, um novo desabrochar do potencial criador da Natureza. Por exemplo, alguns incêndios inexplicáveis em locais infectos (geralmente de causa humana) podem ter sido iniciadas por essas inteligências no saneamento psíquico do local saturado. De forma semelhante, tempestades com relâmpagos que ionizam o ar também acontecem como providência natural para limpeza psíquica das emanações baixas humanas quando estas atingem níveis de saturação, eliminando miasmas astrais acumulados pelos pensamentos menos nobres da população da região, com a participação de Silfos que conduzem os fenômenos atmosféricos. Além destes mais conhecidos, há outros menos conhecidos, entre eles, os muito antigos que não fizeram a transição de uma época para outra. O planeta sempre passa por fases distintas de evolução, fases estas ainda não reconhecidas pela ciência oficial que se limita às eras conhecidas quando há muito mais, fases bem conhecidas na tradição do estudo da Ciência Oculta, também ligados e presididos pelas inteligências dos elementos. Nestas fases, há grandes mudanças na estrutura material do planeta e os Devas, Elementais e Espíritos da Natureza acompanham essas transições por já estarem afinados com esses acontecimentos cíclicos. Alguns poucos porém, não conseguem e ficam para trás, vivenciando ainda a 'Terra antiga'. Quando isso acontece, podem ficar por milhares de anos presos a determinadas funções que não mais existem para eles e assim ficam impedidos de progredir, aguardando a próxima transição. Sensitivos e exploradores do invisível frequentemente identificam tais seres, que não convém contatar, e procuram libertá-los para que possam prosseguir em sua trajetória. Tais seres costumam ser nocivos ao meio ambiente e às pessoas por não terem mais sintonia com o momento presente. Outros há que, influenciados por rituais antigos para finalidades menos nobres, continuam presos a determinados locais e também projetam energias enfermiças que requerem saneamento. Tais rituais continuam nos dias de hoje por povos e indivíduos menos esclarecidos e ligados a idéias primitivas, mesmo em meio à modernidade urbana, e são um outro grave aspecto que grande dano causa a todos os envolvidos que ainda desconhecem a função maior da Criação. Sem o cessar dessas práticas e o subsequente saneamento urgente do que já foi corrompido, poucas chances há de termos direito e merecimento a uma paz social e felicidade legítimas e duradouras em nossas vidas. E aqui é importante entendermos de uma vez por todas que a Vida (se) renova (não só no sentido 'ecológico' conhecido) mas especialmente no sentido de que renova diáriamente as oportunidades que nos dá de entendermos o que estamos fazendo e corrigirmos nossas insanidades e iniquidades atuais e do passado, enquanto é tempo, como na metáfora de cada dia ser um novo dia, uma nova chance, mas quantos de nós estão cientes ou dão ouvidos a isso? O tempo e as oportunidades seriam eternas, ou podem se esgotar, se ignoradas indefinidamente? Educarmos uma apreciação inteiramente nova e renovada da Vida, uma educação ampla, multidisciplinar e reorientada em suas bases se faz urgente, onde todas estas noções interconectadas fazem parte da formação de indivíduos mais esclarecidos, responsáveis, positivos e dotados de infinita boa vontade e coragem de acertar e corrigir o que já foi feito, que cumpram o dever sagrado de só estudar, fomentar e implementar soluções verdadeiras, justas e legítimas à luz de uma Ciência e Sabedoria Espiritual maiores do que as atuais. Em outras palavras ainda, este texto é a introdução, um esboço de um conhecimento muito mais profundo das ciências e da espiritualidade Universalista, mostrando que devem andar juntas sem se antagonizar, mas para isso é preciso que ambas se reestruturem de forma mais alinhada a essa Realidade Maior, que ambas sejam desapegadas dos seus dogmas seculares e estejam decididas a corrigir as distorções de suas crenças e aplicação prática na vida das pessoas que tanto desencaminhamento causam quando não pautadas nessa sabedoria maior que está ao nosso alcance ter, pelo menos em um nível adequado ao nosso desenvolvimento atual, mas para termos direito a isso é essencial um preparo anterior de desaprendizado e reaprendizado, ou seja, antes do conhecimento em si, é necessário arar a terra da mente e do espírito para um novo plantio. Podemos chamar isso de Educar Para Conhecer.

"Até as tribos mais primitivas possuem uma visão mais ampla do Universo e do nosso lugar e funcionamento nele, uma visão que se estende para as regiões celestiais do espaço e interior do ser humano, excedendo em muito os parâmetros do nosso próprio mundo de confinamento tecnológico....assim, o novo esforço que se iniciou com Galileu Galilei, Francis Bacon e Isaac Newton, preocupava-se menos com tais energias psíquicas e mais com as forças físicas desse mesmo Universo e a maneira pela qual pudéssemos fazer uso dessas forças para nosso bem-estar. Porém, devemos ter claramente em mente que a responsabilidade por esse "novo esforço" não deve ser atribuida a esses grandes pioneiros -pois eles próprios eram pessoas profundamente espirituais com vastos horizontes- mas a seus seguidores, os Galileus e Newtonianos que confundiram suas explicações sobre a regularidade mecânica observada no mundo natural como sendo a natureza fundamental do mundo, criando com isso o conceito do "mundo objetivado", uma noção claramente distinta de nós mesmos e disponível, não para uma comunhão divina, mas apenas como um vasto reino de recursos naturais para exploração e consumo." -Thomas Berry (1914-2009), Sacerdote Católico, Eco-Teólogo, Acadêmico e Estudioso da Terra, Cosmólogo, Autor, Professor e Pai do Ambientalismo, em seu livro Ecologia Espiritual.

Nessa linha de pensamento, podemos notar também que, em relação à forma costumeira de pensarmos (que determina nossa aceitação ou não da existência dos Espíritos da Natureza e de uma ecologia muito mais ampla), há uma clara inversão quando debatemos algo, pois costumamos pensar de forma simplória/complexa ao invés de profunda/simples. Explico: onde devemos ter uma visão e entendimento profundo e completo sobre algo, usamos argumentos simplórios para ridicularizar o que não queremos ver e onde devemos ser simples e descomplicados, alegamos que tudo é muito complexo de se resolver! Por exemplo, quando se tenta explicar o por que de deixarmos a alimentação carnívora de lado, as pessoas são ávidas em usar o batido argumento simplório de que "a alface também tem vida..." etc., mas quando falamos de tirar as crianças da rua ou acabar com a miséria humana, ai então a coisa é "complexa" e "não é bem assim", etc. Todos sabemos das dificuldades de se mudar o estado de coisas atual, então alegar complexidade é tedioso e uma perda de (mais) tempo, justamente porque se trata de primeiro admitirmos que esse estado de coisas provém dessas premissas invertidas que estimulamos e mantemos todos os dias em nossa vida pessoal e profissional, aceitando a enxurrada de falsidades e inversões de valores sancionada pela ciência, pela publicidade e até pela educação formal, etc. Senão vejamos mais alguns exemplos: de um lado estimulamos com imagens impactantes e sempre atraentes o consumo de bebidas alcoólicas para uma população que é na maior parte feita de pessoas despreparadas e carentes, satisfeitos com o aviso simplório de se "beber com moderação", como se a sociedade fosse feita de pessoas bem educadas e sensatas que sabem escolher o que lhes convém e que podemos forçar os que não são, para que assim se transformem, com advertências e punições diversas, pois uma sociedade esclarecida é aquela que julga ser mais importante proteger o direito de beber, enaltecer a tradição de milhares de marcas que oferecem pequenas variações da mesma coisa fundamental, para 'escolha' do cliente e fazer vasta publicidade disso, 24/7, não é assim? Do outro, contabilizamos os maciços prejuizos financeiros e dor com os efeitos do alcoolismo em faixas etárias cada vez mais precoces. Mas a bebida alcoólica é "proibida para menores" diz o cartaz, então tá. O lucro não pode parar então não há problema com as enormes filas de desajustados e desesperados pois são "exceções" que não souberam administrar suas vidas, tsk, tsk, não é isso? O mesmo acontece com a ciranda financeira, onde se estimula o crédito para multidões de pessoas carentes para então condenar os endividados (que cairam na armadilha dos juros, uma fabricação humana), sabendo que enquanto isso, a publicidade está livre para estimular o consumo, aproveitando-se das ilusões e sonhos humanos, mas isso sempre não tem nada a ver, pois são coisas 'separadas' e temos o 'direito' de alardear qualquer produto: o consumidor que se cuide, para não se tornar um alcoólatra, um endividado e ter um 'plano de saúde' para se defender das toxinas de sua 'alimentação' e idealmente 'um plano funerário' também, pois afinal só temos que nos preocupar em 'correr atrás', não é isso? A sociedade nunca protesta contra esse sistema eivado de falsidades, cruel e indiferente, mas faz passeatas por 'Justiça' e 'Paz' que julgam alcançar por decreto e "mais polícia nas ruas" e só para continuar fazendo o que sempre fizeram. O mesmo acontece com a insistência da mídia em fazer programas que mostram alimentos saborosos ao exagero, explorados pelos ângulos de câmera e locução frequentemente sensual (até alimentos são associados à sensualidade, porque já se condicionou a população a buscar sempre o máximo de sabor e prazer nos alimentos, sem ver o que estão comendo e isso é perfeito para se maquiar a comida, gastronomia etc.), totalmente indiferentes de que há uma maioria de famintos e miseráveis do outro lado da tv (que invade 'democráticamente' todas as moradias do país) que só podem ficar mais angustiados e depois revoltados (inviabilizando a Paz das passeatas...), dada a educação e a justiça social que lhes é oferecida. No entanto, o crescente caos social permanece como um assunto apenas de patrulhamento policial ostensivo, debates políticos e de distribuição de multas, como um arrastão sazonal para arrecadar dinheiro de uma população já sobretaxada em tudo e refém dos juros bancários, mas oficialmente definido como ferramenta de 'educação' e para punir transgressores da nossa tênue e frágil 'ordem social' (que quase já não mais existe) e nunca ou muito raramente de uma ética real e espontânea na criação de programas, pois estamos na fase de não haver 'censura' e o que não está na Lei, não precisamos fazer, não é isso o que tantos dizem? O importante é festejar ou delirar com mais uma 'conquista' esportiva ou eleição. Esse sistema interconectado de causas e efeitos também cria situações 'permanentes' em que a caridade institucionalizada e o voluntariado solidário se tornam necessários, obrigando instituições diversas a se desdobrarem para mitigar as necessidades dos necessitados sem data para terminar, pois as forças que criam tais cenários são maiores, dispõe de todos os recursos e poder e não dão trégua. Só resta ter 'esperança' e continuar vivendo assim, pois sempre se repete que a vida 'infelizmente, é assim mesmo' ("infelizmente" é uma palavra favorita do brasileiro que aprendeu por imitação que é isso que se deve dizer nessas horas, demonstrando sua impotência com "indignação", depois só resta fazer camisetas e colocar um nariz vermelho para mais um "justiça já" e mostrar como sabemos "protestar", aparecer na tv, revistas etc.). Mesmo havendo boas exceções, não podemos negar que esse é o estado predominante e que mais influência exerce na formação da populaçào atual de todos os níveis sociais e das gerações seguintes, e é isso o que importa na constatação das consequências. Como humanidade, consideramos tudo isso pela sua origem e consequencias físicas apenas, mas se considerarmos que nossa vida aqui se estende para as dimensões adjacentes como procuro mostrar neste texto, que motivos, causas e consequencias nos aguardam para serem revelados lá? Vamos esperar morrer para saber? Achamos ingenuamente, que as motivações são apenas humanas "do lado de cá", mas é só parar para pensar um pouco em quais seriam os motivos de sermos influenciados "do lado de lá" a criarmos e festejarmos como nossas, as coisas descritas aqui que são nossa crise diária sem data para acabar? Só isso, se refletido maduramente, poria fim fim a muita coisa estúpida "do lado de cá" e começaria a dar uma dimensão real do problema que ultrapassa nossas políticas e leis.

Porém, estamos aqui tratando não só do conhecimento tradicional sobre os Espíritos da Natureza, mas acima de tudo, mostrando sua realidade viva hoje. Assim, é importante frisar que não existem somente estes tipos de elementais associados aos 4 elementos clássicos. Pensar assim seria novamente estacionarmos em imagens idílicas de Natureza, onde ainda há matas intocadas, sem muita conotação com o frenético mundo moderno e urbano de hoje. Para nos situarmos sempre no hoje e buscarmos nossa sintonia, é importante que saibamos atualizar nossas informações sobre tudo isso, revelando que desde que o Homem começou cada vez mais a moldar seu mundo tecnológico, essas Inteligências da Natureza começaram a ter novos locais de associação e intercâmbio, pois nossas construções, objetos e máquinas formam locais, bolsões de energias, se quisermos chamar assim, onde um novo ecossistema psíquico se forma que os atrai, conforme estes vão marcando presença no mundo. Um exemplo: um pedaço de madeira, enquanto elemento recém tirado de uma árvore, continua a ser só isso. Mas, na medida em que for tratado industrialmente para se tornar um móvel ou uma casa, começa a formar outro tipo de campo energético, outra "personalidade" distinta, se me permitem, resultado de sua configuração e novo propósito. Ainda assim, será algo impessoal, produzido em série, mas do momento em que sua função é posta em ação e começar a ser usada por pessoas, ficará cada vez mais impregnado dessa nova gama de energias e poderá se tornar um foco atraente para elementais se associarem. O resultado disso, na escala mundial da moderna tecnologia e parques industriais de hoje, residências e cidades inteiras, é que acaba-se formando uma nova categoria de elementais que não são mais tão ligados à natureza mas também não estão totalmente identificados com nosso mundo tecnológico. São uma metamorfose, uma derivação intermediária que podemos chamar de elemental-urbano, com quem interagimos todos os dias sem saber, em nossas casas e nos modernos processos de fabricação industrial. Saber interagir conscientemente com este tipo, trará muitas das soluções para os problemas urbanos e técnicos atuais. Um quinto tipo, se podemos traçar uma linha divisória tão clara, é o associado à nova mentalidade transformadora do período de despertamento histórico que estamos vivenciando hoje: um elemental mais próximo e acessível ao ser humano moderno por estar mais sintonizado com nossas tranformações e mentalidade racional. Podemos chamar este último tipo de elemental de transição, pois sua principal função é 'preparar o terreno' psíquico e mental para a nova situação mundial que está se formando. Ou seja, não é só no campo ou na mata que os encontramos, mas em TODO lugar! O entendimento disso trará finalmente um dia, a preciosa sintonia que precisamos para ajudar a resolver todos os nossos dilemas sociais e ambientais de hoje, calcados que estão ainda, apenas numa realidade mecanicista e materialista, assumidamente sem sentido nem causa e que nada resolve de fato.

Por conveniência, carisma e tradição, continuamos a chamá-los de Espíritos da Natureza, mas na verdade estamos falando de seres que não possuem ainda um espírito, um ego, como o Humano; possuem somente um corpo Astral, pois não são seres completamente formados ou independentes, sendo antes projeções de Devas e seres Angélicos para a finalidade única de desempenharem papéis precisos no desenvolvimento da Natureza, estando mais próximos desta e, portanto, em condições ideais para isso, diferentemente dos seus superiores que estão energéticamente, mais distantes da matéria como a conhecemos hoje. Modernamente então, devemos nos referir a eles com uma designação mais exata, como requer nosso psiquismo científico atual, como Inteligências da Natureza, ou mesmo como inteligências do meio ambiente, com os quais devemos reestabelecer contato urgente para retomarmos a co-criação e desenvolvimento do mundo, unindo as ecologias físicas com a extra-física para termos Uma Só Ecologia, sem mais separações que nunca existiram a não ser em nossas mentes e laboratórios. Os Espíritos da Natureza não são mais vistos com a naturalidade de antigamente porque nossa visão foi se alterando com as escolhas que fizemos de dar mais valor ao lado material da vida e ao lado racional que estava desabrochando, à exclusão de qualquer outra forma de percepção e dedução, reduzindo gradualmente e significativamente, a faixa de frequências que somos capazes de perceber na chamada "vida normal", exigindo agora uma retomada para se desenvolver e despertar faculdades latentes que antes eram comuns; devemos com isso também corrigir mais uma noção distorcida de que tais seres só são 'vistos' por pessoas e povos primitivos e 'sem instrução' -ocidental- pelas suas superstições, ou que possuem uma "necessidade de acreditar" e de entreter crendices, quando na verdade o que favorece sua percepção é justamente a ausência do excesso de industrialização e do urbanismo artificial e desconectado da nossa moderna sociedade repleta de materiais isolantes, bem como a ausência do condicionamento de berço para não ver, não admitir outra realidade, e uma vida mais simples, menos dominada por desconfianças, menos pautada por segundas intenções, egocentrismo, interesses e invejas e mais próxima da Realidade Maior, onde o 'desenvolvimento' ainda não chegou e portanto onde ainda há uma frequência vibratória favorável para ser captada pela visão não viciada e um meio ambiente mais puro, isto tudo não é óbvio e claro? Um dia nossa preciosa ciência oficial se dará conta de como esses fatores são determinantes e se absterá de torcer o nariz para o que hoje ainda não compreende. Assim, vemos que uma argumentação baseada nos moldes acima para desacreditar a existência desses seres é apenas cientificismo e não ciência e que torcer o nariz para argumentos que envolvem noções mais aprimoradas sobre frequências vibratórias e tal é apenas desconhecimento da ciência do amanhã que, ironicamente, sempre existiu na Terra, mas ainda aguarda nossa redescoberta e incorporação à ciencia humana legítima, patrimônio de todos que, por tudo isso que relato aqui, ainda está incompleta e, portanto, impotente para nos fornecer respostas mais verdadeiras e mais profundas sobre tudo que importa saber.

Desapredender para um novo aprendizado

O condicionamento que identificamos juntos neste texto, é o condicionamento social e cultural a que fomos sujeitos desde nossa entrada nesta realidade, ao nascermos, e que é reforçado todos os dias onde estivermos expostos aos meios de 'comunicação'. É algo que não podemos perder de vista se queremos nos libertar e crescer e que portanto, precisa ser trazido à tona da nossa consciência e ser examinado pelo que realmente é. Assim, seria oportuno fazermos mais um pequeno parêntesis para jogar uma luz nesse assunto vital. Condicionamento implica em haver uma condição, ou seja, você pode se dar bem desde que siga as normas, etc. A coisa é até bem simples: a obediência ao condicionamento traz todas as vantagens neste mundo (riqueza, admiração, sucesso) e sua desobediência traz fracasso, ridículo e ostracismo. A lei humana nesta realidade é: assimile as regras e as repita para que todos tenham a sensação de que pertencem de fato a uma realidade coletiva e compartilhada que é sensata, pois é baseada no sucesso do mais forte, do mais esperto, do mais hábil em superar os colegas. Todos compartilham a mesma lógica então está tudo bem. Mas para termos uma idéia mais clara podemos fazer uma analogia mais extrema: imaginemos um presídio comum e seus internos. Ali há um consenso de como viver para 'se dar bem' e sobreviver para gozar a vida. Os que não sabem fazer isso ou são fracos demais para isso, serão esmagados e/ou escravizados pelos outros, numa ininterrupta troca de comando, que dura somente o tempo que durar, parecendo eterno para seus maiorais até caírem. Supondo que tais presidiários não tenham contato com o mundo externo aos seus muros, ou melhor, que nunca tiveram, para eles aquela será a única realidade palpável. Agora, para o 'cidadão de bem' do lado de fora, tudo isso será um horror sem fim, algo com o qual não se pode conviver, pois não está condicionado naquela realidade e não precisa dela para 'se dar bem'. O normal e lei num ambiente, é a suprema degradação noutro ambiente, e assim é em nossa vida normal, saindo agora da nossa analogia, onde o condicionamento à realidade fabricada traz vantagens, mas seus membros ainda não se deram conta de que tais vantagens se transformam em grandes desvantagens quando prosseguem à dimensão seguinte (quarta dimensão ou mundo astral) depois da morte do seu precioso corpo físico. Não se deram conta ainda que a realidade a que se acostumaram aqui é parcial e só possível porque o mundo físico, tal qual é, esconde os desdobramentos imediatos dos atos (ou seja, não estou vendo o que você está pensando a meu respeito) para justamente forjar qualidades autênticas e espontâneas e não forçadas por ameaças de punição, mas na dimensão seguinte isso muda completamente, pois a matéria da quarta dimensão responde à intenção mental-espiritual do Ser, de forma imediata com as justas consequências. O altamente treinado em competição e vantagem aqui, é o aleijado mental-espiritual do lado de lá (e em mundos físicos mais evoluídos que o nosso) pelo simples fato de que o conhecimento que achava ter de como a vida funciona, era ilusório e distorcido em certos pontos fundamentais. Temos de compreender o quanto antes que a nossa evolução caminha para transpormos essa fase de competição, materialismo e exclusão recíproca para um modelo de cooperação, respeito, integridade e espiritualidade e, quanto antes nos empenharmos nisso aqui, aproveitando bem o cenário físico que foi concebido para isso e não para a criação de ilusões e acúmulo de bens transitórios, mais cedo estaremos abreviando a evolução pela dor, agora sim, conduzindo nossos Destinos cada vez mais com nossas próprias mãos, progressivamente mais conscientes do Plano Divino criado para nossa Evolução coletiva. Se tais caminhos são tortuosos e aparentemente sem sentido para tantos de nós é apenas porque não o vemos em sua Justiça total, pelo benéfico esquecimento temporário de nossos atos e merecimentos do passado recente ou distante, no qual se baseia o cenário atual de nossas vidas. Tudo que podemos fazer, e é o que se espera de nós, é que confiemos nessa Justiça Maior sempre (pois nossa melhor lógica, observação e intuição a confirmam e não apenas por obediência cega aos dogmas de alguma religião de nossa preferência) e procuremos fazer nossa parte com muito empenho e boa vontade, estudando de verdade nosso meio ambiente de forma mais ampla como proposto aqui para sabermos aqui viver sem incorrermos em mais dívidas. Naturalmente, nem tudo poderá ser da noite para o dia, mas começar de forma decidida, é preciso.

Uma vez cientes do alto grau de condicionamento a que estamos sujeitos do berço ao túmulo (e além...! pois se deixado com o está, continua conosco no além-túmulo, deformando a realidade que veremos de acordo com as crenças pessoais e mentalidade cultivados "em vida", pois a dimensão seguinte é altamente plástica e realmente se modifica conforme o nível mental-espiritual da pessoa e aquilo que espera ver!) e já emancipados das fases menores das polêmicas e do engôdo da esperança que nunca se realiza (como a proverbial cenoura na frente do burro), estaremos prontos para entender que o caminho para apurarmos nossas percepções está em acendermos uma nova visão de conjunto desta Realidade, descondicionando muita coisa que precisa ser removida do automatismo de nossas percepções e atitudes diárias. Esse caminho de desaprendizado é necessário para que se possa substituir noções falsas por verdadeiras, quando podemos sim, saber várias delas sem precisarmos ter todas para começarmos! Das menores coisas às maiores, temos os meios pessoais e o dever de encetarmos esse caminho (mesmo porque será inevitável um dia) e nos darmos uma educação mais profunda que complemente, que abra as que já temos e dê asas aos talentos especiais que cada um de nós tem, na investigação do Eu, do meio ambiente e de nossa morada, o planeta em si e as dimensões circundantes que interpenetram esta realidade. Sem um descondicionamento intencional, será muito difícil assimilar o que quer que seja, pois se estará vendo sempre por detrás destas "lentes" que interceptam e colorem nossa percepção direta. Um exemplo simples pode servir de base para se começar a desenvolver uma visão menos condicionada: olhe para um aparelho qualquer, como um minisystem, um aparelho de som como se dizia antes. O que vc vê? Na fase 1, ou zero se quiser, todos vemos a marca, o logotipo famoso a que já nos acostumamos, o design e a imagem a ele associado pela publicidade, com os sentimentos de prazer que advém do seu uso e o que ele representa em nossas vidas (poder de compra, exclusividade, status, acesso à tecnologia, etc.). A maioria de nós pára nesse nível de "visão" e não dá mais atenção à coisa. Agora procure, numa segunda fase intencional, ollhar para esse aparelho e procurar não deixar que todos aqueles conceitos invadam novamente seu campo de percepção. Olhe apenas para o objeto. Nessa fase, você ainda poderá notar mais coisas que pertencem à esfera racional de análise, como notar os botões, suas funções, os simbolos de play, pausa etc. seu arranjo de cores, acabamento e materiais usados e estes lhe causarão uma boa, neutra ou má impressão conforme a qualidade de tudo isso e seu gosto pessoal. Mas isto ainda é ver pela estética humana, pela ótica dos valores que atribuimos a algo. Numa terceira fase de observação, exclua isso também do seu foco de atenção. Quando começar a reconhecer os simbolos usados no aparelho (play, pausa etc) como convenções da linguagem humana atuais, que não possuem significado fora disso, estará iniciando uma percepção mais real do que o aparelho é de fato. Depois disso, vá além e note os materiais como diferentes densidades de átomos, arregimentados dessa forma pelo conhecimento humano de tratamento industrial para depois se tornar um "produto de consumo". Independentemente do uso que faz de tal aparelho, seja para entretenimento superficial do que estiver na moda ou para ajudar na sua harmonização e desfrute da vida, ele está ali aguardando sua interação, nada mais. Com o tempo, passa-se a notar uma tênue e distinta "personalidade", se podemos chamar assim, de que se reveste o aparelho que, assim como computadores, pode responder melhor neste ou naquele dia, estressar-se ou parar de funcionar, dependendo do tratamento que recebe dos seres humanos que os usam ou do tipo de energias psíquicas predominantes no local, não sendo isso algo apenas de âmbito técnico como se pensa, por isso tanta coisa não funciona como deveria, mesmo na ausência de qualquer tipo de defeito de fabricação e depois voltar normalmente a funcionar como se nada tivesse acontecido, excetuando-se é claro, qualquer causa física óbvia! Acostumando-se a ver a realidade que criamos dessa forma, suas percepções de tudo começarão a se aprofundar e serem menos suscetíveis aos apelos e bombardeio comerciais e estará no caminho de ver muito mais. Esse descondicionamento traz uma maior imunidade a esse bombardeio malicioso que visa nos induzir e manter numa vida ilusória. Nossas percepções precisam estar mais próximas da realidade natural e cada vez menos condicionadas pela realidade fabricada, mas é preciso saber fazer isso sem perdermos o foco do nosso momento evolutivo atual e sabermos usar bem o que de mais moderno há sem confundir o progresso do tolo com o progresso real e empolgante a que estamos expostos em igual medida. A vida moderna hoje é, na verdade, uma imensa vitrine do que poderiamos vir a ter de forma legitima quando nos livramos de nossos defeitos morais, pois muita coisa, embora maravilhoso, não nos convém ter enquanto não fizermos nossa lição de casa antes. Estamos num momento histórico de muitas maravilhas, mas é preciso ser prudente na ambição por elas e no seu uso pois, na maior parte, ainda não somos suficientemente maduros, esclarecidos e educados na Realidade maior para sabermos fazer bom uso de muito disso.

Não se trata também de enaltecer o primitivo ou propor um retorno ao "paganismo" e sim de mostrar que, em grande parte, não sabemos diferenciar uns dos outros, pois muito da história foi rotulado e ensinado como convinha e oscilamos em nosso dia-a-dia entre correr atrás de um aprendizado com o primitivo (evidenciado tanto em documentários como em notíciarios, por exemplo sobre o índio brasileiro, onde sempre concluem que temos "muito a aprender com eles") que julgamos necessário carregar junto a vida moderna -o que mostra que sentimos lá no fundo que nesta falta muita coisa!- ou tentar obrigar tais povos a se modernizar como se já soubéssemos o sentido da vida e como intervir na evolução de outros. Não vemos nos documentários e programas de TV, a profunda contradição de, primeiro olharmos com condescendência as práticas antigas de civilizações extintas ou primitivos contemporâneos como simples superstições e crenças de ignorantes -para serem "respeitadas" somente porque é politicamente correto!- enquanto em seguida, corremos atrás de seus conhecimentos primitivos para aprendermos a fazer isso ou aquilo, curar doenças e "respeitar" a natureza... afinal, eles só sabem algo quando nos convém? Há que se saber discernir entre o conhecimento real ancestral e as noções de povos que estão na sua infância evolutiva, que não nos convém copiar. Ou será que evoluir é imitar o primitivo? Como se vê, as distorções estão em toda parte, aguardando sua correção antes de nos considerarmos aptos a saber separar o proverbial joio do trigo, sem viés pessoal ou profissional, sem fórmulas e sem os vícios e limitações do jargão de nossas profissões aprendido na escola e mantido na imitação dos colegas de profissão. Nesse sentido, mencionei acima que, para sermos capazes de assimilarmos a contento todas essas coisas novas dessa forma íntegra e legítima, temos que estar vigilantes em relação às frequentes mensagens de valor invertido que buscam e permeiam nosso subconsciente durante nossa exposição diária aos meios de comunicação, mas é igualmente importante, enquanto caminhamos apurando nossa percepção do mundo em que ora estamos, desaprendermos outras tantas coisas já incutidas do berço até nossa vida adulta e profissional, pois como diz o ditado, não se pode encher um copo já cheio de aguas turvas com nova água limpa, pois não se trata só de acumular conhecimento e sim de susbtituir algumas das nossas noções do dia-a-dia, que são muito equivocadas, por uma visão mais avançada e real da realidade.

"O que precisamos, e que teremos de alcançar de qualquer forma, é uma sensibilidade para entender e responder às energias psíquicas que estão no âmago da estrutura da própria Realidade... e eu sugeriria que esta é a derradeira lição da Física, da Biologia e de todas as ciências, pois é a sabedoria definitiva dos povos tribais e o ensinamento fundamental das grandes civilizações." -Thomas Berry (1914-2009), Sacerdote Católico, Eco-Teólogo, Acadêmico e Estudioso da Terra, Cosmólogo, Autor, Professor e Pai do Ambientalismo, em seu livro Ecologia Espiritual.

Mesmo assim, com todo esse bombardeio caótico e contraditório da nossa sociedade desconexa atual, nossa poluição ambiental e mental e a proliferação dos campos de baixas frequências físicas e espirituais, geradas pelas pessoas e pelos aparelhos eletromagnéticos (torres de alta tensão, de celulares, tvs, computadores etc.) e alimentadas ininterruptamente pelos meios de comunicação para as massas, os Elementais e principalmente, os Espíritos da Natureza, são vistos e contatados por inúmeras pessoas hoje que souberam desenvolver essa sintonia. Quando vistos, se surpreendem, pois estão mais habituados a ignorar o insensato ser humano nas suas andanças e desvarios mentais; sua aparência pode variar muito pois em essência não possuem forma fixa, sendo a obsessão por formas uma caraterística humana do mundo material tridimensional e não uma regra para o Universo como prega a ciência comum; assim sendo, comumente assumem a forma que o observador espera ver ou de seu próprio pano de fundo cultural, daí a imagem de duendes e fadas que se fixaram no coletivo humano pois foram inspirados na vida da Idade Média Europeia com aquelas vestimentas e costumes; pelos mesmos motivos culturais e psíquicos da humanidade daquela fase da história que influenciaram o aspecto e comportamento do elemental do velho continente, os Espíritos da natureza brasileiros são vistos com um aspecto inteiramente diferente, frequentemente mais tosco ou primitivo, refletindo o tipo de mata daqui, mas isso é só um aspecto, pois óbviamente ainda resta todo um vasto território a ser explorado, mapeado e sentido nessa área para que possamos ter uma noção mais clara de como são os Espíritos da Natureza do nosso país, como se distribuem as energias vitais pelo nosso imenso território, quais são e onde estão os nossos Locais Sagrados de captação e distribuição dessa energia e como isso está sendo impactado pelos nossos bolsões humanos e pelas destrutivas obras faraônicas; onde mais devemos fazer urgentes reparos espirituais-energéticos como os já realizados experimentalmente no Circuito das Águas de São Lourenço (MG), em São Paulo e na Fundação Matutu, a convite, pelo pioneiro litopunturista11 e geomancista12 esloveno, Marko Pogacnik em anos recentes; faltam também pessoas dispostas e realmente capacitadas daqui para levar isso adiante da forma avançada, sem segundas intenções, superando os modismos ecológicos 'politicamente corretos', como procuro mostrar aqui, sabendo substituir e abrilhantar o atual modelo de estudo ecológico, pois isso será muito necessário para o papel de liderança profetizado para o Brasil no futuro próximo: estar na vanguarda do estudo sério dessa segunda ecologia, começando por admitir e aprender com o resto do mundo onde isso já está sendo feito, para depois, com humildade, voltar os olhos para nosso meio ambiente como um todo e começar corrigir os descalabros ambientais e fazer bom uso da nossa imensa riqueza natural de proporções continentais -apesar da imensa destruição já permitida- para poder cumprir seu real papel e ajudar o mundo no processo de revitalização que está em curso neste exato momento. Desenvolver uma visão que vá além das formas, sem ficar repetindo a palavra "sustentabilidade" a cada frase, sem rotular tudo que não compreende de "polêmico" para estar na moda e se enturmar com seus pares e assim por diante, deveria ser o essencial neste momento para iniciarmos uma verdadeira reeducação ambiental. Para os que sorriem com ironia para tais noções, considerando-as ingênuas ou inviáveis frente ao montante de estragos já causados e em andamento e aos interesses ferozes que regem esta área, resta a advertência de que o que é realmente ingênuo é acreditar que não há consequências espirituais e materiais para esse descaso ou cinismo. Como já procurei mostrar, não é uma questão de crenças pessoais ou religião: independentemente das crenças e noções de cada um, para tudo haverá responsabilidades e contas a serem prestadas, seja agora ou no futuro da Alma Imortal que escolheu desvirtuar o uso do meio ambiente pelas justificativas de sempre. Rir hoje não nos protegerá da dor do depois, simples assim.

O caminho então para re-despertarmos e começarmos a educar nossos sentidos superiores, aqueles que vão além da observação externa dos fatos físicos, como procurei mostrar aqui, começa com subordinar nossa racionalidade e pensamento analítico às nossas faculdades superiores de Percepção Contínua, Intuição e Sentir que precisam ser despertadas do sono em que se encontram, sensibilizadas e reeducadas para se aprender a incorporá-las ao nosso dia-a-dia, para só usar tal pensamento analítico-materialista depois, para ajudar na classificação, análise e propriedade de cada coisa, pois é esta sua verdadeira função e não como orientador principal do Ser como é hoje. Não se deve mais permitir que o pensamento racional intercepte e classifique as percepções recebidas pelo conjunto Corpo-Alma, bloqueando-as com seus preconceitos, falsas noções e medos, pois essa é a conexão vital da pessoa com seu mundo interno e 'externo', algo que antecede a análise. Deixamos a mente racional assumiir o controle total, achando que isso é ser sensato, prudente e lógico, enquanto esta forma de condução do Ser é manipulável, muito incompleta e já se encontra condicionada pela falsa realidade divulgada de forma repetitiva todos os dias pelas mídias, com o evidente resultado do caos mundial em que nos encontramos e isso não é uma supersimplificação de questões complexas que só 'especialistas' podem entender ou lidar. A verdade é muitas vezes bem simples nas suas linhas gerais, bem óbvia até, mas nós a tornamos complexa e 'para poucos' pelos nossos motivos pessoais, muitas vezes inconfessáveis.

-"Um problema não pode ser resolvido pela mesma mentalidade que o criou."-Albert Einstein.

O Homem precisa aprender a se completar, começar a ver o Todo e suas interações dinâmicas, de forma Holística, como já foi dito (e em qualquer área do saber) para só depois empregar as conquistas da racionalidade para estruturar as descobertas. Pode-se começar por encarar nosso ambiente diário de forma mais sensível, procurando não atropelar ou abafar a sucessão de impressões que recebemos a cada segundo com nossos racionalismos, pressas vazias, ansiedades e correrias mentais habituais, procurando sentir mais nosso próprio corpo, suas reações a diferentes ambientes e pensamentos, para depois estender essa percepção para os ambientes mais externos, cientes de que sua exteriorização é apenas aparência pois estamos de fato unidos a tudo mesmo que não percebamos ainda. Para esse tipo de renovação, é fundamental também nos precavermos dos vícios de comunicação e expressão que recebemos de nossas profissões, da nossa sociedade atual e do nosso pano de fundo, pois tudo isso não é a pessoa que está ali mas sim a voz do condicionamento que recebeu, expressa através de fórmulas, jargões e sofismas, muitas vezes como sua única educação formal ou pessoal, ou seja, as 'lentes' que acostumou a usar para interpretar tudo e se sentir protegido entre seus pares que possuem o mesmo perfil. O nível de honestidade que temos de ter para conosco e para com os outros terá de ser bem maior do que isso, temos de superar essas fases que prevaleceram até agora, se quisermos ser merecedores dessa visão mais profunda.

Procuremos sentir as diferenças entre as estações do ano, as horas do dia, a forma como a cobertura vegetal do seu entorno reage e como determinadas espécies reagem às mudanças no clima e especialmente às mudanças que não estamos habituados a perceber como as de maior e menor atividade energética, lunar, ciclos naturais de atividade e repouso a assim por diante. Logicamente, estamos habituados a ver isso no nível físico, mas ao procurar sentir o que se passa nos bastidores da roupagem física das formas das plantas e flores, educando o olfato também a perceber diferenças, começaremos a ter impressões mentais e reações corpóreas que devem ser notadas. Num jardim, por exemplo, há dois tipos de forças em atividade: a Etérica e a Astral. Na primeira temos a vitalidade da Vida movimentando a Criação e na segunda sua vida espiritual-emocional. Nestes dois planos, ou campos, de existência, a cobertura vegetal interage incessantemente com os Elementais da Terra (subsolo) que lhe traz os nutrientes do seu reino mineral -as plantas não fazerm isso sozinhas- e impulsionam seu crescimento para fora do chão em direção aos elementos seguintes. Uma vez fora, os Elementais da Água e do Ar fazem sua parte que consiste nas trocas úmidas e de fixação da luz em suas folhas etc. O quarto elemento, o Fogo, assume na sequência, ligando a planta com as forças mais astrais para seu desabrochar. Juntos, promovem sua reprodução com o auxílio dos insetos que também são acompanhados pelos Elementais do ar e do fogo em suas incursões, numa quase silenciosa sinfonia ininterrupta! Pedras mais imponentes, pequenos cursos d'água, laguinhos e árvores de maior porte que houver, formam pontos de atração natural para Espíritos da Natureza de maior desenvolvimento que presidem sobre os outros, guiando-os, energizando-os e inspirando o desabrochar do terreno seguindo uma ideação vinda de mais alto, na sublime hierarquia e sinergia dinâmica de um local. Este é apenas um pequeno resumo superficial do processo, mas serve para você se dar conta do que se passa em seu jardim e ter no que se basear para buscar sua Sintonia! Saber perceber tudo isso com serenidade feliz, interesse genuíno e Amor, sem a frieza do analista e sem o melodrama do amor sentimental-pegajoso, trará seus resultados e o aproximará destas inteligências que normalmente ignoram o Ser Humano contraditório e confuso em seu pensar disperso e desconectado. O pensamento destes seres é sempre dinâmico e imediato, intuindo a Realidade exatamente como ela é, sem depender de raciocínios para isso, sem hiatos entre percepção e ação, que é o que nos falta e muito, por dependermos ainda tanto de analisar tudo primeiro, pesar nossa vantagem e só depois fazer algo. Além de toda essa atividade local, lembre-se também que a Terra, enquanto Planeta, também está recebendo ininterruptamente, energias, impressões, idéias e impulsos evolutivos que vêm do Cosmos, do nosso Sol que rege esses impulsos em nosso Sistema Solar, na forma de Noúres, como tão bem descreveu Pietro Ubaldi. Tudo está de fato ligado numa reciprocidade de Criação e Desabrochar para uma finalidade última que, naturalmente, ainda é misteriosa em vários pontos para nós e por isso mesmo há muito o que estudarmos ao invés de desperdiçarmos tanto do nosso curtíssimo tempo de vida na Terra com futilidades diversas que nem são entretenimentos sadios e nos mantém num estado de alienação consentida, bem como da Alma do Planeta, Gaia se quiser chamar assim, numa fusão de Criação, Fertilidade e Propósito. Todos podemos apurar nosso sentir para encontrarmos nosso lugar nisso como antenas-vivas que realmente somos e enfim, começar a Perceber e Ver o quadro maior, antes de começarmos a destruir e alterar esse delicado equilíbrio empregando apenas o modelo de ecologia atual. Eis o valor inestimável desse estudo e entendimento.

Outro fato fascinante de se saber sobre os Elementais e Espíritos da Natureza é que diversos ornamentos indígenas do mundo, como os cocares dos indios norte-americanos, foram inspirados nos impressionantes fluxos de energias coloridas que emanam de forma flúida do corpo dos Espiritos da Natureza, especialmente da cabeça e dos ombros e costas dando a impressão de asas, quando vistos pelos xamãs nas matas com sua clarividência mais desperta de antigamente e que as tradições fizeram gradualmente fixar em seus descendentes até a perda do seu significado para a moderna humanidade de hoje. Como disse, há muito o que resgatarmos e vermos antes de sentenciar que este ou aquele ritual ou local sagrado de povos primitivos ou de civilizações do passado foram apenas fruto da sua imaginação e superstições e deveriamos dar muito mais atenção aos autores sérios que estão desenvolvendo e devolvendo esse conhecimento hoje! Conforme a classe estudada veríamos que os da terra gostam de imitar os cenários e vestimentas humanas e frequentemente o fazem, mesmo que de forma incompleta, por prazer. São sempre astutos, ágeis, puros e a forma como os veríamos também depende do grau de desenvolvimento do observador, a profundidade de sua clarividência (nata ou aprendida) e seu pano de fundo pessoal. Em todas as situações, porém, o que mais conta é a intenção9 do observador, seu grau de pureza e sensibilidade. Com tudo isso, devemos concluir que mais que "ver para crer", fotografar e tentarmos limitar tais seres a uma forma 'física' definida como fazemos com animais e plantas, trata-se de perceber, sentir e aprendermos a nos comunicar de forma proveitosa com as Inteligências da Natureza que ainda nos aguardam, mesmo nos dias de hoje, para retomarmos o desenvolvimento verdadeiramente saudável do planeta, sem modismos ecológicos, o que resultará em nosso próprio desenvolvimento, livres enfim da opressão, limitações, interferências, distorções e distrações propositais impostas pelo sistema atual de governos e sociedades neste mundo. Outro exemplo prático está no fato de que com uma parceria de comunicação inteligente e sincera com os Espíritos da Natureza, poderíamos sanar as deficiências de nutrientes do solo e controlar o avanço de 'pragas' de uma forma revolucionária para a agricultura convencional, como já é feito em diversas partes do mundo, como em Perelandra nos EUA, sem utilizar venenos tóxicos e desequilibrantes como hoje fazemos na lucrativa indústria dos fertilizantes químicos. Só isso já traria uma mudança significativa em nossa alimentação e pode ainda ser conjugada às técnicas sonoras do Sonic Bloom para projetos-piloto e depois em grande escala.

Embora frequentemente confundidos, há uma distinção a ser feita entre uns e outros para nossa melhor compreensão, uma distinção baseada no seu desenvolvimento e função e não na sua aparência: enquanto os Elementais podem ser considerados como os que desempenham funções específicas e mais básicas em todos os processos da natureza como no estímulo e formação de partes de uma planta, trocas fisio-químicas, movimentações ao longo das Linhas Energéticas subterrâneas do planeta (os Ley Lines) e uma infinidade de funções em todos os reinos, os Espiritos da Natureza, como seres muito mais desenvolvidos, estão ligados a áreas e funções maiores como árvores, rios inteiros, Locais Sagrados4, formações rochosas, lagos e cachoeiras, por exemplo, em todas as regiões de terra, água e na atmosfera bem como na formação e desenvolvimento de todo o reino animal e humano também, sem o que a própria vida na terra não seria possível. Vejamos isso um pouco mais fundo: os animais, principalmente os em estado selvagem, são almas-grupo, espíritos-grupo, ou seja, cada espécie possui uma alma coletiva que absorve as experiências de todos os seus componentes durante sua estada na Terra para sua evolução, esta alma coletiva vai se individualizando em contato com o Ser Humano que lhe transmite por convivência, novas qualidades, assim temos o cão leal e o traiçoeiro, o que é muito diferente de, por exemplo, peixes em um cardume de comportamento idêntico. Esses fatos básicos são bem conhecidos nas diversas filosofias espiritualistas mas ainda não foram assimilados e admitidos pela nossa preciosa ciência oficial... mas ainda há muito mais que a Ciência Oculta pode nos revelar. Por exemplo, o estudo nos revela que os animais são consciências mais ligadas ao Cosmos e de lá recebem ininterruptamente estímulos e orientações para sua Evolução; eles, por sua vez, se encarregam de transmitir essas qualidades para o planeta, para a Consciência de Gaia na forma de Arquétipos (ideados por hierarquias superiores) que contém as diretrizes desse desabrochar constante. As plantas e seu vasto reino, pertencem mais ao planeta, como uma exteriorização da vontade criadora e evolutiva de Gaia. Os Espíritos da Natureza existem exatamente para que essa comunicação entre Céus e Terra possa ocorrer de forma harmoniosa, por isso se diz que são como 'parteiras do mundo físico'! Os Espíritos da Natureza bem como os Elementais em todas as suas variantes não nascem, crescem, reproduzem-se e morrem da forma como entendemos no mundo animal e humano, porém possuem, é claro, sua própria forma de serem 'criados' (que podemos entender como externalizações de outras consciências mais desenvolvidas que projetam de si individuações elementais para determinadas tarefas) e sofrem transformações conforme evoluem para outras funções na natureza e têm sua 'morte' na forma do que podemos considerar como hibernações para depois resurgirem renovados ou mesmo retornarem para serem reintegrados à consciência maior, de onde se originaram, uma vez terminada sua tarefa ou missão de vida.

A Vida, nessa ecologia e dimensão paralela, é diferente e possui leis pouco conhecidas do cientista comum no mundo físico, mas deve ser entendida como um complemento muito real e absolutamente natural que precisa ser estudado para podermos nos unir a eles e aos outros habitantes extra-físicos como uma só humanidade cooperativa, compartilhando nossa evolução ombro-a-ombro, cada vez mais conhecedores da presença e desígnios de um Planeta Vivo, sem mais danos, exploração desenfreada ou abusos na nossa caminhada sem fim rumo ao conhecimento de nós mesmos e do Cosmos. Para situar ainda mais claramente o que pretendo mostrar aqui, abro um pequeno parêntesis para tratar rapidamente de outro aspecto da nossa interação com as Inteligências da Natureza: algumas religiões e práticas interagem com estas forças para diversos fins, porém como humanidade, temos de redefinir nossa associação com tais seres para que saibamos realmente o que são e como deveríamos estar convivendo com eles em nosso dia-a-dia, pois os danos causados pelos dois opostos, de um lado, ignorar e negar com ironia sua existência, ou de outro, usá-los de forma primitiva para satisfazer desejos humanos através de rituais, não podem mais prosseguir em um mundo que pretende ser esclarecido e avançado. A interação tem de ser harmoniosa, inteligente, baseada em respeito e amor e para finalidades evolutivas maiores e nunca mais como práticas menores em que se usa magia e alegorias para forçar um intercâmbio indesejado que sempre terá seu preço e que não combina com um futuro mais desperto e progressista como delineo aqui, pois trata-se de ver tudo isso com outros olhos daqui pra frente e não de enaltecer práticas primitivas com finalidades e resultados idem. Temos de despertar, encorajar e manter o bom senso de que sempre que distorcemos nossa relação com a Vida, a natureza, os animais e com nosso semelhante, mesmo quando apoiado pelas maiorias que fazem o mesmo, haverá um preço a pagar, individual e coletivamente, até que tenhamos a vontade própria de amadurecer nossa relação com o meio-ambiente, e isso quer dizer com TUDO, como acho que já deixei bastante claro neste artigo sobre os fundamentos da existência e nossa relação com os Espíritos da Natureza.

Todos, desde o mais simples dotado de mínima consciência até os mais complexos e individualizados que coordenam os menores, estão unidos numa perfeita fusão com os desígnios da Vida e seguem em evolução paralela à nossa, como verdadeiros operários de Gaia, criando e transformando o ambiente Terrestre seguindo o Plano Diretor do próprio planeta, como seus agentes sublimes. Compreendendo os níveis hierárquicos que existem nos processos vitais em toda parte, devemos entender também que tanto os Elementais como os Espíritos da Natureza não criam por sua própria responsabilidade ou ideação, pois são executores amorosos e devotados dos planos creacionais de outros muito acima deles, chamados de Devas, seres que possuem grande poder sobre nosso meio ambiente físico, ligados que estão às Hierarquias Angélicas de onde recebem seus impulsos. O Devas possuem atribuições multifacetadas e são de diversos tipos e tamanhos, irradiam poder, beleza e intensidade inigualáveis e podem ser vistos em determinados partes de encostas e picos de montanhas, copas de conjuntos de árvores, especialmente as mais antigas e rochedos por exemplo, pois estão ligados a vastas regiões de montanhas, florestas, mares, vales e até nações, presidindo sobre as tarefas dos menores mas também, por sua vez recebem estímulos criativos e precisos de outros acima deles em perfeita sintonia numa escalada gigantesca que remonta ao nosso Criador Maior, Deus, e Seu Plano Divino de Desenvolvimento e Desabrochar da vida e das consciencias. A visão destes superseres gerou na antiguidade os nomes que conhecemos hoje como Posêidon e Netuno nos mares e assim por diante, o que nos deveria despertar para a noção de que tais coisas não são só alegorias curiosas e sim descrições de coisas reais porém extra-físicas. É nesse panorama maior da nossa existência que devemos avaliar nossa conduta, modelo e providências relativas a Ecologia para entendermos a grandiosidade que nos escapa e que não faz parte das decisões ambientais que tomamos de forma cega e irrefletida. Esta tomada de consciência de nossa parte faria interromper o quanto antes, os hábitos enraizados de negação, descrença, suspeita, apatia, descaso, ironia e dúvida que nos mantém na desconexão e ilusão diárias que a visão materialista nos impõe, fazendo cessar de vez a volúpia da ganância que será reconhecida um dia, como nossa fase mais infantil e infeliz. É preciso admitir sem mais delongas e sofismas, nossa responsabilidade e dever de começar a estudar, entender e resgatar o conhecimento antigo, sabendo combiná-lo de forma sábia com o desenvolvimento excelente do nosso lado racional atual.

-"O Mineral dorme, o Vegetal sonha, o Animal sente, o Homem desperta e o Anjo Vive!" -Aforismo oriental milenar que resume e revela de forma brilhante, a hieraquia e o desabrochar das Consciências na Terra, lembrado por Ramatís em sua série de livros definitivos e norteadores sobre a realidade espiritual do homem, através do grande médium brasileiro, Hercílio Maes nos anos 70 e 80.

Embora sejamos seres mais complexos e bastante desenvolvidos intelectualmente, nosso verdadeiro potencial ainda está em 'modo de espera', como algo subjacente e latente à nossa personalidade comum do dia-a-dia, sem ainda alcançarmos, nem de longe, o grau de profundidade, integração com a vida e o meio ambiente e a ágil percepção dos Espiritos da Natureza em suas várias subdivisões hierárquicas e atividades neste mundo. Enquanto achamos que só se pode entender o mundo através do raciocínio lógico e deduções graduais para só depois montarmos um modelo de estudo, ainda incompleto, para ser discutido por nossos pares que fizeram o mesmo mas tem outro "ponto de vista", os Espíritos da Natureza deduzem os fatos que observam de forma ininterrupta e direta, sem discordâncias e divergências de interpretação, pois percebem os fatos na intimidade instantânea de cada fenômeno, sem necessitar pensar sobre cada coisa antes como nós fazemos e se comunicam de forma intensa e ágil utilizando imagens mentais, emoções e conceitos flúidos em cores vibrantes sem a grande limitação e lentidão do uso de palavras e formas rígidas de pensamento como acontece ainda conosco que perdemos muito tempo debatendo pontos de vista para ainda concluir tão pouco de útil e verdadeiro e fazer ainda menos. Esse é o tipo de desenvolvimento que nos falta, que foi perdido na noite dos tempos e que seria urgente retomar, despertar, valorizar e educar, pois é a essência do funcionamento da Vida para todos os seres e deveria ser para nós também se 'destapássemos' nossas percepções. Mas onde estão os indivíduos capazes dessa liderança íntegra e inteligente que requer uma formação cultural e acadêmica multidisciplinar e mais positiva, que requer muito empenho, boa vontade e coragem, domínio do assunto e uma legitimidade moral para tal? Se não houver um impulso decisivo para descobrir, apoiar e formar tais pessoas hoje, nossos jovens e as futuras gerações terão menos ainda, talvez concretizando os cenários sombrios que muitos filmes de ficção científica insistem em apontar como nosso futuro, extrapolando de como o Homem vê sua civilização hoje: seria apenas coincidência?

Deveríamos concluir nisso tudo como o trabalho de Darwin, sem dúvida importante e revolucionário em sua época, apenas tocou na superfície do fenômeno Evolução e que todo o sistema acadêmico-científico precisaria urgentemente fazer avançar também suas noções e se abster de só repetir e celebrar dogmas darwinianos como se fossem o auge do saber e a única referência nessa área, o que acaba por amarrar geração após geração nessa noção estacionária e ilusória de como a Evolução acontece e como a vida na matéria se desenvolve, criando meros repetidores de um saber muito incompleto ao invés de estimular o desenvolvimento de inteligências criativo-intuitivos-racionais e uma formação mais abrangente, íntegra e profunda entre nossos alunos, essencial para se buscar a Verdade onde ela estiver. Isso também significa que não poderemos mais ter cientistas, médicos, nutricionistas, pesquisadores, governantes e intelectuais cuja formação pessoal sobre a existência ou não de um Criador, da Alma humana, da vida após a morte, outras dimensões da existência, etc. ainda for obscura, indefinida, contraditória, presa aos dogmas de alguma religião de sua preferência ou pior, que encare tudo isso de forma indiferente ou condescendente excluindo estes aspectos fundamentais de suas profissões e do seu trabalho científico como se não influissem ou importassem pois seriam de "fôro íntimo". Um cientista e uma ciência firmada sobre esta base frágil e profundamente contraditória será -como já é- eminentemente inútil para a humanidade para definir nossos rumos e fornecer respostas verdadeiras sobre o que quer que seja, servindo mais para manter toda a população presa a uma ilusão de realidade que no fim tem um preço, como já está tendo agora. Enfim, é preciso saber fazer as verdadeiras perguntas, notar o que não é dito no que se diz... como por exemplo, quando repetimos dogmas darwinianos hoje, em fóruns, materiais escolares e documentários, ao invés de nos impressionarmos com esses 'ensinamentos', devemos notar que em pleno século 21, ainda não temos nada melhor... nada que tenha levado aquelas descobertas adiante com a mesma imponência (no entanto , como procuro mostrar aqui, citando alguns entre vários, mas são eminentemente abafados como se não pudessem ter uma estatura darwiniana, mesmo quando seguem os métodos científicos estabelecidos pela mesma comunidade que os ignora e produzem avanços espetaculares!), ou seja, só endeusamos aquilo que já não é mais contemporâneo, não está aqui e se tornou um símbolo conveniente, que podemos acatar sem esquentar a cabeça, porque todos já estão acostumados a aceitar os grandes nomes e não precisamos defender nossa opinião, pois nunca enaltecemos nossos sábios de hoje. Nesse caso, teríamos de admitir que não há sábios em nossas gerações...e isso seria uma declaração de falência da sociedade atual que nada produz de valor que rivalize ou prossiga de forma reconhecida, a genialidade dos seus antecessores! O mesmo acontece com a música clássica e na pintura dos Grandes Mestres, onde nada do que criamos depois possui a mesma estatura! Então o que havia naquelas épocas que permitia tal virtuosismo? Isso deveria nos fazer pensar que temos que admitir que as fantásticas inteligências de hoje não são capazes de criar nada assim, e se não, que futuro temos? Vamos continuar cultuando essa herança no ano 3014, porque não sabemos mais como criar nada sublime e reconhecidamente elevado? Que tipo de formação estamos permitindo e em que tipo de sociedade vivemos que forma gerações cada vez mais diluídas e incapazes de repetir aqueles feitos, se há tanta gente muito inteligente e talentosa no mundo hoje? Que sistema bloqueia o florescer dessas inteligências na direção certa e os faz usar seus inegáveis talentos para perpetuar esse sistema? Se, por outro lado, estamos nos recuperando e há avanços geniais diversos, por que deveríamos estar nos recuperando? De quais entraves na Evolução real do Ser estamos falando? Como foram montados esses sistemas que hoje se tornaram nossa prisão? Uma prisão que festejamos todos os dias com algum escapismo como se não existisse.

Este é um conhecimento que afeta toda a ciência, pois todas as áreas estão ligadas aos Elementais e Espíritos da Natureza e à condição da Consciência humana. Eis mais um exemplo: na Meteorologia, o que realmente preside por trás dos fenômenos climáticos observados vai muito além do que supõe seus bem-intencionados membros que podem apenas analisar o aspecto físico por ser o único visível e mensuravel pelos equipamentos e racionalidade humana atuais, quando não limitados também a atender ao imediatismo humano de negócios e diversão. Para melhor interpretarmos as previsões precisaríamos começar por ter em mente que o fenômeno físico é SEMPRE um resultado e nunca uma causa, então o que há por trás das mudanças climáticas físicas? Com um olhar mais profundo sobre o tema, comecaríamos a entender que o clima atual, quando natural, é realmente um reflexo direto de pelo menos três fatores principais: o primeiro é o nível mental/consciencial predominante da humanidade que ininterruptamente projeta na atmosfera o quociente de seus pensamentos, desejos, paixões, aspirações e idéias. O segundo advém da resposta a essas emanações humanas dada pelos Espíritos da Natureza do elemento Ar, cuja tarefa é combinar os elementos disponíveis para manutenção do clima, resultando em um clima que pode ser tanto ameno e maravilhoso como violento e instável, em correspondência exata ao que acontece nos corações e mentes humanos, pois essa é a matéria prima, por assim dizer, disponível. Naturalmente, não se deve concluir com isso que o clima é sempre bom para pessoas 'boas e bem comportadas'... nunca se pode ser simplório ao investigar causas mais profundas onde muitos fatores influem e onde cada caso é um caso! Trata-se de chamar nossa atenção coletiva para começarmos a perceber que há mais para ser entendido que se situa além dos fenômenos puramente físicos, pois cada estudo individual necessitaria de um espaço dedicado o que não é o caso desta introdução ao tema. Pelo mesmo motivo, deixo de fora outras influências físicas e das dimensões sutis que provém do nosso Sol e do Sistema Solar em si. O terceiro fator é aquele que não havia antes e que faz parte do nosso momento histórico único que vivenciamos hoje, como menciono ao longo deste texto, e este seria uma movimentação colossal do próprio planeta, da mãe Gaia, se quiser chamar assim a Consciência cujo corpo é o próprio planeta, que se prepara para uma nova fase expurgando os venenos tóxicos que nela vêm se acumulando há séculos também pela negatividade e incúria humanas, devolvendo aquilo que nós mesmos originamos por livre vontade: a fúria dos elementos que espelha o desatino humano, pois a esta altura já se deveria saber que não há causa sem efeito correspondente, como algo justo e necessário por não estamos ainda fazendo a limpeza nós mesmos em nossos corações e mentes, em nossas sociedades e no meio ambiente de forma profunda, justa, real e na escala e velocidade necessárias. A limpeza é tanto física, da poluição e contaminação de tudo, como também mental e espiritual-energética noutras faixas de frequência como procurei demonstrar existir aqui desde o início deste texto. Isto pode parecer abstrato ou fantasioso para muitos mas na verdade nada tem de religião e sim de uma ciência positiva e bem lógica que terá de ser admitida abertamente um dia, sem sofismas quando o ser humano não tiver mais medo de encarar a causa das coisas e as peças ocultas desse quebra-cabeças começarem a vir à tona. Uma nota positiva para tudo isso é que ainda é possível amenizar diversos desses efeitos climáticos, refazendo nossa conexão com os Espíritos da Natureza e com eles nos aliarmos no Amor pela restauração do planeta. Já foi dito por Einstein que a mesma mentalidade que criou um problema não serve para soluciona-la. Assim sendo, temos de mudar como pensamos pois o pensamento modela nossa imagem de nós mesmos, nosso futuro e o que conseguimos ver dessa realidade, que será sempre parcial, enquanto não despertarmos indivudual e coletivamente.

Um Valor de Permanência

No reino vegetal, cada florescer, cada semente que brota, cada plantio e colheita é regida, apoiada e auxiliada por essas forças elementais. No mineral, cada combinação química, cada movimentação geológica e cada substrato é entremeado da presença elemental e no chamado reino animal, cada desenvolvimento de cada espécie acontece numa parceria com os espíritos da natureza: nada está separado. Do nosso alimento, à nossa água e nosso ar, em tudo dependemos dessa intermediação silenciosa e pura que ocorre nos bastidores da vida a cada segundo. O modelo atual que se usa para estudar o homem, os ecossistemas e o planeta já começa a mostrar sinais de que entende que não se pode estudar as coisas de forma isolada para conhecer de fato algo, seja o que for. A ciência acadêmica começa a entender que não é dissecando, medindo, pesando e quantificando as coisas que se pode apreender seu funcionamento no todo. Mesmo assim, ainda falta entender muito mais pois continuamos estacionados no materialismo mecanicista, desprezando o conhecimento da Ciência do Espírito que há no mundo. Ou será que alguém poderia entender o funcionamento de uma bússola só por desmontar e analisar suas partes, ou os materiais que a compõe? Só se pode entender para que serve e como funciona uma bússola quando a relacionamos com os campos magnéticos do planeta como um todo! A mesma noção precisa ser aplicada ao homem, aos animais, minerais e as plantas, pois não é estudando um braço, por exemplo, que entenderemos o corpo humano e também não é estudando um cadáver humano ou vegetal que entenderemos sua relação Viva com o restante do mundo. O componente espiritual sério, científico e desvinculado de atender a esta ou aquela religião é que dá causa ao efeito físico e material que observamos. Qualquer outra forma de conduzir estudos como a ecologia, por exemplo, será sempre incompleta e enganosa, portanto incapaz de propor soluções hoje ou nos conduzir amanhã com medidas que possuam um valor de permanência, sem termos mais de conviver com os muitos efeitos colaterais da ignorância e do despreparo.

Mas, voltando ao reino dos seres elementais e espíritos da natureza: A vida nesse âmbito é diferente -mas não separada!- da nossa, os espíritos da natureza não possuem nosso livre-arbítrio ou necessidade de "buscar o sentido da vida" ou ter um raciocínio analítico pois já estão unidos harmoniosamente à Vontade Maior, que lhes proporciona todo o saber necessário, aquela que dirige os rumos da Criação e, por viverem na dimensão das emoções, seu estado natural é da mais pura e permanente felicidade e exultação da Vida quando podem desempenhar suas funções, mas pode ser também de agonia e desespero idem quando nossos pensamentos e ações intervém de forma artificial, altamente ruidosa*, destruidora e insensível em seu habitat, impedindo que desempenhem suas funções, causando verdadeiros bolsões de estagnação energética que impedem a recuperação e o desenvolvimento natural de um local. Por falar nisso, seu habitat é em toda parte: em toda a terra e no subsolo, em toda água e no ar e nas chamas, nos centros urbanos, nas moradias, objetos e até em nossos corpos. *Vale aqui fazermos um pequeno parêntesis sobre isso: nossa humanidade, na sua maior parte, ainda não percebe o alto índice de ruído em tudo que faz, preferindo apenas medir decibéis de trânsitos ou aeroportos (mas sem nada fazer a respeito...) para reportagens. Mas o fato é que isso vai bem mais longe, está no dia-a-dia do nosso comportamento que na maioria das vezes se expressa aos gritos, alardes e estrondos vários como o de pessoas que acham necessário ficar acelerando suas motos e carros, possivelmente para sentirem que estão vivendo, pois ainda estão mais ligados à matéria densa e bruta que lhes faz sentido do que aos valores da delicadeza como um todo. Todos os dias vemos como tantas pessoas gostam de barulho estridente ou impactante (seja na música ou no transporte de objetos e suas vozes, ou ainda em tantos 'shows' com som distorcido e alto mas sem qualidade que ninguém parece notar), sentindo prazer em provocar tais abalos no ambiente circundante, como que dizendo "olhem, eu estou aqui!"; o mesmo acontece em nossos meios de entretenimento: filmes, músicas ou em parques de diversão e shopping centers, sem falar das repetitivas, propositalmente impactantes, imitadoras umas das outras e insuportáveis vinhetas televisivas como as dos canais pagos ou telejornais que ainda gostam do conceito do 'alarde de trombetas' como um emblema normalíssimo da profissão. Só nisso já podemos ver o nível de desenvolvimento da nossa humanidade e quanto falta ainda para sabermos nos divertir e nos expressar sem precisar da explosão e do impacto dos sentidos que só visa agitar o campo emocional da pessoa por nada (com constantes apelos falsos com palavras de ordem vazias: "atenção!", "mas corra", "aproveite!", "só hoje" e o mix proposital de notícias alarmantes ou chocantes com outros supostamente engaçadinhos ou "ternos", como o nascimento de um filhote no zôo, para mais desequilíbrio na gangorra emocional...tudo travestido de "informação" necessária, quando as verdadeiras e mais importantes informações sobre o mundo e nós mesmos, são sonegadas por atacado) que tanto dano invisível (e depois visível, mas não associado!) causa, tanto para quem emite como para quem ouve, quer saiba ou não, quer acredite ou não. Assim como pessoas de maior sensibilidade não conseguem viver em meio a isso todo dia, a Natureza também não e os danos vão se somando e espalhando sem controle algum: quais seriam as consequências? Vale lembrar outro lado fundamental para avaliarmos sua gravidade: é sabido tanto na Ciência Oculta como em diversas religiões, que este Universo foi criado pelo Som (o chamado Verbo Divino) e, como tal, como a força mais poderosa nesta realidade. Assim sendo, qual seria o resultado de abusarmos tanto dessa força com nossa interminável inquietude, descaso e gosto por fofocas e intrigas, além do frequentemente tumultuado ambiente doméstico, urbano e das 'diversões' que criamos e achamos serem normais e inócuos? Eis o sentido dos iniciados calarem a voz quando o que tiverem para dizer não for melhor do que o silêncio... pois os sons que produzimos, pelo idioma que temos, pelas intenções e hábitos que cultivamos, repercutem em nosso organismo físico e nas suas contrapartes sutis, noutras dimensões do Eu, favorecendo ou impactando negativamente na nossa saúde e clareza mental! Estes são fatos científicos demonstrados por diversos pesquisadores de vanguarda no estudo dos sons em relação ao meio ambiente, fonética e plantio com resultados práticos espetaculares e insofismáveis. Será mesmo surpreendente que estejamos tão repletos de distúrbios mentais e enfermidades várias depois disso? Lembremos que falamos aqui de ruidos físicos que podemos aquilatar e constatar até dizer chega, e mesmo assim pouco ou nada fazemos a respeito!

-"A zombaria termina onde a compreensão começa." -Marie von Ebner-Eschenbach (1830-1916), escritora Austríaca, considerada uma das mais importantes autoras em idioma Alemão do fim do século 19 com seus romances psicológicos.

Que dizer então de suas repercussões nas dimensões mais sutis de que tratamos aqui? No entanto, para os Elementais e Espíritos da Natureza tudo isso se soma ao ruido mental, criado pela nossa caótica, indisciplinada e frequentemente inconfessável forma de pensar, que polui o meio ambiente com ondas de distúrbio do qual os Espíritos da Natureza fogem e evitam se puderem, que é uma das causas de termos dificuldade de contatá-los. A música é um excelente exemplo: nosso progresso criou a música digital e audiófilos geralmente consideram isso uma decadência na qualidade sonora se comparado à faixa dinâmica captada pelos discos de vinil, como sabemos. Porém isso vai mais longe e poucos se dão conta de que não é só isso que importa saber, para curtir boa música, pois a codificação digital da música não é mais música, só a percebemos como tal, possivelmente pelo nosso alto grau de desconexão com a natureza somado ao nosso condicionamento na sociedade moderna. Tudo isso também mostra como boa parte do nosso progresso não é real e nos distancia da Realidade Maior. Elementais e Espíritos da Natureza se afastam da nossa música digital emitida por nossos alto-falantes enquanto se aproximam amorosamente quando uma bela música é executada por um instrumento real, digamos um violoncelo (não elétrico!) de cordas ao ar livre por um músico humano que está realmente ali espargindo seu enlevo e virtuosidade pelo meio-ambiente. Até nossos animais geralmente tendem a não reagir a sons de tvs e rádios (isto é, se já não estão condicionados pelo convívio com a personalidade pouco natural dos seus donos...) da mesma forma que reagiriam aos mesmos sons reais se acontecessem ao seu lado, mas preferimos só achar tudo isso divertido ou curioso e nada extrair para nosso progresso ou aprendizado na prática! As provas que desejamos estão em toda parte, falta só saber e querer ver com honestidade.

Dessa dimensão paralela, cuja existência já foi deduzida e confirmada por diversos físicos desde Einstein, esses seres estabelecem uma simbiose com os direferentes reinos numa troca de experiências onde enquanto fazem desabrochar e impulsionam as formas e consciências da vida no mundo físico, este lhes proporciona em troca, a experiência física, o contato com a matéria mais densa, para crescimento de ambos e nosso proveito. Elas são as encarregadas também da nutrição das plantas e equilíbrio do solo, dos fenômenos atmosféricos, do fluir das águas e de todos os fenômenos naturais como as tempestades que conhecemos além de outras mais que não percebemos e nem sabemos que acontecem neste nosso mundo e além. Até mesmo nossos corpos e órgãos internos dependem dessa intermediação natural para sua formação, comunicação e bom funcionamento, assim como os processos industriais de transformação e tratamento de matérias primas, o que leva o assunto para muito além da noção convencional do seu papel em relação ao meio ambiente. Todas as substâncias orgânicas, produtos químicos, alimentos e materiais possuem uma vida e consciência próprias (não existe matéria não vivente distinta da vivente como se pensa) e estão relacionados aos Elementais e Espiritos da Natureza pois resultam das atividades criadoras, mantenedoras e transformadoras dessas formas de vida que dão origem a todas as substâncias no mundo físico e a elas permanecem ligadas. Entendendo isso, veríamos que nossos hábitos, pensamentos e vícios estão também estreitamente ligados à presença desses seres, pois ingerimos as substâncias que a elas estão sempre ligadas de uma forma ou de outra, um indicativo de que é nesse ponto onde devemos começar a procurar as soluções para mudanças de hábitos alimentares nocivos, tratamentos para viciados em substâncias entorpecentes e estudos dos humores do ser humano, indo muito além do que a psicologia ou a medicina comuns nos forçam a aceitar hoje, na busca da saúde real e não só do desenfreado e festivo culto às aparências condicionadas ao modelo de saúde atual, regido pelo conhecimento convencional de como se deve cuidar do corpo, considerando-o como uma máquina apenas, como é hoje. Assim sendo, a busca incessante por substâncias cada vez mais fortes e eficazes que apenas bloqueiam isso ou aquilo, ou só forçam alterar a composição fisio-química do corpo para impedir (novamente bloquear) a proliferação disso ou daquilo, não são soluções de fato pois desconhecem os mecanismos sutis e as associações por trás de cada efeito e ainda sujeitam o conjunto psico-físico, que é o homem, a inúmeros efeitos colaterais -conhecidos e desconhecidos, relatados e não-relatados- que intoxicam esse conjunto, agravando a situação do enfêrmo, enquanto simulam e alardeiam sua cura aparente, para uma sociedade sabidamente de aparências, na maior parte desesperada, formada por medos e fobias diversas e afeita a "soluções" imediatistas e superficiais. Falta portanto, integrarmos as descobertas das últimas centenas de anos sobre germes e bactérias, microorganismos, as propriedades dos materiais e das substâncias, etc., com esse Conhecimento Maior do que lhes dá forma, causa, propósito e SENTIDO! É só refletir sobre a magnitude disso e suas implicações para vermos que estamos diante de algo que, uma vez admitido, assimilado e depois estudado sériamente, mudará nossa relação com este mundo e nossas vidas na matéria, para sempre.

-"Na medida em que as leis da Matemática se referem à Realidade, elas são imprecisas; na medida em que elas forem precisas, não se referem mais a Realidade" -Albert Einstein em Geometria e Experiência (Janeiro de 1921).

É urgente entendermos que mesmo quando cumprimos as leis ambientais humanas à risca (e nossos esforços ainda são mais para termos algum sucesso nisso...) e procuramos fazer o que achamos ser o certo, quase sempre causamos graves danos ambientais nessa Realidade Maior (que também está totalmente ligada à vida na matéria e com ela interage ininterruptamente pois é a Vida Real e nunca algo para se dar atenção somente num momento de folga como simples curiosidade) por ainda não reconhecermos esses fatos, quando, por exemplo, projetamos jardins e parques, condomínios e conjuntos habitacionais, construções isolantes de concreto e pavimentações com asfalto, estradas, muros de todos os tipos erguidos à revelia em qualquer lugar e principalmente quando mudamos o curso de rios ou os canalizamos de forma artificial em canais ou com nossa imensas barragens, desconhecendo essa outra realidade que não reconhece nossa forma racional e matemática de conceber as coisas, pois essa nunca foi a única nem a mais acertada forma de se conhecer o mundo e a vida, embora tenhamos nos acostumado a pensar que sim, com orgulho da nossa objetividade e capacidade analítica atuais. Eis um exemplo: um rio, possui uma sinergia de energias e locais sagrados, curvas dinâmicas que possuem um propósito. Sua canalização em formas retas pensando só em utilitarismo do tipo mecânico-geométrico destrói energias delicadas, estagna a energia vital e aprisiona os seres elementais em bolsões de estagnação e sofrimento por vezes indizível e para sempre. Onde o sofrimento tem a função de nos trazer aprendizado e amadurecimento, para essas formas de vida é apenas agonia eterna sem proveito algum. Na vanguarda desse real entendimento da hidrologia avançada, o genial e sensivel naturalista, guarda florestal, filósofo e inventor Austríaco, Viktor Schauberger (1885-1958) mostrou como de fato funcionam os movimentos das águas e da natureza, inclusive a encanada (!) e como mudar tudo isso para termos água realmente saudável, faltou darem ouvidos a este extenso e maravilhoso trabalho de engenharia natural. Seus documentários e livros ainda podem ser encontrados também graças a um persistente e competente biógrafo contemporâneo, Callum Coats.

Um outro exemplo que diz respeito a todos os países: o passado de massacres e guerras de todos os tipos, exploração e dizimação de nativos locais e situações de traição, sofrimento, tortura, prisão e escravidão também marcam até hoje de forma indelével as dimensões sutiis, pois o que não foi sanado continua lá! Dessa forma regiões inteiras, locais específicos de batalhas famosas, cidades aparentemente pacíficas hoje e nações possuem inúmeras dívidas que foram fixadas nesse passado horrendo de dor e injustiças, tudo isso aguarda cura e são obstáculos reais ao progresso desses lugares e continuarão a gerar dor enquanto forem relegados ao esquecimento ignorante ou proposital. Assim sendo, pouco adianta construirmos igrejas e cidades sobre locais desse tipo para 'tapar' o passado para que as futuras gerações nada saibam sem estudar a história do local (algo cada vez mais difícil de se fazer com a diluição cultural e a quantidade de distrações ilusórias e de baixa frequência vibratória, oferecidas ininterruptamente pelas mídias por um lado e pelo estresse causado pelo sistema financeiro implacável e viciado do outro, além da quase impossível manutenção da saúde com a alimentação artificial e contaminada, como reféns de uma medicina idem, na sua maior parte!...). É preciso entender de uma vez por todas, que cada lugar ou região tinha uma função ANTES de ser o palco de mais uma tragédia humana. Essa função foi então desvirtuada e foi deixada assim por décadas e séculos. Dependendo da gravidade do que aconteceu ali, a energia enfermiça gerada pelo horror, somada à interrupção da função normal do local, dentro desse conceito de uma Ecologia Maior, causam efeitos que a humanidade ignara de hoje nem suspeita se seu sentir e intuição não estiverem despertos o suficiente, (principalmente porque além de não se interessar em saber, aprender ou querer fazer algo a respeito, na maioria dos casos, ali só busca seu prazer imediato e ganhos por interesses diversos), mas pagará assim mesmo a justa consequência disso, muitas vezes por serem seus próprios autores ou incentivadores, em alguma época passada. Perguntemos a nós mesmos: Seria sensato, viável e um sinal de racionalidade, erguermos por exemplo, um hospital (algo que demanda as condições mais saudáveis possíveis) sobre um local de conhecido massacre e sangue? Isso trará cura e felicidade aos seus usuários? Agora imagine isso somado ao 'tratamento' oferecido, baseado na ilusão da matéria, da medicina dos sintomas e fuga da dor a qualquer preço! Eis a dimensão da nossa responsabilidade. Nossa poluição ambiental, que é física e mental, além de nossas ações nesses locais, prejudica sobremaneira todo esse delicado e sagrado equilíbrio. Quem, além de nós mesmos, deve pagar a conta no final? Supor que nada disso existe não é uma atitude digna da inteligência e progresso que gostamos de sentir que conquistamos. A noção séria da existência dessas formas de vida e sua fundamental função nos ecossistemas é ancestral, antecede todas as religiões organizadas e poderia ser estudada com igual seriedade pois as informações de qualidade estão aí no mundo de hoje, sabendo peneirar e buscar o que se deseja. Depois disso, continuar a tratar o assunto como fantasia melosa eivada de 'bruxinhas e duendes' para crianças em filmes ou programas de tv para diversão vazia ou vender produtos em comerciais de tv, atesta o psiquismo imaturo, para não dizer irresponsável, da nossa sociedade. O que estamos festejando mesmo?

O Espírito da Natureza ligado à formas e deveres vegetais, aquáticos ou do solo não pode se desligar sozinho do seu ponto focal  (como podem fugir os animais, até certo ponto, quando ameaçamos e destuimos seu mundo, seus lares e seu território) e lá permanece tentando cumprir seu dever sagrado para sempre, mesmo sendo impossível, com a poluição, estagnação, bloqueios, isolamentos ou destruição que causamos. As formas geométricas que damos a jardins e sebes, pensando somente em nossa estética, também influem e lhes são frequentemente torturantes pois não damos conta de que cada forma geométrica emite energia e, frequentemente, nada significam para aquele local e ainda colidem energéticamente com a harmonia e função geo-magnética do lugar, algo que quase nunca percebemos e nem sequer ainda constam de nossos mapas e muito menos da formação acadêmica de qualquer profissão. No convívio com os Espíritos da Natureza devemos sempre lembrar que nosso pensamento racional não registra para eles, o que registra são nossas emoções e sentimentos reais, nosso nível (frequência) espiritual e nível de Amor Universal (sem sentimentalismos baratos), as intenções que temos e as energias que produzimos e em sermos o que somos! De tudo isso deveríamos concluir também que todas as áreas acadêmicas e profissionais ligadas ao meio ambiente, como jardinagem, agronomia, botânica etc., precisam urgentemente rever suas formações, pois suas atividades e intervenções bem-intencionadas mas impensadas, do ponto de vista de uma Realidade Maior, acabam causando graves danos com consequências duradouras que somente os espiritos da natureza podem aquilatar, quando queremos forçar uma estética ou uma produção artificial que interfere e desfigura o desabrochar natural das espécies vegetais de todo tipo, que não conhecemos de fato apenas lhes damos nomes e os dissecamos, medimos e pesamos para análise laboratorial de suas propriedades físicas, ou seja, inúmeras práticas constantes dos "manuais de jardinagem" e similares podem estar na contramão da realidade bio-energética e espiritual da vida vegetal. Temos um certo tipo de conhecimento sobre a vida vegetal, sua sazonalidade e características que é considerado vasto, mas só isso não basta para estarmos em harmonia com o processo e assumirmos de fato nossa posição como co-criadores do mundo. Por exemplo, há diversos casos bem documentados que mostram como a forma como nos relacionamos com o solo influencia o plantio e sua consequente colheita! Eis um exemplo: em certo lugar na Rússia, terras eram aradas por trabalhadores rudes que passavam o tempo praguejando ou contando piadas de baixo calão, sem gostar do que faziam enquanto revolviam a terra com suas enxadas. Certo dia, viu-se que uma doença havia aparecido e tomado conta de determinada espécie, em repolhos ou algo assim, não importa. A doença se espalhou rapidamente e causava enormes perdas inexplicáveis até que a causa foi descoberta. Essa descoberta só foi possível porque uma sensitiva de renome foi trazida para sentir o local da plantação e ela entrou em contato com os Espíritos da Natureza daquela espécie vegetal que transmitiram à ela claras impressões de como a energia dos canteiros estava pesadamente contaminada pela mentalidade dos trabalhadores, a cada golpe da enxada. Pouco antes disso ela havia sintonizado com a própria espécie vegetal e prontamente ficou coberta de chagas e passou muito mal, pois o excesso de empatia a fez sentir a agonia dos vegetais, quase vindo a perder a vida. Foi-lhe explicado que não deveria ter sintonizado com a espécie enferma e sim só com os Espíritos da Natureza responsáveis pelo local. A doença foi saneada com a mudança de habito no trato com a terra e os trabalhadores foram substituidos. Não se utilizou qualquer agente químico, remédios, pesticidas, etc. Isso mostra como a maneira como lidamos com TUDO possui repercussões de vulto, mesmo que nem sempre convenientemente visíveis como nesse caso e que o trato com a terra é sempre uma parceria. Agora, trocar isso por um manejo mecanizado é trocar o tosco pelo frio, qual você prefere para energizar seus alimentos e promover a saúde dos seus filhos? Naturalmente a resposta é: nenhum dos dois, por isso precisamos urgentemente desenvolver a noção do Caminho do Meio, tão bem lembrado por Ramatís, para sabermos equilibrar os avanços tecnológicos com nossa reconexão com o solo, com o meio ambiente, enquanto Consciências que compartilham a Experiência Terrestre para produzir alimentos saudáveis de fato, com justiça social e ambiental verdadeiros, e só DEPOIS pensarmos no justo lucro para nossa sobrevivência e relações comerciais, dentro do modelo atual que ainda utiliza dinheiro, etc.

Toda nossa noção de paisagismo também precisa evoluir, pois nunca deveria ser só um conhecimento botânico de qual planta ou pedra "servem" para cada local ou nos são agradáveis aos olhos, ou ainda pior: o que está na moda, ignorando todo o resto.  Por exemplo, já existe uma nova geografia que estuda e incorpora estes fatos que se chama Geografia Sagrada que utiliza a Geomancia12, que significa empregar a Geografia e a Geometria Sagradas, para encontrar, mapear, definir e qualificar os fluxos de energia distribuidas pelo solo, pelas águas, vegetação e pelo ar quanto às suas propriedades específicas e função em um dado local para entender de fato suas interações conosco e nas trocas com outros locais no fluir da Vida, de rios a vales e tudo que existe que já poderia fazer parte da nossa moderna cartografia, na criação de mapas mais completos de um ecossistema antes de intervirmos nele, pois esse assunto já é a especialidade de alguns pioneiros que desenvolvem esse trabalho há décadas! Quando vamos entender que todas essas descobertas fazem parte do nosso conhecimento científico e que ignorar ou ironizar esse vasto manancial de informações só depõe contra nossa própria inteligência e integridade como profissionais que dizemos ter um interesse no meio ambiente? A eterna repetição da palavrinha do momento, "sustentabilidade", ao final de cada parágrafo (!) de textos institucionais, posições políticas e debates, como vemos quase todos os dias, com a intenção infantil, vazia e óbvia de legitimar sua posição perante seus pares e a sociedade (consumidora) no cenário politicamente correto, já mostra o grau de tolices constrangedoras que temos de suportar na espera por uma fase mais adulta. Quem sabe isso tenha algum proveito de incutir nessas pessoas a importância de mudar, enquanto isso...

Como se pode ver, há inúmeras implicações e ramificações nessas informações carismáticas sobre como encaramos, usamos e vivemos na nossa Realidade. Por exemplo, isso também nos mostra que toda forma de Turismo ambiental deveria ser e será bem diferente um dia, quando nos educarmos nesses valores e conhecimentos, para uma relação mais profunda e verdadeira com o meio ambiente com guias e mapas que nos mostrem o que cada local realmente é e sua função para que os visitemos com uma nova atitude e outro tipo de satisfação pessoal pois estaremos contribuindo com nossas energias e pensamentos para com a manutenção e progresso dos lugares que visitamos ao invés de apenas extrair benefícios e alegrias superficiais sem nada dar em troca além do nosso lixo, equilibrando a experiência, semelhante às peregrinações de antigamente. Um turismo assim, que não só não estimule o dano como também se distancie da ecologia superficial da moda, é possível e muito necessário para reverter o quadro atual e lhe dar um sentido e propósito mais avançados e legítimos que sejam verdadeiramente saudáveis para nós e para o lugar visitado. Nesse novo e empolgante trabalho de reeducação e sinalização, os Artistas de Natureza encontrariam um novo sentido e um grande valor para seu talento que passaria a retratar aspectros mais profundos da Realidade ao invés de apenas repetir sua superfície com infinitas variações de estilo e técnicas, numa fascinante busca de conhecimento que se irá compartilhar e que não se esgota pois é multidimensional e muiltifacetada. Aliás, este é também um ponto de fundamental importância: a arte deve deixar de ser vista apenas como um complemento cultural como tem sido e sim, ser restituída como o poderoso processo de Criação que representa, para ir além de ser, nesse particular da arte de natureza, um mero acessório visual de uma ciência materialista. Essa pequena digressão nos mostra que estas são idéias para educadores, empresários de visão ética e mecenas das artes se interessarem pois é o verdadeiro futuro-presente que nos aguarda, começando pela educação de base com novos materiais igualmente verdadeiros e empolgantes para crianças, para ajudarmos a formar uma nova mentalidade e uma nova consciência da realidade que nos cerca. Como disse acima, valerá para quem fizer e sempre é tempo de começar a mudar esse estado de coisas, pois sem isso nunca haverá o verdadeiro equilíbrio ecológico-humano que se prega e acredita alcançar só com a tecnologia da matéria, leis e acordos políticos. Para amostras desse novo tipo de Educação Ambiental, acesse este link.

Há muito para estudarmos e nem sequer começamos oficialmente. Como se vê, não se trata só de "proteger" animais da extinção e as florestas do desmatamento por razões climáticas e econômicas ou para nossos netos poderem 'desfrutar' no futuro ou ainda 'preservados' em zoológicos para visitação pública por dó (!) ou por achar os "bichos (sic) bonitinhos"! Tudo isso representa ainda uma noção superficial e muito distorcida de ecologia que precisa avançar e se aprofundar nas verdadeiras causas dos fenômenos e sua razão de existir no meio ambiente. Também a noção de só não jogarmos pneus, sacolinhas, esgoto, entulho e garrafas pet nas águas é bastante limitada e superficial como exemplo para as pessoas, empresas e nossas crianças, pois é apenas a parte mais básica da nossa educação ambiental e ainda se fixa e evolui muito lentamente para fazer frente aos ávidos e ágeis interesses da destruição que dançam em torno do cidadão que ainda dorme, embalado nas muitas ilusões, distrações, pressões e justificativas do mundo material para deixar como está ou seguir caminhos ilusórios. É preciso haver o quanto antes a prática de uma Ecologia Profunda5 que abarque uma porção maior da Realidade que nos cerca, uma que demonstre que não é inteligente continuarmos a seguir o caminho do materialismo cego hoje e que nunca o seria no futuro, como consequência natural da Evolução do Ser. Trata-se de algo muito maior onde precisamos urgentemente entender muito mais sobre a sinergia e ressonância entre todas as partes e como devemos participar no desabrochar da vida enquanto tratamos do nosso desenvolvimento material e psíquico.

Ainda não conhecemos a função das chamadas "ervas daninhas" e como elas sinalizam a condição do solo. Ainda achamos necessário usar pesticidas e fertilizantes que só desequilibram o solo ainda mais e são desnecessários como diversos empreendimentos sérios e de escala no mundo já mostraram. Não conhecemos o papel real de insetos e microorganismos na economia da natureza ou na medicina dos sintomas onde ainda os consideramos como inimigos aproveitadores de alimento e ávidos para se reproduzirem, (na verdade, um comportamento humano...) e como ameaças ao inocente ser humano que devem ser destruidos ou contidos com produtos químicos, reforçando esse conceito diáriamente em vistosos comerciais de tv embrulhados com humor e que impactam sobre o conceito que nossas crianças farão da Vida, pois não percebem -como muitos adultos- as profundas contradições desse modelo. Ainda investimos pesado em pesticidas ou meios "biológicos" para destruir ou afastar agentes da natureza que só agem para reequilibrar ou desintegrar aquilo que estava intimamente enfêrmo para início de conversa, atraindo as providências naturais correspondentes. Ainda não sabemos que em tudo há vida, que pedras e demais materiais considerados "coisas", possuem um grau de consciência mesmo latente e registram diversos fatos ao seu redor além de com eles interagirem. Os exemplos são inúmeros e contundentes. Enfim, tudo isso é a verdadeira Ecologia e estudo do meio ambiente. Sem isso estamos sempre tateando na superfície da vida enquanto intervimos com transgênicos, abortos, clonagens e leis, aniquilando animais cruelmente aos bilhões em matadouros (estima-se em 70 bilhões de animais mortos por ano em todo o mundo para consumo e que cerca de 80% do desmatamento na Amazônia provém da atividade pecuária -fonte: sociedade vegetariana brasileira) e nos envenenando com alimentos altamente contaminados ou muito desvitalizados quando não mortos e artificiais em combinações bizarras enaltecendo a preservação da tradição gastronômica, mesmo quando esta representa hábitos nocivos ou tolos do passado, buscando mais o sabor do que o valor, mais a aparência do que o significado, poluindo tudo quando ainda nem sabermos o que vem a ser a Vida de fato ou como criá-la.

Imagine-se o dano causado com barragens hidreelétricas e rodovias de grande porte, quando a realidade invisível é desconhecida! Mesmo sem saber de nada disso direito, especialistas de diversas áreas já contabilizam, denunciam e nos chocam com notícias diárias sobre os danos ambientais e sociais daquilo que conhecemos e podemos ver, como a perda da biodiversidade, da extinção das espécies, exploração desenfreada dos territórios para mineração e prospecção de mais petróleo ou criação de gado para abate, resultando em enormes desmatamentos e queimadas chocantes, a derrubada de árvores centenárias, desmatamentos utilizando arrastões com correntes para a morte cruel e indiscriminada de plantas, árvores e animais na Amazônia e destruição de cachoeiras, a falta de respeito aos direitos indígenas, da degradação humana, dos enormes desperdícios de recursos e alimentos e dos danos vultosos à economia de um país, da perda e contaminação das preciosas águas potáveis de superfície, nascentes e de lençóis freáticos, etc., porém tudo isso, mesmo chocante e gravíssimo, é ainda só a superfície daquilo que vemos, pois não desenvolvemos os olhos de ver mais fundo nem o sentimento para sentir o que estamos fazendo com a vida na Terra e a nós mesmos. No caso de barragens e interferencias nos cursos de rios, não nos demos conta ainda que a água possui consciência própria, pois a água é viva e sabe por si onde é mais necessária e onde deve ir, seguindo o plano diretor da Mãe Terra que cuida de si mesma há milênios sem nossa "ajuda". Nossa interferencia que ignora essa Realidade Maior, além de grande sofrimento e mortes, causa todo tipo de desequilíbrios e bloqueios no andamento natural das coisas no meio ambiente, impedindo a livre comunicação entre as partes que, como disse antes, não podem ser separadas, fazendo com que a Natureza em si fique cada vez mais incapaz de aplicar suas próprias soluções e prover para seus filhos como sempre fez em abundância. Argumentar que precisamos dessas coisas para gerar mais energia e empregos ou que o "desenvolvimento" nesses moldes é imperativo para a sociedade são apenas sofismas que mascaram o que realmente deveríamos fazer: não interferir na Natureza -especialmente quando somos ignorantes de seus mecanismos reais- utilizar as soluções limpas que já existem e deixar que outras venham a tona. Se não fazemos isso -que sabemos lá no fundo ser o certo-, é inútil se lamentar pelas consequencias ou tentar remediar com mais erros, leis e crimes ambientais, quando muito do que aprovamos como legal e apropriado ao nosso desenvolvimento e bem-estar também são uma inversão de valores, como na derrubada desenfreada de árvores numa economia de competição (o oposto de cooperação) para usar sua madeira na manufatura de bens: há estudos e indícios que evidenciam que há princípios ético-espirituais a serem seguidos aqui também, pois nunca pedimos e nunca nos foi dada uma autorização para isso por parte da alma/consciência das árvores (!) que possuem sua própria linha evolutiva e não foram criadas para abate mecanizado (independentemente de haver reflorestamento -geométrico e pouco natural- depois, à semelhança de se continuar a produzir bolsas, cintos e sapatos de pele de jacaré ou cobra só porque os criamos para esse fim em criadouros, alegando ainda que isso protege a espécie da extinção! A lista de inversão de valores que precisam ser reconsiderados maduramente, é realmente muito longa...) como também certamente não o foram o gado, os suínos e as aves que abatemos aos bilhões... traindo sua confiança em nós de forma horrenda, em nome de uma alimentação que, no final das contas, é altamente nociva ao ser humano e ironicamente ineficiente do ponto de vista econômico e nutricional também (!) porque em nome das famosas proteínas o homem contamina pesadamente seus corpos sutis com as energias de terror e ódio liberadas na carne e no plano Astral, gerando uma assombrosa e interminável dívida de sangue que terá de ser paga de alguma forma, na forma de guerras, violência urbana, conflitos diversos e enfermidades de todos os tipos (um simples 'selo de aprovação federal' passa a ser, nesse cenário maior, uma providência ridícula pois não tem como tornar um 'alimento' seguro para consumo se sua análise é superficial) que os mecanismos naturais da Vida movimentam, por afinidade e merecimento, contra o próprio homem para o devido saneamento, especialmente porque há substitutos para tudo isso para o homem moderno que não mais pode se esconder atrás das necessidades do homem primitivo! Mas mesmo assim, preferimos nos apegar às tradições, aos lucros e hábitos enraizados e as mídias fazem de tudo para manter assim, enaltecendo e tratando com humor e prazer anti-ético, tais práticas "gastronômicas", moldando novas gerações de pessoas que não percebem o que estão fazendo. Em tese, essa é a parte que pode ser claramente vista pelo nosso lado racional e analisada a contento pela nossa ciência e que portanto, já deveríamos conhecer bem, mas ainda discutimos a validade do vegetarianismo etc, sem conhecer de fato suas bases e motivos maiores, preferindo a piada fácil a conhecer e enfrentar os fatos... o que equivale dizer que se nem no nosso metier, onde nos vangloriamos do poder de sermos racionais e da nossa ciência sequer temos conhecimento consensual e somos impotentes de aplicá-lo quando o temos, como questionar a validade desse estudo do imponderável que aqui se propõe? O estudo da Realidade Maior nos mostra que há diversos Elementais e Espíritos da Natureza ligados a evolução de cada animal, planta e árvore (não somente à espécie, mas ligados a cada indivíduo!): o que dizer das consequências para a Natureza, o Planeta e para nós, desse abate sistemático, frio e 24/7 quando acrescentamos esse componente estarrecedor que ignoramos?

-"A Natureza pode atender a todas as nossas necessidades, menos a nossa ganância" -Mahathma Gandhi.

Esses simples exemplos que dão o que pensar podem parecer excesso de preciosismo para a maioria das pessoas que nunca pararam para pensar na sua Responsabilidade Maior para com a Criação e acham que "tudo que está aí é para usarmos, pois estamos no topo da cadeia alimentar como a espécie mais desenvolvida do planeta", ou pior: que "sempre foi assim"... mas na verdade há muito ainda o que se aprender sobre a finalidade do mundo e nossa estada aqui, sem ser só pela ótica superficial e conveniente da ciência materialista, da política e das convenções e leis do comércio humano, antes de já supormos que temos o direito de fazermos o que quisermos sem consequências, mesmo nesse exemplo muito mais profundo de uma ecologia mais ampla. Há até informações que começam a vir à tona que sugerem que mesmo a mineração que sempre consideramos normal e essencial, pode ser uma grande e desnecessária violação da ordem natural, pois tais riquezas subterrâneas fazem parte do corpo de Gaia (nossa Mãe Terra) que delas faz uso para o equilíbrio planetário e sua constante expoliação também está contribuindo para com os crescentes desequilíbrios nesse corpo terrestre onde vivemos... Nosso desenvolvimento tecnológico poderia ter seguido outros rumos, não menos desenvolvido, é bom que se diga, mas sem esse modelo de uso que quase sempre representa agressão e desequilíbrios se tivéssemos feito outras escolhas, mas isso é assunto para outro texto. Desprovidos desse conhecimento e apegados cegamente ao modelo cético-materialista só nos resta, na maior parte, repetir o discurso ecológico politicamente correto do momento e ensinamos o mesmo às nossas crianças para fazerem cartazes na escolinha, mas na verdade ignoramos ainda a parte mais importante, pois é a que dá CAUSA aos EFEITOS realizados que podemos ver. Há erros seculares a serem corrigidos e compensados, além dos que estão sendo cometidos neste exato momento em algum lugar por desconhecimento e indiferença para com uma Realidade Maior. Amadurecer como sociedade é saber que não se pode construir paz, bem-estar e felicidade em cima do sofrimento de nossos irmãos ou das outras espécies que compartilham conosco a experiência única de aqui estar.

ncn2Uma parceria colaborativa com os espíritos da natureza é possível e muito necessária para corrigir as graves distorções em todas essas áreas e já vem sendo feita com sucesso em vários lugares do mundo há décadas. Muitas pessoas no mundo aproveitaram bem suas vidas e desenvolveram esses olhos de ver, seja através do apuro diligente de sua sensibilidade e intuição avançadas ou pela abertura e apuro de uma Clarividência6 positiva e exata, como requer a mente científica, aliada à pureza de intenções ou ainda pelo uso da Radiestesia7 para ampliar essa visão e percepção dos arredores de um ambiente, capacidades que podem e devem ser parte da formação de todos os que estudam a Vida. São pessoas que colocaram em prática sua visão em estudos e atividades altamente científicas, mas de vanguarda, em projetos-piloto espetaculares pelo mundo, como na Fundação Findhorn na Escócia, na história e resultado prático fabuloso de Perelandra nos EUA, além do revolucionário método Sonic Bloom e o maravilhoso trabalho de uma vida de Viktor Schauberger em torno da natureza da água e suas espetaculares aplicações na hidrologia, entre muitos outros (para mais informações essenciais sobre tudo isso, consulte os links aqui neste site, na minha seção de links como artista naturalista e no site do iDStudio, na seção Pelo Mundo) em inúmeras soluções reais e resultados maravilhosos, portanto legítimos, para nossas vidas. Falta fazermos o mesmo no Brasil agora, para atingirmos a escala e a qualidade intrínseca necessárias para a demonstração prática dos resultados e conscientização gradual de todos os setores da sociedade. Além desses meios, ainda há espaço para se desenvolver aparelhos eletrônicos ultra-sensíveis para a detecção e comprovação dessa realidade que impacta em todos os campos do saber, para que outros pudessem ver. Em outras palavras, há sim muitos trabalhos, projetos e estudos científicos e práticos brilhantes hoje, que só requerem que saibamos discernir, como procurei orientar neste artigo, termos integridade científica e honestidade na pesquisa e sabermos onde procurar, "fora da caixa acadêmica" atual, como se diz. Alguém se habilita no Brasil?

  Mas que uso faríamos desse novo conhecimento que muda tudo em nossas vidas? Teríamos ainda alguma integridade e a autonomia necessárias para começarmos a realmente corrigir os danos e por em prática uma Nova Consciência Naturalista e com isso desenvolver um modelo real de economia sustentável? Ou prefeririamos novamente distorcer tudo, fazer mau uso, e continuar a cortejar a contaminação de tudo elevando nossas já assombrosas dívidas coletivas para com o meio ambiente, os animais e Espíritos da Natureza? A ciência oficial, assim como a política oficial, se dada a conhecer a existência dos Elementais e Espíritos da Natureza, sem dúvida pensaria em como prendê-los em alguma gaiola para estudo -como já fazem de forma horripilante com "cobaias" diversas, "para o nosso bem"- e ver que lucros se pode obter deles. Uma vez constatado que não se pode prendê-los em jaulas físicas, nem examiná-los numa lâmina de microscópio e nem podem ser dissecados ou mapeados, o interesse logo terminaria em ironias e o golpe final seria o fato de não se poder lucrar com algum "produto" derivado sob alguma "marca registrada". Mas a pergunta permanece: É sensato continuarmos a achar que não haverá um Choque de Retorno ainda maior por essa indiferença, ironia, ignorância e insensatez quando já o estamos vivendo neste momento em toda parte? É sinal de inteligência acharmos que podemos continuar a burlar as Leis Naturais ou manipulá-las com manobras superficiais que atendem a interesses escusos sem consequências no mesmo grau? Uma retomada de conexão com o Mundo Natural precisa vir acompanhada de uma firme resolução de termos uma Nova Ética Essencial que presida sobre todos esses novos estudos, pois certamente já se terá entendido que isso não pode ser feito dentro do sistema atual frio e condicionado a interesses diversos. Quando entendermos que também não basta justificar a destruição ambiental com a necessidade das maiorias de ter conforto, energia elétrica, mitigar a fome ou gerar empregos, para mencionar algumas das mais citadas, estaremos em condições de fazer um planejamento mais amplo e profundo sobre a questão, pois esses motivos óbviamente importantes, não podem ser usados fora de contexto ou de forma constrangedoramente superficial e simplória, pois na somatória dos efeitos, os danos coletivos para o ser humano serão maiores que os benefícios básicos almejados, pela simples falta de sintonia com o meio ambiente e o consequente retorno espiritual-energético justo, pela indiferença demonstrada para com a a Realidade Maior. Não saber quantificar e qualificar esse retorno, não é o mesmo que dizer que ele não existe. A situação é de fato complexa e grave, mas não nos esqueçamos que toda medida saneadora e educadora legítima, terá seus frutos para quem fizer.

Conhecendo o Caminho

As soluções para começarmos a desatar esses nós que deixamos que fossem atados, quer por participarmos ativamente desse mundo ilusório e manipulativo e sendo beneficiados por esse estado de coisas, quer por inconsciência de haver algo mais que isso, quer por impotência e receio, não são fáceis é claro, pois correspondem a uma dedicação no mínimo equivalente àquela que está causando todas estas distorções e nem todos se predispõe a isso, pelos motivos citados, o que é compreensível. Porém, e este é um grande porém, é preciso que tenhamos algo muito claro em nossas mentes, algo que uma vez entendido e assimilado, nos mostrará o Caminho a seguir em cada caso, em cada dúvida e que deve servir para se entender, por fim, que tais motivos para não agirmos empalidecem diante das consequências de não o fazermos! Este algo é isto: com o Conhecimento do Mundo que está aí, despido dos falsos conceitos como procurei mostrar aqui, nos mostra claramente que uma Inteligência Maior que preside sobre toda a Evolução, não importando o nome que se dê (desde que não cometamos mais distorções com antropomorfismos e viéses locais) e havendo tal Inteligência Maior, há logicamente uma finalidade para tudo que vemos desabrochar diante de nossos olhos, seja literalmente uma flor, os micro-movimentos atômicos na intimidade da matéria ou nos macro-movimentos de planetas, sistemas solares e galáxias. Pela Obra se adivinha, se percebe, se deduz, se sente, o Criador. Essa lógica simples e sensata deve pavimentar o caminho que nos mostrará o resto. Menos que isso é cair novamente no vácuo de deduções insensatas que nos trouxeram a este estado de coisas: o materialismo mecanicista sem causa, sentido ou finalidade, o acaso como criador de tudo (!) e a realidade parcial em que vivemos. Essa mentalidade não é mais viável, não atende às exigências de um intelecto desenvolvido que quer respostas melhores, nem proporciona soluções reais e duradouras para nossos dilemas diários, pois estamos num beco sem outra saida.

Esse mesmo Conhecimento Universal nos mostra também que o caminho da evolução é sempre no sentido de transformar o bruto e o tosco, em refinado (por ex: as pedras brutas em pedras preciosas, os animais antidiluvianos nas formas mais elegantes e ágeis de hoje, o corpo e a psiquê humanas de antanho na inteligência ágil e poética de hoje em corpos menos densos, de modo geral!), o áspero em suave, o lento e letárgico em ágil e dinâmico (intelectos e movimentos), o mais denso e preso em mais leve, translúcido e livre, a alimentação carnívora densa e morta por outra mais viva, delicada e saudável, o bizarro e grotesco em transcendental e sublime, o turvo em límpido, o sólido em etéreo, o fútil pelo útil, a competição e o comodismo pela cooperação e co-criação da Realidade, a confusão menatl pela clareza de idéias, o personalismo que separa pela fraternidade que une, o egoísmo em altruismo e solidariedade, o individualismo indiferente se tranforma, pela dor e pela experiência, e evolui para o estado organizacional original da Criação, a trapaça e a vantagem "espertas" em Integridade e Honestidade, o efêmero pelo duradouro e, por fim, os sentimentos baixos e interesses escusos em Amor Universal, sem sofismas. É dessa forma que melhor podemos medir nosso progresso, apartando modernidades bizarras do avanço real. Nessa linha de pensamento, onde as qualidades materiais e morais são compreendidas como uma só, podemos ver que o Caminho de civilizações também segue essa premissa universal, mesmo que nossa pequena perspectiva nem sempre possibilite ver tais mudanças, tal como o micróbio pode não se dar conta da dimensão e propósitos do seu hospedeiro. Pondo em prática essas premissas em nossas decisões pessoais e profissionais, podemos ter mais chances de acertarmos nas nossas escolhas, evitando propor idéias que ajam na contramão dessa evolução natural, prevista para nós. Dentro disso, devemos saber que a própria matéria possui o objetivo em seu Comando Interno de se sutilizar com a passagem do tempo, pois planeta e as civilizações que nela habitam, precisam eventualmente chegar a termo, e estar num nível compatível e recíproco de densidade para haver harmonia e estabilidade psíquicas para se vivenciar e tirar o melhor proveito da experiência material, da experiência de aqui estarmos, na superfície física para nosso desenvolvimento ulterior. Dessa forma, climas, emanações geológicas, qualidade do ar e das águas, tipos de animais (não mais o mastodonte que dá lugar, metafóricamente, ao beija-flor) e plantas e, finalmente o tipo humano, têm por objetivo evoluir tanto em sua mentalidade como em sua própria constituição física, pois não se pode armazenar o mais delicado dos líquidos numa jarra de barro do mais abjeto solo. Nosso papel é compreender isso logo e passar a contribuir para que isso não demore tanto! Munidos então de uma inteligência mais desperta e ágil (aquela que não se prende a controvérsias estéreis e que não espera por provas advindas da dissecação ou do laboratório!) podemos ver claramente que tais qualidades são nossa meta e que devem então fazer parte da equação nas nossas escolhas diárias, seja de vestimentas, alimentação, moradias, utensílios, móveis, divertimento, leitura, música, artes, profissões e, naturalmente, ser nosso Guia para medirmos nossas conquistas, invenções tecnológicas e providências para sanarmos com idéias legítimas, os graves problemas sociais, existenciais e ambientais em que todos estamos afundados. Com base em tudo que já nos foi mostrado pelos Luminares de diversos naipes que passaram por este mundo e seu legado de Conhecimento Universal deixado, é bastante razoável e igualmente sensato então supormos e deduzirmos, valorizando tal passagem e dádivas recebidas ao longo de milênios de experimentação e observação, que as humanidades mais avançadas e realizadas que existem alhures, devem possuir tais qualidades, pois podemos ver que o desenvolvimento legítimo percorre esse Caminho e que esses Luminares foram seus melhores representantes que por aqui passaram, provando portanto com Suas presenças, a possibilidade real de tal depuramento moral, intelectual e espiritual que define um novo modelo humano-angélico para toda uma humanidade reconhecer à luz do dia e imitar, sem sectarismos e nacionalismos tolos, mas como Cidadãos do Mundo ("Pega a tua cruz e siga-me"). Sabendo de tudo isso de antemão, ser-nos-ia muito mais fácil saber o que fazer agora para abreviar essa evolução. "Vós sois deuses" (e não coitadinhos que se entregam a lamúrias piedosas) como já nos disse o maior desses Luminares! Essa é a idéia, esse é o ponto que deve ser assimilado científicamente e existencialmente de agora em diante para sairmos dessa Idade Média moderna.

No início deste texto falei sobre estarmos vivendo numa parte da realidade e não nela toda, numa parte que fomos escolhendo apartar do resto, por diversos motivos, e hoje nos vemos reféns dessa grande limitação ao lidarmos com a Vida pois tem sido "confortável", nos proporcionando a fuga e o escape de nós mesmos como mencionei. É de suma importância sempre lembrarmos nossa posição: achamos que só o homem pode questionar a razão de existir e montar filosofias e religiões que expliquem a realidade para nós mesmos, enquanto os animais por exemplo, não podem fazer isso. Mas a questão é na verdade inversa e é útil aprender a ver um outro sentido que está embutido em afirmações como essa mas que fica oculto, relegado a um segundo plano para não ser notado: só nós chegamos a um ponto em que não sabemos por que existimos, montamos raciocínios e filosofias diversas que se antagonizam e se contradizem entre si, sem solução, sem fim visível no horizonte e que apartam os Homens, enquanto o resto da criação não possui dúvidas substanciais sobre isso, nem se mata por isso, pois está integrada como Uma Só e não precisa questionar nada! Se temos maior capacidade de nos aprofundarmos em teologias, filosofias e ciências, não estamos usando esse privilégio sagrado como devíamos, combinando-o com nossa natural integração-intuição para o melhor proveito. Ao invés disso, isolamos o conhecimento, compartimentalizamos o uso do raciocínio e nos desconectamos da Vida, do sentir, das energias circundantes que nos interpenetram e conosco ressoam a cada instante, achando que é possível viver assim e com esse modelo desvendar a vida e seu sentido, estudar o Universo com a física e a astronomia materialistas, buscar a saúde física e mental ou encontrar curas verdadeiras para nossas múltiplas enfermidades, desconhecendo essa Realidade Maior, quando isso é o que nos está afastando da Criação e causando os desequilíbrios psíquicos e físicos que vemos nos outros e sentimos em nós mesmos. Ainda não vemos realmente a profunda contradição disso, em toda sua dimensão e suas consequências desastrosas, nem quando estas estão à nossa porta e em nosso íntimo, pelos diversos mecanismos que criamos para abafar, distorcer e esconder isso de nós mesmos e uns dos outros, na vida pessoal, familiar, social, profissional e científica e pelo condicionamento de sermos meros repetidores do que estiver em voga em nosso tempo, o que significa que estamos na verdade, perdendo tempo. Toda separação num estudo gera distorções. Saimos de um Estado Orgânico, onde tudo coopera e se funde no Todo, para um estado competitivo de exclusão do mais fraco que ainda é elogiado pelas maiorias que, no seu íntimo, ainda vibram e pertencem a esse Anti-Sistema (como brilhantemente disse Pietro Ubaldi!) e é este modelo central que precisa vir à tona para enfrentarmos e mudarmos. A crença e a fixação num modelo é que cria suas "leis" que julgamos depois serem imutáveis. A física quântica já nos mostra que as leis da física, por exemplo, só se tornaram leis pelo consenso coletivo de se ver de uma determinada forma e esperar tais resultados constantes: ou seja, a vida real que achamos conhecer é, na verdade, modelada pelo nosso pensamento dela. Interpretar e viver a vida pela metade, equivale a afirmar que para andar só precisamos de uma das pernas, ou querer praticar um esporte com bola usando só meia bola: nunca saberemos como seria fazer essas coisas plenamente, por inteiro e onde essas novas habilidades nos levariam na compreensão do Universo e de nós mesmos. Isso tudo também não pode ser um ideal romântico-sonhador de futuro, pois cair no engodo da "esperança" é novamente encontrar desculpas para não realizar no agora, um esquema que eterniza os problemas humanos como algo que faz parte de uma 'civilização' e que se tem que conviver, aceitar que assim é, mas nunca pretende resolver de fato, só mitigar, para atender nossa fraca consciência enquanto procuramos escapismos diversos do vazio interior, conduzidos pelo eficiente condicionamento coletivo que se auto-patrulha.

É uma lição de humildade também saber que tais delicadas criaturas, os Espíritos da Natureza, nunca nos odeiam apesar de tudo que lhes fazemos por ignorância, indiferença, estupidez ou pura maldade, elas sempre esperam nosso despertamento para voltarmos a co-criar o mundo, como já foi há muito, muito tempo, aqui mesmo no nosso planeta. A realidade da presença dos Elementais e Espíritos da Natureza, juntamente com todas as inúmeras outras formas de vida que também habitam as dimensões mais sutis do nosso planeta, formam a outra metade da ecologia terrestre, uma segunda ecologia que temos de estudar com seriedade e pureza de intenções para sabermos integrar essa realidade na nossa noção bastante incompleta da Vida neste planeta, pois será com essa parte da vida que teremos de formar parcerias algum dia para termos como sanar os problemas da Terra que causamos e saber decidir sobre os imensos desafios ambientais, urbanos e de desenvolvimento que temos de solucionar de forma muito mais profunda e verdadeira do que tem sido. Ou seja, não é deixando essa Realidade Maior fora da equação dos nossos (acalorados ou sonolentos) debates que teremos condições de realmente encontrarmos soluções verdadeiras e duradouras que evoluam conosco. Todo ambientalismo implementado dessa forma incompleta não possui os meios, os fatos ou a legitimidade de propor soluções verdadeiras e definitivas, pois equivale tratar do Homem e do Planeta, que são indubitavelmente fenêmenos TOTAIS, com medidas e idéias PARCIAIS, ainda implementadas sem ver esse Total e patrulhado por interesses diversos, frequentemente manipulados de mais alto de tal forma que muitos dos seus defensores e agentes mais embaixo, nem sabem por que fazem o que fazem, simplesmente seguem seu condicionamento, onde nem há espaço para sequer se considerar algo fora dele.

Sim, temos nosso sagrado livre-arbítrio e direito à uma opinião contrária. Podemos usar esses direitos e achar que todas estas coisas não estão relacionadas como mostrado aqui; podemos montar argumentos bem complexos e até espertos para apoiar essa opinião também e podemos com isso preferir a realidade 'bem mais pé-no-chão' do nosso dia-a-dia normal, embalado pelas distrações e hábitos que gostamos de manter, achando que dentro desse modelo podemos construir felicidade e justiça. Mas, a verdade é que já passamos do tempo em que deveríamos ter incorporado esse conhecimento. Estamos constrangedoramente atrasados nesses assuntos tão vitais para nossa permanência e uso do mundo e nossas crises existenciais, ambientais e sociais se avolumam como nunca antes e exigem agora soluções verdadeiras. É hora de recuperar o tempo perdido com ironias, polêmicas e descrenças, todas superficiais e sem real substância, numa espécie de paródia espelhando a insusbstanciabilidade dos próprios Espíritos da Natureza. É hora de elevarmos esse conhecimento do abandono e ridículo onde foi lançado -e lá mantido- por certos interesses religiosos e científicos, de uma vez por todas. Para começarmos esse despertamento e iniciar de vez essa nova fase da investigação científica e pessoal íntegras, precisamos começar por admitir de uma vez por todas que tanto como sociedade e como indivíduos, acadêmicos ou leigos, fomos todos condicionados a aceitar explicações superficiais que apenas focam em efeitos e não em causas como sendo a palavra da ciência sobre isso ou aquilo que satisfaz nossa necessidade igualmente superficial e momentânea de saber e, com isso, deixamos de desenvolver nosso discernimento. Por exemplo, na meteorologia, quando se diz num noticiário que tal clima é "causado" por tal frente fria etc., ou quando um vírus ou germe é apontado como "causa" dessa ou daquela doença, devemos ver que a palavra "causa" está sendo usada levianamente ou pelo menos de forma ignorante, pois tanto a frente fria como o temido germe não são causas de nada, pois são apenas agentes reequilibradores, intermediários das causas que as precedem que, invariávelmente, são de natureza espiritual e de estados mentais predominantes e persistentes, nocivos ou saudáveis, de indivíduos e coletividades ou ainda, dos poderosos processos planetários que não sabemos ver em sua intimidade, pois TUDO no mundo material é um REFLEXO do que se passa na intimidade consciencial do indivíduo, da natureza, do planeta e do sistema cósmico onde estamos. De tudo isso, devemos entender que não é sensato esperar ver a realidade dos Espíritos da Natureza e interagir com eles se conduzimos nosso dia-a-dia mental dentro desses moldes, pois a mentalidade do observador influi naquilo que será capaz de ver. Naturalmente, não se deve ser simplório e concluir com isso que ser simplesmente crente sem critério habilite qualquer um a ver essa Realidade Maior! Oscilar entre dois extremos, 8 ou 80, é outra característica nossa a ser incluida em nossa lista de desaprendizado se quisermos avançar, pois deve sempre haver equilíbrio e uso da razão aliada à intuição, na formação de um ser humano mais completo do que é hoje. Em tudo que está sendo dito aqui, procuro mostrar que não se trata de provar isso ou aquilo à pessoa que possui apenas uma curiosidade ociosa, que nem ainda faz sua própria lição de casa, por assim dizer, pois tem de haver merecimento e utilidade real para que se possa compartilhar dessa amplitude de visão, e essa é uma premissa básica na busca de um conhecimento maior que estenda para além das fronteiras da luz visível e da matéria densa. O Caminho do Meio é o caminho, a forma de construirmos um estudo sereno, inteligente e decidido, pautado no que de mais sensato houver em nosso nível evolutivo atual e firmemente ancorados nos propósitos do Bem. Desenvolver uma mente clara, livre de confusões e saber equilibrar todos estes aspectos, de forma Universalista como Cidadãos do Mundo, é parte do desafio e dos requisitos essenciais para ingressarmos no estudo e captação dessa Realidade Maior, qualquer outra atitude será mais distorção e perda de tempo, e devemos saber que não precisamos de mais disso nesta vida!

Nossas crianças que tudo absorvem pela tv, pelos seus sofríveis materiais didáticos na escola e pela exposição precoce às novas tecnologias sem orientação ou noção de consenso de pais e sociedade sobre como apresentar tudo isso a elas, então crescem com esses "conhecimentos" e darão sua contribuição para reforçá-los ainda mais nessa direção quando crescerem para tomarem seus lugares no mundo dos 'adultos' para orgulho dos pais quando alcançam sucesso financeiro e prestígio no cenário ilusório do aplauso humano e junto às "grande marcas"... isto é, se não forem bem orientadas enquanto é tempo. Pasteurizar a ciência dessa forma para as massas afeta também os próprios cientistas, técnicos e pesquisadores comuns que já são formados dentro desse esquema de condução de suas profissões e depois serão também patrulhados para previnir ou ridicularizar os "desvios" que possam abalar os frágeis fundamentos dessa ciência ou colocar em risco a obtenção de verbas e até seus empregos, enquanto outro nível menos visível dessa ciência que poderíamos chamar aqui de uma espécie de ciência dos bastidores, ou segunda ciência, para não confundi-la com a que descrevi acima como Verdadeira Ciência, uma que não chega às mídias comuns, pesquisa a realidade oculta sim, mas para outras finalidades próprias, geralmente militares, e não para as massas e nem para seus pares menores que prosseguem desenvolvendo suas pesquisas na superfície da realidade, com tecnologias, verbas, conhecimento e liberdade inferiores. Estima-se, por exemplo, que essas pesquisas paralelas no mundo, progridem cerca de 40 anos para cada ano de avanço tecnológico do consumidor comum e isso à custa de vultuosíssimas verbas obtidas ilegalmente e sem prestação de contas. O preço de tudo isso é o estado permanente e crescente de caos em todos os setores do social ao financeiro com o correspondente e justo crescimento de enfermidades várias -individuais e planetárias- de origem ignorada, combatidas inútilmente pela ciência e medicina dos sintomas e das aparências -enquanto permanecem reféns do mundo financeiro- que desconhecem e raramente removem de fato as causas, pois não as vêem nem as admitem em seu estudo do mundo e do Homem. Por exemplo, na medicina, qualquer "cura" que utilize esse modelo materialista estará apenas mascarando os sintomas adiando o desfecho, seja com drogas químicas ou mesmo extirpando um órgão tido como a "causa" dessa ou daquela enfermidade. Providências desse tipo satisfazem o imediatismo humano e as trocas financeiras, mas as energias desarmoniosas que são sua causa real invariavelmente voltarão sob outra forma um dia, pois nunca houve cura de fato. Esse estado de coisas não tem futuro algum, por isso estamos vivenciando e testemunhando sua derrocada na convergência de fatores hoje que está expondo cada vez mais esse modelo contraditório que está arraigado em nós e em nossa visão do mundo e sua finalidade. Esse despertamento, seja ele voluntário ou catalizado pela dor das decepções, desesperos, perdas e conflitos de todo tipo, trará a Realidade Maior que venho mencionando, para substituir de uma vez por todas, nossa incompleta noção de realidade que tanto nos envaidece em nossas profissões e como sociedade que tende, errôneamente, a olhar o passado com condescendência e vangloriar-se das conquistas atuais como tendo encontrado a fórmula para o bem viver! Ledo engano.

Em relação a destruição do meio ambiente que vemos todos os dias, não é o caso de encontrarmos os meios de detê-la com mais leis, punições e fiscalizações. Trata-se na verdade de usar todos os meios possíveis de elevar a consciência humana e impulsionar seu despertamento, antes que o planeta não possua outro meio de regeneração que não seja o violento expurgo das toxinas com que a contaminamos todos os dias, sem mais poder conter o desequilibrio do clima e da superfície onde estamos. Um despertamento em grandes números poria um fim espontâneo à insanidade pois começaríamos a perceber a Realidade Maior em sua abrangência e beleza e nosso lugar nela, como já foi um dia. Quando o político, o governante, o cientista, o profissional liberal, o professor, o escritor, o artista, o técnico, o médico, o financista, o delinquente e o homem comum puderem aquilatar as consequencias de seus atos e omissões, de forma científica E espiritual, de forma muito mais real e clara que as contraditórias e ineficazes condenações das leis humanas e religiosas podem dar e que poucos levam a sério, justamente por isso, teremos a espontânea adesão ao que é certo em cada instância e setor da vida humana e este deve ser nosso objetivo educacional hoje, um objetivo de despertamento baseado em tudo que já sabemos de melhor e que já nos foi mostrado a contento. O resto virá com o desenvolvimento e refinamento também gradual desse conhecimento, porém sem desperdiçarmos mais tempo valioso. Se não temos liberdade e autoridade para isso, então é forçoso admitir isso também e começarmos mais embaixo, desatando amarras e nos reeducando para reconquistarmos essa liberdade e autoridade. O fabuloso escritor, médium e sensibilíssimo intelectual, Pietro Ubaldi já definiu esta fase há muitos anos em seu brilhante e essencial conjunto de obras sobre a vida humana e a senda evolutiva, mostrando como a próxima fase em nosso desenvolvimento será do uso inteligente da honestidade e da retidão, pois será fruto de uma compreensão cada vez mais coletiva de que não é inteligente cometer desatinos e celebrar a inversão de valores. Ou seja, não estamos prontos ainda para acertarmos pela nobreza de nossas qualidades, mas sim pelo raciocícnio das consequências do desperdício contraproducente e anti-econômico de recursos, assim como do descaso e da ignorância institucionalizadas dos nossos modelos. Concluir-se-á que não é inteligente ser desonesto e dalí virá o primeiro movimento visível de progresso real, de despertamento, que conduzirá eventualmente a motivos mais nobres. Já podemos ver os esboços desse comportamento hoje, mas podemos acelerar isso se quisermos.

-"A qualidade de uma civilização pode ser vista na forma como ela trata seus animais" -Mahathma Gandhi.

Há uma grave e enorme distorção entre o que se estuda e se sabe no mundo e o que se permite veicular pelos meios de comunicação que, mesmo quando aparentemente promovem lutas por causas "justas", na maioria das vezes estão apenas defendendo a permanência de um mesmo modelo materialista e manipulado que sempre se adapta ao senso atual da sociedade para tranquiliza-la de que as novas idéias são "sustentáveis", sensatas e humanitárias, para manter o controle e ganhar tempo para preparar a sociedade gradualmente e por caminhos tortuosos para assimilar essas realidades, mas pelo viés e mérito da ciência humana, quando inevitavelmente vierem a tona, empregando os mesmos meios de comunicação que veiculam, frequentemente sem saber, cada vez mais, "documentários", matérias e filmes com conteúdo dramático, hiper-editado (leia-se: insuportável, para quem não tem a sensibilidade embotada, pois não se deixa ver nada de fato ou com calma...), sensacionalista, tendencioso e "revelador", frequentemente apresentados com ironia e humor em torno de assuntos "místicos" e "sobrenaturais" ou ainda mostrando a natureza como vingativa, cruel, assassina, violenta, indiferente, traiçoeira e até monstruosa (!) (quem já não ouviu tudo isso nas narrações dramáticas de locutores famosos que continuam a emprestar suas vozes a isso?) sempre insinuamdo que a Natureza ameaça o inocente ser humano de alguma forma com sua fúria ou "truques", quando o ser humano é que apresenta essas características e comportamento para com toda a Natureza, para com o Planeta e seus irmãos humanos e animais... De outro lado vemos infindáveis reportagens e documentários que repisam a tal 'sabedoria da Natureza' que tudo provê, enternecendo crianças com imagens de filhotes e brincadeiras ao som de musiquinhas de trapalhadas circenses, sem explicar à criança como essa natureza pode ter sabedoria e inteligência se a ciência diz ser tudo fruto do acaso e do determinismo da seleção fria das espécies? E quais animais são para serem vistos com ternura e merecem proteção 'ecológica': o ursinho panda, o mico-leão ou talvez a baleia e o golfinho mas não o boi, o frango ou o porco, 'protegidos' somente enquanto commodities destinados ao matadouro, e que a mesma criança irá talvez comer no jantar enquanto assiste ao documentário ecológico? Tais programas são produzidos ininterruptamente ano após ano com um objetivo e são utilizados convenientemente como entretenimento barato lucrativo mas sem compromisso com a busca da verdade ou para com informações úteis de fato para as pessoas saberem viver, pois raramente fornecem endereços e nomes claramente, como exemplos legítimos de serem conhecidos, estudados e adotados pela população, sem nacionalismos tolos, procurando aprender com humildade os melhores exemplos e conhecimentos, venham de onde vierem. Porém, o que vemos na maior parte dos casos, é que terminado o entretenimento, o assunto é esquecido e passa-se para o próximo ("fique ligado, no próximo programa tem muito mais!"), mas fica a mensagem subliminal repetitiva de distorção da realidade que vai se fixando pelo hábito no inconsciente coletivo, dificultando cada vez mais a futura compreensão de uma Realidade Maior. O condicionamento de quem vive nesse meio já é tão profundo e completo que não se sabe mais entender as coisas de outra forma e muito menos criar documentários e reportagens sem recorrer as detestáveis fórmulas de linguagem, distorções e vícios de comunicação aprendidos desde a faculdade e repetidos diáriamente em todas os meios de comunicação, alardeado a cada instante como exemplos de competência profissional, mas na realidade, isso continua acontecendo e está piorando a olhos vistos, possivelmente também porque não possuem a liberdade de usar seu talento fora desse modelo de imitação recíproca sem consequencias para suas carreiras, pois basta-lhes estar 'antenado' para seguir as 'tendências' mundiais do que se espera que façam com os vultosos recursos tecnológicos e financeiros a que tem acesso. E nisso, vemos que há uma clara relação entre quanto mais se sobe dentro desse modelo, quanto mais recursos se tem à disposição, maior também é a falta de liberdade de revelar esse estado de coisas, investigar outras coisas e dizer algo original e fora desse consenso restritivo e ameaçador, e que esse é o motivo de haver tantos talentos e recursos no mundo e tão pouco progresso real.

Na verdade, e para quem possui os "olhos de ver", tudo isso é sintomático (e até possui seu lado aproveitável), que aponta para a convergência inevitável que está acontecendo nos bastidores e que procurei mostrar aqui. Ao vermos isso deveríamos perceber que raramente tais campanhas e engajamentos 'ecológicos' ou 'sustentáveis' poderiam ser legítimos se ainda não se admite uma Realide Maior ou uma busca por um Conhecimento Maior dessa realidade com a humildade, empenho, compromisso e urgência necessárias. E aqui vemos mais uma vez, que a Vida sabe usar nossa negativa contra nós mesmos para um saudável aprendizado: onde o conhecimento milenar de tantas pessoas e crianças sobre essas formas de vida que compartilham nossa experiência na Terra, sempre foi alvo de riso e acusações de fraude por uma parcela da sociedade que sempre se esconde atrás dessa preguiçosa e frequentemente desonesta idéia fixa, acreditando que o ceticismo obstinado é uma virtude a ser conduzida como filosofia de vida, porém praticada com muito pouco bom senso; tais depoimentos e vivências são também quase sempre rapidamente relegados à imaginação do mundo infantil ou às alucinações de adultos que não tem nada melhor para fazer... ignorando sua universalidade que atravessa os tempos em todo o Planeta! Para tudo isso, fica agora para o próprio mundo dos 'adultos' a ironia de sua noção infantil de que o mundo seria só a materialidade que vêem. A pergunta deveria ser: quando vamos parar de rir com ironia e festejar por festejar? Somente quando a dor e o desespero baterem à nossa porta? Agir assim é nosso melhor exemplo de como somos inteligentes, informados e modernos? Mas a verdadeira ironia está no fato curioso e muito significativo de que nossa preferência por encarar e aceitar a Vida e o Mundo apenas pela via da racionalidade objetiva, acabou produzindo uma noção de realidade que é fracionada e abstrata, pois não é mais a realidade, mas só a parte que pode ser entendida e visualizada pelo nosso lado racional, quando há muito mais, sem ainda entender que o que vemos, por mais belo que seja, ainda é a parte mais densa e grosseira da matéria e que esta se sutiliza a cada frequência mais alta, conforme avançamos em nossa visão e progresso. Esse modelo atual de enxergar a realidade, empregando apenas o raciocínio lógico causal e materialista como principal ferramenta e que se apóia com orgulho apenas na análise da matéria sem alcançar uma Síntese dos fenômenos vivos observados, já foi previsto e é chamado de Realismo Infantil, nas palavras do genial Rudolf Steiner, à frente da Antroposofia que fundou, que alertou sobre isso e fêz esse prognóstico no início do século passado... uma fase em que estamos coletivamente quase totalmente imersos hoje, como foi previsto. Despertar desse sono poderá ser muito difícil para muitos mas é igualmente inevitável, extremamente necessário, benéfico e urgente.

Concluindo

Tudo isso não é sonho ou um simples ideal para um futuro distante pois, como procurei demonstrar aqui nessa introdução ao tema, há MUITO para notarmos e admitirmos sobre nossa noção de realidade antes de descartarmos a realidade da existência dos Espiritos da Natureza como fantasia. Vivenciamos neste exato momento, uma fase em que o Universo está se revelando a nós de uma forma especial e o próprio Planeta e suas comunidades vivas estão se comunicando conosco através dos elementos mais profundos da nossa natureza. A urgência é para que já estejamos bem mais abertos aos fatos insofismáveis, hoje -sem transferirmos mais nosso pensamento sempre para o passado ou para o futuro e sim focá-lo no eterno momento presente, no agora, que é nossa realidade de fato, a única em que temos o poder e o dever legítimos de intervir- para nos esforçarmos para integrar o quanto antes, a melhor parte da ciência humana atual com o conhecimento ancestral que precede as limitações impostas pelas religiões e racionalismos que vieram depois. É um grande desafio a ser superado, sem dúvida, devido ao volume de preconceitos, enganos, dívidas, medo, insegurança, entendimento incompleto ou distorcido sobre essas questões e pelos grandes interesses contrários colocados no caminho, mas a recompensa, ao restaurarmos a integralidade do nosso planeta e nossa própria no rumo certo, será igualmente grandiosa e histórica, senão maior e certamente inevitável de acontecer um dia, pois é parte da nossa trajetória natural de Evolução da Consciência que precisa caminhar para uma vida mais completa e legítima para sermos enfim merecedores de usufruirmos da tão almejada Paz e justiça social e ambiental. A Ecologia atual, como filha das Ciências Naturais de ontem, herdou sua fixação na observação meramente material do mundo à exclusão de todo o resto. É hora de corrigirmos essas distorções, empenhando nossas profissões da melhor maneira possível, fazendo avançar este conjunto de noções que são absolutamente necessárias hoje para lidarmos com decisões ambientais ou humanas, de tecnologia, medicina, ciência e alimentação, de manejo, implementação e terraforming, sobre animais e plantas, cursos d'água, destino de dejetos, reciclagem e fontes de energia, para citar alguns, valorizando as novas disciplinas holísticas, através de pessoas versadas e competentes, que precisam fazer parte da equação e ter suas vozes ouvidas. Perceber e agir antes das dores das consequências maiores, é o segredo e ainda há tempo. O modelo atual de ecologia e ambientalismo é simplesmente superficial demais para propor soluções acertadas e sufocado demais por interesses para continuar a ser usado no futuro. Mais cedo ou mais tarde, o aprendizado que não vem voluntariamente, nos é imposto pela Vida através da irmã Dor, e é o que já estamos vendo em todo o mundo e em nós mesmos, numa escala de convergência de fatores e efeitos como nunca antes visto, mas ainda é tempo de reverter o possível de muitas formas e em vários lugares. Nada será em vão e valerá muito para aqueles que o fizerem.

Esperamos de nossos líderes, acadêmicos, pesquisadores, detentores do poder econômico e nossos maiores intelectuais a justa liderança, iniciativa, integridade, coragem e Consciência nesse resgate, despertamento e criação de um Novo Paradigma para este século, superando o quanto antes, a fase menor do gosto por polêmicas infindas e estéreis como exemplo de sociedade moderna que tudo debate mas pouco conclui na multiplicidade proposital de pontos de vista. Mas a responsabilidade é também individual e intransferível para iniciar esse despertamento interior que implica numa nova visão das coisas. Uma nova e excepcional visão da nossa relação com o meio ambiente, os animais, os espíritos da natureza e com o Planeta, sobre a qual Artistas de Natureza, como os mostrados aqui, no H&A/N possam se orgulhar de participar e contribuir com seus talentos igualmente superlativos e úteis para uma causa que é legítima, urgente e atual.

-"Não há fenômenos sobrenaturais ou não naturais, apenas enormes lacunas em nosso conhecimento do que vem a ser natural". -Edgar Mitchel, ex-Astronauta da NASA e conferencista que esteve no Brasil para a Eco92.


1Evolução sempre significa um aprimoramento, acompanhado de uma constante sutilização da matéria de que são compostos os corpos e a própria substância do Planeta, um refinamento gradual mas ininterrupto, uma expansão consciencial para frente, para mais e para melhor, sendo portanto, muito mais do que uma simples noção inicial de evolução pela seleção natural das espécies. Dessa forma, devemos concluir que isso não acontece de forma linear ou simplista, ou mesmo para atender unicamente ao molde mental do homem de hoje e em um único planeta privilegiado. Ao referenciar o valor do conhecimento do passado remoto, nunca se deve entender isso como uma volta ao passado, assim como aprender determinadas coisas com indígenas hoje, porque não as soubemos cultivar e preservar em nós mesmos, nunca deve ser transformado em um culto ao primitivo como um modelo para o homem moderno seguir! A Evolução se movimenta num curso em espiral para cima, o que significa que repassamos os mesmos fundamentos diversas vezes até que os tenhamos assimilado de fato, mas a cada 'passada' nos situamos - como sociedade, civilização e como indivíduos - em um grau ou ponto de observação um tanto acima. Esse entendimento nos mostra que o melhor do nosso passado deve ser recombinado com os valores intelectuais e morais conseguidos hoje para termos uma formação mais completa, sólida e sempre mais aperfeiçoada, refinada, dos valores e conceitos Universais. Conquistado isso, o Homem já não segue em frente, escolhe rumos ou obedece a leis por ser coagido, mas por livre e espontânea vontade fruto de sua Maior Compreensão da Vida. Essa é a meta, pois a Verdade, como já nos disse Ubaldi, não é atingida num estalo e sim por aproximações.

2Por Espiritualidade entenda-se o Conhecimento Universal da Humanidade, aquele que vêm da Ciência do Espírito, do ocultismo ancestral sério, despido de alegorias primitivas, fanatismos, sectarismos, modismos ou noções vagas baseadas em superstições, personalismos ou crenças religiosas, pois é antes uma Metafísica honesta, inteligente e séria, digna do avanço mental atual, sem ligação com as religiões organizadas, pois as ultrapassa em muito. O médico e o cientista do futuro terão de ser Sacerdotes da Ciência, ou Cientistas da Alma ou como quiser chamar, capazes de perquerir o passado distante com inteligência, respeito e visão para primeiro saber reconhecer o "joio do trigo" e depois recombina-lo com as noções atuais, sabendo como o desenvolvimento humano e planetário se processaram até os dias de hoje, um processo muito mais rico e diferente do que a história oficial nos conta, sem o que, qualquer "avanço" será um engano limitado às noções materialistas de sua época, com um preço a pagar no fim. Eis a chave que procuramos.

3Apuro pessoal - O sentido dado aqui é o do desenvolvimento natural de uma pessoa que desperta e educa suas faculdades latentes. Naturalmente, muitas outras pessoas já nascem com esses dons mas esse é outro caso: o da mediunidade ou sensibilidade de prova (ou seja, como resultado de determinadas alterações feitas na pessoa antes do nascimento para um determinado fim e não fruto da sua evolução pessoal, sendo portanto em geral, um dom temporário; por outro lado, quando é fruto do despertamento e desenvolvimento pessoal positivo, torna-se uma conquista permanente do Ser), ou mesmo de missão de vida ou de desenvolvimento anterior em outra vida que retorna espontâneamente nesta. Em todos os casos, porém, o que valerá será o desenvolvimento da integridade e do coração da pessoa e sua força para superar os bloqueios colocados pela sociedade atual desde a infância, para poder chegar à vida adulta em condições de reter, educar e refinar essas faculdades naturais. Como bem definiu nosso amado Pietro Ubaldi, tal desenvolvimento, quando natural, é sempre fruto de muito esforço individual para superar as frequências predominantes em mundos como o nosso e quando obtido, define um novo tipo de Ser Humano hipersensível, o chamado Homem do Terceiro Milênio (New World Man - Rush) que nossa sociedade e acadêmicos precisam saber diferenciar do indivíduo meramente neurótico ou com desajustes mentais e emocionais. O novo homem está acima do chamado 'normal' humano que é notadamente mais baixo em termos do desenvolvimento de sua acuidade espiritual e moral, e irá redefinir gradualmente nossa noção de ¨normal¨ que deverá ser substituida por um modelo mais refinado em sua constituição psico-física, deixando o atual, na maior parte mais grosseiro no seu sentir e no seu querer, para trás e para sempre. Novas gerações estão também surgindo nesse molde, se bem que nem sempre comparáveis ainda ao desenvolvimento da sensibilidade como descreveu Ubaldi, são as chamadas crianças Indigo e Cristal, embora não devamos nos apegar a nomes e sim ver a verdade de cada um.

4Locais Sagrados - Assim como temos nossos métodos de realizar algo empregando nossa inteligência, é natural supor que a Natureza também o faça e ainda mais e melhor pois além de ser anterior a nossa chegada a este mundo que encontramos "pronto", ela faz parte das Forças Criadoras deste Universo que são Inteligentes como atesta a gigantesca e maravilhosa obra criada que ainda continua desabrochando diante de nossos olhos e que tudo provê e cuida antes mesmo de sabermos como funciona. Nessa lógica simples e certa podemos ver que, no caso dos locais chamados ancestralmente de Sagrados (assim considerados por haver ali uma maior concentração geo-magnética de forças criadoras, curativas e transformadoras, energias vitais enfim, que são distribuidas dali para o meio ambiente circundante pelos espíritos da natureza), os Elementais e/ou os Espíritos da Natureza desempenham funções especiais geralmente ligadas à distribuição de qualidades e energias para o meio ambiente para sua manutenção e desabrochar. Por exemplo: a energia vivificante das águas de um rio precisam ser distribuidas para o interior do terreno em volta e assim por diante. A água já possui uma inteligência própria que lhe diz onde ir, onde é mais necessária, e as Inteligências da Natureza complementam essa ação em todas as circunstâncias, desde o fluir suave e pacífico de um rio que alimenta suas margens e terreno adentro, como nas tempestades e enchentes, quando naturais. Essas coisas nunca são ocorrências apenas físicas e muito menos fruto do acaso, porque é um grande engano da ciência atual achar que as chamadas 'leis da física' são algo fixo, indiferente e independente de qualquer comando superior que orienta o desabrochar da Criação. A Realidade é exatamente o oposto ao ensinado nas escolas: Há uma vasta hierarquia de inteligências superiores e sutis que orquestram esse desabrochar e as leis que depois registramos são apenas leis parciais, aquelas que conseguimos ver e que mudam, conforme nosso entendimento delas também mudar.

5Ecologia Profunda é um conceito que existe desde 1973, desenvolvido pelo ativista e filósofo Norueguês Arne Naess para transmitir a necessidade de termos respostas menos superficiais para os problemas sociais e ecológicos que enfrentamos. É uma forma de ambientalismo mais avançado que implica em levar a Cultura Ocidental, onde o homem é tido como um ser isolado no planeta, a reconhecer que na verdade é uma parte integrante da Terra, de forma mais holística reunindo espiritualidade, pensamento, sentimento e ação para um estado mais conectado com a Vida e onde a palavra Ecologia não é algo para se estudar e buscar 'lá fora' mas algo dentro de nós e em toda parte, onde temos um papel a desempenhar. Veja mais sobre isso em nossa página Pelo Mundo no site do iDStudio. Referenciando esse movimento, estamos dando  tão somente um exemplo do que já foi concebido e não necessáriamente dizendo que uma nova ecologia precisa seguir um grupo ou movimento existente, pois é antes de tudo um ideal universalista que toda pessoa precisa realizar em si e em sua profissão.

6Clarividência significa ver mais claramente, mais profundamente, pois utiliza a visão etérica e astral que todos possuimos em estado latente. Ver dessa forma é muito mais do que despertar uma 'terceira visão' pois quando entendido de forma mais ampla e portanto Real, trata-se de sentir, perceber e vivenciar as impressões que se recebe de forma mais participativa e com todo o nosso corpo espiritual, com todo nosso Ser, pois nesse nível já não há órgãos localizados de visão. A noção ilusória e simplista que encorajamos em nosso dia-a-dia na matéria de que o que observamos está sempre 'lá fora', como algo externo ao nosso corpo que 'vê', desaparece quando passamos a ver em dimensões mais sutis, onde a fusão e a ressonância se tornam muito mais evidentes. Há inúmeras referências de valor que mostram que, no passado distante, as pessoas usavam naturalmente essa visão que foi se atrofiando pelo excesso de materialismo que se seguiu com o advento da era moderna de progresso científico e mental. Trilhamos agora, o penoso mas empolgante caminho de retorno a esses conhecimentos e habilidades para recombina-los com o progresso obtido noutros setores.

7Radiestesia é a detecção e interpretação dos campos energéticos sutis que existem em todas as coisas por meio de instrumentos não eletrônicos, como pêndulos de madeira, cristal ou metal, diagramas precisos e equipamentos diversos, e pela sensibilidade pessoal treinada. É uma forma muito mais avançada de percepção para inúmeros fins, como para se saber a qualidade de um local, o tipo de energia de um objeto, a orientação em relação aos campos magnéticos da Terra, para diagnósticos médicos e tratamentos eficazes à distância tanto para pessoas e animais como para plantações e prospecção da qualidade e características de cada solo e região, reformulando e ampliando ainda as noções da arquitetura e construção para serem integradas de fato com o meio ambiente, como no caso de moradias e hospitais em locais apropriados para a recuperação da saúde e nunca sobre locais geográficos e geomagnéticos impensados que podem, e frequentemente são, nocivos ou neutros, entre muitos outros usos essenciais na manutenção da saúde e ampliação dos 5 sentidos. O desenvolvimento da sensibilidade pessoal permite a percepção da presença dos Espíritos da Natureza antes de se poder comunicar com eles e as técnicas radiestésicas estão entre os principais recursos latentes que devemos saber desenvolver, porém sempre dentro de uma ética moral e finalidade legítimas e puras.

8Psicometria é uma técnica ou um aspecto da clarividência. Significa, em poucas palavras, sintonizar e ler no campo áurico-energético de qualquer objeto as impressões nele gravadas para saber tudo sobre o que se passou em seu entorno. Por exemplo, dependendo do treino e sensibilidade do Psicômetra, um objeto como um osso, um móvel, ferramenta ou pedra, pode revelar detahes em imagens tridimensionais que são 'revividas' para se saber com exatidão tudo o que aconteceu com o objeto, retrocedendo no tempo, pois nada se perde na Criação. Aposentos, ruinas, jóias e locais também podem ser assim 'lidos' o que aponta para uma nova era para a Arqueologia e a História, enfim com a Verdade. Longe de ser somente um ritual ou crença do passado, muitos profissionais hoje se vêem dotados desses dons e os estão desenvovendo e usando com resutados altamente comprovados, assim como certas descobertas arqueológicas famosas do passado recente foram conseguidas com esses dons e só recentemente reveladas e admitidas abertamente em Congressos da área para seus maiores expoentes. Falta a sociedade em geral se dar conta e entender que isso muda tudo no qual acreditava até agora.

9Intenção - O momento histórico que vivemos agora finalmente está comprovando científicamente a enorme importância da intenção em tudo que fazemos. Experimentos controlados já demonstraram sem qualquer sombra de dúvida que o pano de fundo do experimentador, técnico, observador, cientista ou de qualquer um, ou seja, seu grau de pureza e intenção, influem e muito no resultado final. "O que vale é a intenção" é portanto muito mais que um ditado divertido da sabedoria popular pois representa a essência de como a vida funciona em todos os níveis! Saiba mais sobre o que realmente está acontecendo no universo científico das pesquisas sobre a Consciência e Alma humanas, interando-se de livros e projetos online de peso, como o The Intention Experiment de Lynne McTaggart e o time de físicos de ponta por trás dessa revolução social, médica e científica e suas implicações na chamada "vida normal" que vivemos.

10Física Quântica - Até seu advento em 1900 através do físco alemão Max Planck, nossa compreensão, pela ciência oficial, sobre a realidade que nos cerca foi extremamente lenta e focada na maior parte na busca pelo que se esperava encontrar na forma da menor unidade física da matéria, o tão esperado "tijolo" na construção de toda matéria deste Universo tido até então como somente material: o Átomo. Mas a realidade era muito mais sofisticada e maior: o átomo não era a menor partícula e nem possuia a susbtância necessária para ser encarada como um 'bloco de construção' de tudo que vemos. Haveria partículas ainda menores e é nesse momento que entra em cena a física quântica: o ramo da mais moderna física de que dispomos que estuda o comportamento e natureza das subpartículas do átomo (quantum = a menor unidade de qualquer entidade física envolvida em uma interação energética, ou seja, uma quantidade de fótons de luz, por exemplo, e sua equivalente descrição matemática) em sua natureza simultânea como ondas (de luz) e partículas, ora um ora outro, onde sua substância física só passa a existir na presença de um observador... Esta revolucionária comprovação (além de todo o resto do que se enquadra no termo geral de Mecânica Quântica) conduz a uma completa reviravolta em todos os ramos das ciências que agora precisam se adaptar a dois conceitos principais: a da não-localidade de todos os fenômenos que envolvem a Consciência e a ressonância entre tudo e todos e o novo Modelo Holográfico da realidade. Como disse Niels Bohr, um dos pais da física quântica moderna, "quem não se abala com [as revelações da] física quântica, ainda não a entendeu". Nesse cenário de despertamento e estudo, o chamado Salto Quântico se refere ao extraordinário avanço na nossa compreensão que está por vir e que mudará tudo que pensamos saber sobre a realidade, a saúde, a natureza e nós mesmos.

11Litopuntura - É uma técnica de cura da Terra, como a acupuntura o é para o corpo humano e animal. São empregados grandes colunas de pedra, como agulhas, que são inseridas em locais específicos do terreno, nos pontos e meridianos energéticos do corpo da Terra, onde se tenha identificado zonas de desequilíbrio ou de acúmulo de energias enfermiças e estagnadas. Tais agulhas de pedra ainda recebem Cosmogramas, que são desenhos geométricos harmoniosos esculpidos na própria pedra com esmero e grande beleza, empregando a Geometria Sagrada para amplificar e direcionar a função daquela agulha específica. São concebidas uma a uma de forma individual pela intuição do Sensitivo-designer que capta o que deve ser feito para cada local específico para fins de saneamento, harmonização e correção das energias naturais dos locais afetados que então gradualmente retornam ao seu fluir normal, com resultados notáveis. Essa técnica vem sendo muito usada na Europa oriental para sanear locais onde houve grande concentração de medo, horror ou mortes durante a segunda guerra mundial, o que dá uma idéia do seu valor ambiental.

12Geomancia - Traduzindo literalmente, podemos entendê-la como uma Divinação do Planeta, ou seja, sondar os aspectos invisíveis da nossa geografia física. A geomancia é algo muito antigo, mas hoje, devemos entendê-la como algo que está sendo redescoberto, retomado e reavivado -sem perder sua essência- para ser recombinado com o desenvolvimento mental e científico atuais, pois essa forma de estudar precisa estar afinada com a mentalidade atual e não ser uma volta ao passado. Esta área do saber conjuga diversas habilidades e conhecimentos para se conhecer o meio ambiente de forma mais completa, mais holística, ou seja, por inteiro, ao invés de só medirmos e pesarmos sua realidade física. Divinação nunca deve ser entendido aqui como crendice ou superstição e sim como o desenvolvimento de percepções extra-físicas reais que estão ao alcance das pessoas, pois como já demonstrei aqui à exaustão, tudo isso precisa ser entendido à luz de uma ciência honesta e mais profunda, onde todas as peças se encaixam de forma harmoniosa. Ter meios de estudarmos o meio ambiente dessa forma é essencial para entendermos sua real sinergia, finalidade e interações, sem o que continuaremos a tatear a superfície da Realidade achando que estamos vivendo de fato nela e em condições de intervir. Ao estudarmos essa realidade extra-fisica com esse conjunto de recursos, poderemos incluir tais noções em nossas decisões ambientais e sociais para podermos ter, desde já, soluções mais legítimas para nossos grandes e graves dilemas. Esse é o caminho e a forma de trazermos esse conhecimento fundamental para a superfície das soluções e realizações práticas que todos almejamos. Princípios como este, implementados em projetos-piloto pelo país afora, são o meio realista de começarmos a desenvolver, educar e por em prática esse conhecimento e obtermos resultados visíveis como requer nossa mentalidade atual e que já vem sendo feito pelo mundo.


Este texto está no ar aqui desde Outubro de 2010 e o tema está também sendo desenvolvido com mais informações no site do iDStudio nas seções: Pelo Mundo, Visão de Trabalho, Nova Consciência Naturalista (Beyond Matter is What Matters) e Conhecimento Essencial, em desenvolvimento desde os anos 80.

O outro artigo, A História do Naturalista (veja o menu de artigos acima) também traz informações sobre o trabalho genial de verdadeiros cientistas, expandindo  em muito a noção inicial do tema do título, com muita informação adicional essencial: não deixe de ler.

Artistas membros do H&A/N podem postar aqui seus artigos relacionados aos temas deste site.

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Agradecemos sensibilizados, a todos pela participação, apoio e comentários.


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Última atualização em Qua, 06 de Março de 2013 15:21
 




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